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iPhone 12 e 12 Pro são tão parecidos que um pode usar tela do outro

Desmanche mostra que iPhone 12 e iPhone 12 Pro têm interior e componentes muito parecidos, com destaque para tela

Com a nova geração de celulares da Apple chegando ao mercado, era questão de dias para a turma do iFixit entrar em ação. O veículo desmontou um iPhone 12 e um iPhone 12 Pro para comparar as suas entranhas. Uma das conclusões é a de que ambos os modelos são tão parecidos entre si que seria até possível usar a tela de um no outro.



Remoção da tela do iPhone 12 (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog

Um dos primeiros detalhes destacados pelo iFixit é que, no desmonte, a tela abre a partir da borda direita. A abertura era realizada pelo lado esquerdo desde o iPhone 7. Mas essa é uma mera curiosidade. As características mais interessantes começam quando a tela é removida.

Para começar, o iFixit notou que o iPhone 12 e o iPhone 12 Pro contam com telas com exatamente as mesmas dimensões físicas, tanto que, em princípio, é possível usar o painel de um no outro.

As especificações técnicas de ambas as telas são praticamente iguais, com destaque para a tecnologia OLED e a resolução de 2532x1170 pixels. Há uma exceção importante, porém: no iPhone 12 Pro, a tela alcança brilho de 800 nits contra os 625 nits máximos do display do iPhone 12.



Remoção da tela do iPhone 12 e do iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog

Indo além da tela, apenas alguns poucos detalhes permitem distinguir qual aparelho é o iPhone 12 e qual é o iPhone 12 Pro, pois ambos os modelos são muito parecidos por dentro.

Um raio-x revela que o mecanismo do MagSafe e o motor de vibração Taptic Engine (visivelmente menor que no iPhone 11), por exemplo, são os mesmos nos dois smartphones.



Raio-x do iPhone 12 e iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog

Os poucos detalhes que mudam de um modelo para o outro dizem respeito às particularidades de cada um. O iPhone 12 Pro tem um módulo traseiro com três câmeras contra o módulo com dois sensores do iPhone 12, por exemplo.



Módulos de câmeras do iPhone 12 e do iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog

De modo geral, a impressão é a de que a Apple baseou o desenvolvimento da nova geração no iPhone 12 Pro e fez as adaptações necessárias no iPhone 12. Isso é perceptível quando observamos que, no lugar da câmera telefoto e do sensor LiDAR que equipam o iPhone 12 Pro, o iPhone 12 tem uma peça de plástico que serve para não deixar esse espaço vazio.

Outros detalhes dignos de nota: o iPhone 12 e o iPhone 12 Pro não trazem bateria em formato de L (provavelmente, para cortar custos) e, como já havia ficado claro, o modem X55 está lá.



Interior do iPhone 12 e iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog

Não menos importante: em uma escala que vai de 1 (reparo difícil) a 10 (reparo fácil), o iFixit deu nota 6 para os dois modelos no índice de reparabilidade. Essa relativa facilidade de reparo é possível, em parte, graças ao fato de os componentes mais importantes dos novos iPhones serem modulares e terem substituição pouco complexa.

(Fonte: Emerson Alecrim) - 26/10/2020
Acesso Digital quer ajudar empresas a resolver tudo pela internet

Empresa dona de solução de assinatura digital que envolve biometria facial recebeu aporte de R$ 580 milhões liderado por SoftBank e General Atlantic

Quando estava em início de carreira, Diego Martins tinha um sonho: ser presidente executivo de uma empresa. "Eu trabalhava numa empresa de gestão de documentos e tinha essa ambição. Montei slides e fui vender um plano para os sócios, pedindo para assumir o cargo. Deu errado, mas foi ali que eu percebi que devia empreender para poder ser um executivo", conta. Treze anos depois, o sonho deu certo: ele é o presidente executivo da Acesso Digital, startup que cuida de identidades digitais na internet e recebeu este ano um aporte de R$ 580 milhões liderado pelo SoftBank e pela General Atlantic.

Fundada em 2007, depois de ter sido rascunhada como trabalho de conclusão de curso de Martins em Marketing, a empresa utiliza tecnologia para facilitar o processo de identificação pela rede. "Na internet, estamos o tempo todo nos identificando com senhas, contas, o que queremos resolver é que esse processo seja simples, com tudo passando por uma chave de acesso, que é a biometria facial", explica Martins. "Assim, conseguimos facilitar processos como assinatura digital de contratos, pagamentos ou até mesmo admissão de pessoas à distância."

