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Notícias na Santa Ifigênia

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Padrão de casa conectada une Alexa, Siri e Google Assistente

Projeto em desenvolvimento desde 2019 muda de nome; "Matter" terá mais detalhes apresentados no Google I/O 2021

Amazon, Apple e Google são apoiadores de uma aliança fundada em 2019 que irá certificar dispositivos domésticos inteligentes a partir deste ano. Renomeado para "Matter", o projeto integrar aparelhos em um único ecossistema de casa conectada com a criação de um padrão que funcione em dispositivos compatíveis com a Alexa, Google Assistente e Siri, entre outros.

De acordo com Tobin Richardson, executivo da Connectivity Standards Alliance (antes Zigbee Alliance), a ideia é que o padrão possibilite a comunicação de dispositivos em redes cada vez mais complexas, para que todos os aparelhos "falem a mesma língua", independentemente da marca.

Desse modo, os consumidores poderão ficar tranquilos para comprarem lâmpadas, câmeras, fechaduras ou qualquer outro produto inteligente, sem se preocupar com a compatibilidade de tudo isso.

"Os planos de casa inteligente não podem crescer se cada fabricante de dispositivos tiver que desenvolver produtos que funcionem para cada protocolo de ecossistema", afirmou Kevin Ho, gerente de produto sênior do Google Nest, o que demonstra por que é importante que as empresas estejam unidas para tornar o projeto realidade.

Um novo nome para projeto CHIP, lançado em 2019
Matter é um novo nome para o projeto CHIP (Connected Home over Internet Protocol), criado em 2019, que foca em segurança e visa aumentar a compatibilidade entre os diversos ecossistemas de smart home. A mudança foi anunciada em um evento que contou com líderes de smart speakers da Amazon e do Google, do Samsung SmartThings, Signify (antiga Philips Lighting) e Comcast.

O padrão Matter vem sendo desenvolvido em projeto de código aberto livre de royalties no GitHub. Para além da facilidade de uso, as empresas também têm o desafio de torná-lo seguro e confiável. "Ainda temos um longo caminho pela frente em termos de construção de confiança", disse Richardson. "Você tem que merecer isso."

O Google irá detalhar mais sobre a Matter durante sua conferência anual para desenvolvedores, Google I/O, que está marcada para o dia 18 de maio.

(Fonte: Ana Marques - CNET) - 12/05/2021
Raspberry Pi 400 chega ao Brasil, mas preço sobe além do esperado

O teclado com computador embutido já está disponível oficialmente no mercado nacional, mas taxa de conversão supera R$ 14

O Raspberry Pi 400, teclado com computador embutido, já está disponível de forma oficial no Brasil, após ser homologado pela Anatel. O dispositivo foi anunciado no exterior por US$ 70 e, geralmente, tem como atrativo o preço relativamente baixo. No entanto, o RPi400 chegou à FilipeFlop, uma das revendedoras oficiais Raspberry Pi, por R$ 999,90 - preço bem acima do esperado.

Considerando o valor do produto nos Estados Unidos, a taxa de conversão para o Raspberry Pi 400 fica em aproximadamente R$ 14,28, superando inclusive o que chamamos de "dólar Apple", atualmente em R$ 13.

O mini computador ainda não está disponível na RoboCore, outra revendedora oficial. Mas o histórico baseado em outros modelos sugere que a diferença deve ser pequena, na casa dos R$ 10, no máximo.

Preço não inclui kit completo Raspberry Pi 400
O kit completo do Raspberry Pi 400 inclui mouse, microSD (com Raspberry Pi OS), cabo HDMI e fonte. Ele sai por US$ 100 no exterior, mas por aqui levando apenas a fonte e o mouse (acessórios recomendados na loja), além do teclado com o computador embutido, você já gasta R$ 1.189,70.



O Raspberry Pi 400 tem chip Broadcom BCM2711 acompanhado de 4 GB de memória RAM. Ele traz duas portas USB 3.0 e duas micro-HDMI posicionadas na traseira do teclado, o que permite o uso de dois monitores. Com o kit completo, ele pode ser utilizado para, por exemplo, incentivar crianças a aprenderem programação ou executar tarefas em ambientes corporativos.

Ficha técnica do Raspberry Pi 400
Processador Broadcom BCM2711, quad-core Cortex-A72 (ARM v8) 64-bit SoC
Clock 1,8 GHz
Memória RAM: 4GB DDR4
Adaptador Wifi 2.4 GHz and 5.0 GHz IEEE 802.11b/g/n/ac wireless LAN integrado
Bluetooth 5.0 BLE integrado
2 portas micro HDMI com suporte a vídeos 4K e 60 fps
2 portas USB 3.0 e 1 porta USB 2.0
Slot para cartão microSD
Teclado de 79 teclas
GPIO de 40 pinos
Dimensões: 286 × 122 × 23 mm

(Fonte: Ana Marques - Tecnoblog) - 03/05/2021
Nvidia RTX 3060 volta a receber limite para minerar ethereum

Nvidia liberou drivers para placas de vídeo GeForce RTX 3060 que limitam mineração de ether (sim, de novo)

Nesta semana, a Nvidia lançou novos drivers para as placas de vídeo GeForce RTX 3060. Essa não é uma atualização comum, porém. O principal atrativo da novidade é um mecanismo que limita o desempenho da GPU em mineração de ether (ou ethereum). Com isso, a linha volta a ser direcionada ao público-alvo original: jogadores.



A GeForce RTX 3060 foi lançada pela Nvidia em fevereiro com a proposta de ser uma opção mais acessível em relação às GPUs RTX 3090, 3080 e 3070, mas, ainda assim, poderosa para o público gamer. O problema é que o modelo caiu nas graças da turma que faz mineração de criptomoedas, principalmente ether.

Eis o efeito: em muitos países, a exemplo, dos Estados Unidos, encontrar a GeForce RTX 3060 nas prateleiras é um desafio. Quando o modelo é encontrado, frequentemente tem preço muito acima do valor sugerido pela Nvidia.

Diante das reclamações dos jogadores, a Nvidia disponibilizou, ainda em fevereiro, drivers que reduzem o desempenho da RTX 3060 em aproximadamente 50% nas atividades de mineração.

Mas a restrição durou pouco. Em março, um driver que retira a limitação para mineração foi liberado por engano pela Nvidia. Ao perceber o erro, a empresa imediatamente removeu o software de seus servidores, mas o estrago já estava feito: o drive não demorou a ser distribuído por meio de canais não oficiais.

Com os recém-anunciados drivers Game Ready 446.27, a Nvidia volta a restringir a mineração de ether em placas de vídeo GeForce RTX 3060. Os novos drivers serão obrigatórios para unidades da linha lançadas a partir de maio. Placas anteriores não dependem desses drivers para funcionar (elas podem continuar minerando criptomoeda normalmente, portanto).

Como de hábito, os novos drivers também incluem correções de falhas, atualizações de segurança e ajustes funcionais.

RTX 30 Lite Hash Rate
A Nvidia também deve lançar em breve placas de vídeo RTX 30 LHR (Low Hash Rate). Em termos de desempenho, elas seriam equivalentes às atuais placas RTX 3000, com a diferença primordial de contarem com mecanismos que limitam a quantidade de hashes processados por segundo.

O número de hashes é o parâmetro que determina o desempenho da GPU em mineração. Isso significa que as novas placas virão com recursos nativos para torná-las menos interessantes para esse tipo de atividade.

Fala-se que, comercialmente, as unidades RTX 30 LHR não serão identificadas como tal. Isso significa que as restrições para criptomoedas poderão ser padrão na linha.

É provável que a placa de vídeo GeForce RTX 3060 seja a primeira a ser baseada em LHR, mas a possibilidade de a restrição ser implementada nos demais modelos RTX 3000 não está descartada.

Provavelmente, criptomineradores não ficarão "desemparados" (não totalmente): também há rumores de que a Nvidia anunciará novas placas de vídeo CMP (para mineração) em breve.

Apple TV 4K ganha processador A12 e novo controle remoto

Nova geração do Apple TV 4K também conta com solução para agilizar balanço de cores da televisão

A nova geração da Apple TV 4K foi apresentada nesta terça-feira (20). O dispositivo ganhou processador A12 Bionic e um novo controle remoto com acabamento em alumínio. Entre as mudanças, também estão um novo recurso para balancear as cores da televisão com a ajuda do Face ID do iPhone.

Com o chip A12 Bionic, o Apple TV 4K promete oferecer melhorias no desempenho gráfico. O aparelho passa a suportar HDR com altas taxas de quadros e o padrão Dolby Vision. De acordo com a Apple, a mudança permite que vídeos com 60 quadros por segundo sejam reproduzidos com mais suavidade.

O suporte à alta taxa de quadros no AirPlay também permite que vídeos feitos no iPhone 12 Pro em Dolby Vision de 60 fps sejam exibidos em sua qualidade original no Apple TV 4K. A Apple afirma ainda que está trabalhando com empresas como Fox Sports, NBCUniversal e Paramount+ para ampliar o conteúdo em HDR com 60 fps.

O Apple TV 4K também ganhou uma solução para agilizar o balanço de cores na televisão. O recurso funciona por meio do Face ID do iPhone. Para usá-lo, basta posicionar o celular em frente à TV e aguardar a exibição de diferentes cores na tela. A partir delas, o iPhone compara a imagem e indica os ajustes necessários para melhorá-la. As mudanças são feitas automaticamente e não exigem acesso às configurações da televisão.

A Apple também revelou a nova versão do Siri Remote, o controle que suporta comandos de voz para buscar filmes e séries. O acessório ganhou acabamento em alumínio e novos botões. Entre eles, estão o de energia, que também permite ligar e desligar a televisão, e o de mudo. Além disso, o botão para acionar a Siri passou para a lateral do controle.

O controle também permite gestos nas áreas de navegação. No botão central, por exemplo, é possível deslizar o dedo para navegar na tvOS. Já o anel externo suporta movimentos circulares para avançar ou retroceder para um determinado trecho de um filme ou uma série.
O Apple TV 4K sai por US$ 179, na versão com 32 GB, e US$ 199, na versão com 64 GB. Há ainda o Apple TV HD, por US$ 149. Os usuários também poderão comprar o controle remoto separadamente para versões anteriores do dispositivo por US$ 59. Para 30 países, a pré-venda começará em 30 de abril e as entregas, na segunda quinzena de maio.

Ainda não há informações sobre quando o Apple TV 4K estará disponível no Brasil. No entanto, os preços já foram revelados: a versão de 32 GB custará R$ 2.399 e a de 64 GB, R$ 2.599.

(Fonte: Victor Hugo Silva Tecnoblog) - 20/04/2021
Comprar inscritos no YouTube não é uma boa ideia

Entenda porque comprar inscritos no YouTube não é uma boa ideia e quais as penalidades podem ser aplicar ao seu caso

Comprar inscritos no YouTube não é uma boa ideia — há vários motivos. Mas, antes, vale entender o que são os inscritos, como a plataforma lida com interações artificiais e quais são as políticas sobre envolvimento falso e punições aos canais que violam regras.

O que são inscritos?
De acordo com o YouTube, os inscritos são espectadores do canal que indicaram que querem ver mais do seu conteúdo e clicaram no botão "Inscrever-se". Sendo assim, os inscritos são muito importantes para o sucesso de um canal no YouTube, já que eles tendem a passar mais tempo assistindo o canal e recebem notificações de novidades.

Por que não comprar mais inscritos?
Como em qualquer rede social — como Facebook e Instagram, também — qualquer ação que aumente artificialmente estatísticas e número no Youtube é proibida.

Sendo assim, a compra de inscritos se enquadra neste tipo de prática monitorada no site.

Além de claramente violar os termos de uso, canais que compram inscritos acabam deixando rastros da atividade irregular. Um deles é que o canal fica com um número elevado de inscritos e baixo número de visualizações ou horas/minutos de vídeo consumido. Já que, esses mesmos falsos inscritos, não assistem os vídeos do canal.

O segundo rastro é que, à medida que Youtube reconhece essas contas falsas — seja por denúncia ou comportamento irregular — remove as contas (às vezes de forma massiva) e isso pode derrubar o número de inscritos do canal da noite para o dia.

Além disso, um canal que cresce subitamente em inscritos com contas falsas pode ser excluído e o seu usuário também ser impedido de ter um novo canal no Youtube.



O que diz o YouTube?
De acordo com a política sobre envolvimento falso:

"O YouTube não permite nenhuma prática que aumente artificialmente o número de visualizações, marcações "Gostei", comentários ou outras métricas usando sistemas automáticos ou veiculando vídeos para espectadores que não os selecionaram. Além disso, é proibido postar conteúdo criado apenas para incentivar a interação dos espectadores (visualizações, marcações "Gostei", comentários etc.)" — incluindo o número de inscritos no seu canal.

Ainda de acordo com o YouTube, os conteúdos e canais que não seguem essa política podem ser encerrados e removidos. Adicionado a isso, caso você contrate alguém para promover seu canal ou cuidar da publicidade do seu canal, poderá ser afetado pelas decisões dessa pessoa ou empresa — não importando se você ou terceiros os fez.

O que é considerado envolvimento legítimo?
Ainda seguindo as políticas sobre envolvimento:

"Consideramos o envolvimento legítimo quando a intenção principal de um usuário humano é interagir de maneira autêntica com o conteúdo. As interações ilegítimas são aquelas que, por exemplo, são resultado de coerção/enganação ou as que têm como único objetivo lucrar com o envolvimento dos espectadores".

O YouTube também encoraja usuários a fazer denúncias caso encontrem conteúdos ou canais que violam essa política neste link. É possível denunciar um vídeo ou comentário, mais de um vídeo ou comentário, um canal, uma playlist, uma miniatura ou outros.

O que não pode:

Conteúdo que promova ou direcione a serviços de terceiros para aumentar métricas artificialmente, como comprar número de visualizações, "Gostei" e inscritos;
Conteúdo que promove ou direciona a sites ou serviços de terceiros que aumentam a quantidade de visualizações ou inscrições artificialmente;
O criador de conteúdo promete se inscrever no canal de outros usuários em troca de inscrições no próprio canal (prática conhecida como "sub4sub", em inglês);
Conteúdo que mostre um criador comprando visualizações de terceiros com a intenção de promover esse serviço (propaganda de compra de likes);
Observação:

Note que é permitido incentivar os espectadores a se inscrever no seu canal, marcar seus vídeos com "Gostei", compartilhar o seu conteúdo ou fazer comentários. OK?!

Como ver os seus inscritos no YouTube
Os números de inscritos exibidos nestes locais são atualizados em tempo real:

A página inicial do canal;
Alternador de contas;
Página de exibição do vídeo;
Sites e apps de terceiros que usam a API YouTube Data.
No YouTube Analytics, o número de inscritos pode ser diferente do que aparece no seu canal porque a atualização desse valor nesta ferramenta pode demorar até 48 horas.

Analisando spam e engajamento falso
Segundo o YouTube, esse tempo é necessário para fazer as verificações e as análises de spam adicionais, garantindo a precisão dos números — limpando a interação falsa.

Caso seja comprovado o tráfego ou o engajamento classificado como artificial, este não será contabilizado e poderá resultar em avisos à sua conta. Porém, como não são espectadores ativos (que não assistem seu conteúdo), a remoção deles não afetará o tempo de exibição ou as visualizações do seu canal, mas apenas inscritos e likes.O conteúdo que violar essa política será removido e você receberá uma notificação no seu e-mail. Se essa for sua primeira violação,

seu canal receberá apenas um alerta, sem penalidades. Caso contrário, recebe um aviso. Aí, se você receber três penalidades (avisos), a situação escala e o canal será encerrado. Não vale o risco comprar inscritos.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.