Era algo que não acontecia muito antes da pandemia começar, mas se tornou um negócio importante durante a quarentena. De março a setembro, a Acesso Digital ajudou seus clientes a fazerem mais de 75 mil contratações, resolvendo tudo pela internet. Também permitiu que mais de 500 mil contratos fossem assinados com assinatura eletrônica, por funcionários das empresas que a contrata - entre os clientes, há varejistas como Carrefour e Pernambucanas, bancos e operadoras.

Com isso, o faturamento da empresa também aumentou: nos seis primeiros meses da quarentena, a receita subiu 28%. O crescimento foi, na visão de Martins, o que atraiu os investidores. "O que os fundos viram é que nós vamos ser a principal infraestrutura de transformação digital das empresas", diz o executivo.

Com os recursos do aporte, a Acesso Digital pretende crescer em duas frentes: contratando pessoas e comprando empresas. Antes mesmo do cheque, a empresa já havia comprado a Meerkat, uma startup gaúcha de análise de imagens. Outras aquisições devem vir em breve, diz Martins, que hoje comanda um time de 250 pessoas. "Temos mais de 100 vagas em aberto e a meta é ter chegar a cerca de 450 pessoas até o final do ano que vem. O maior desafio vai ser achar os talentos", afirma.

Hoje com o sonho realizado de ser um executivo com um grande time à frente, Martins se depara com outras questões. Uma delas é bastante ambiciosa: como fazer o Brasil ter gigantes globais de tecnologia. Outras são mais simples, mas podem ditar o futuro do trabalho: apesar de ajudar os clientes a resolverem tudo pela internet, o fundador da Acesso Digital tem dúvidas se a empresa funcionar sempre em trabalho remoto é o melhor caminho. "A produtividade aumentou muito no home office, mas a cultura, a criatividade e a ideação podem ser afetados. Nosso desafio está bem no meio
do caminho entre produtividade e criatividade", afirma. "Algum modelo híbrido a gente vai ter que encontrar."

(Fonte: Bruno Capelas) - 26/10/2020
Sony dá desconto em jogos exclusivos do PS4 em mídia física

Jogos de mídia física do PS4, que também vão rodar no PS5, estão em promoção na maioria das lojas brasileiras e PlayStation Store

A Sony iniciou uma nova promoção para alguns de seus games exclusivos de PS4 e em mídia física. Um dos destaques fica por conta de The Last of Us Part II, um dos principais títulos de 2020, que sai por R$ 199 nos principais revendedores oficiais - e também na PlayStation Store. Outros títulos chegam a custar R$ 59.



The Last of US Part II sai por R$ 200 (Imagem: Sony)
Foto: Tecnoblog

Os descontos não são tão altos se levarmos em conta a porcentagem máxima de 29%, mas é possível comprar vários títulos por menos de R$ 80, incluindo God of War e Bloodborne, que fazem parte da linha PlayStation Hits - criada para oferecer games de sucesso a preços mínimos.

Esta promoção vai até 2 de novembro ou enquanto durarem os estoques nas principais lojas, sejam elas online ou físicas. Uma lista de estabelecimentos parceiros pode ser vista no site oficial do PlayStation para o Brasil.

Vale lembrar que, em paralelo, a Sony também realiza uma promoção de Halloween na PlayStation Store, até 3 de novembro. Games como Death Stranding, Days Gone e Nioh participam, entre outros.

Outro ponto importante de ser lembrado é que estes jogos, tanto os físicos quanto digitais, serão compatíveis com o PS5, quando o console for lançado.

Jogos com desconto em mídia física

Colaborou: Felipe Ventura

(Fonte: Felipe Vinha - Tecnoblog) - 19/10/2020
Aceleradora investirá R$ 1,6 mi em startups brasileiras

A pernambucana Overdrives fará aportes em companhias nascentes que participarem do seu programa de aceleração

A aceleradora pernambucana Overdrives investirá R$ 1,6 milhão em pelo menos 10 startups brasileiras. O montante faz parte do programa Pontes Overdrives, que desenvolve empresas nascentes e seus respectivos modelos de negócio, conectando-as com especialistas, mentores e agentes do mercado financeiro.

Com seis meses de duração, a iniciativa procura 10 startups para o processo de aceleração. No entanto, para que a participação seja possível é necessário que as empresas preencham um requisito mínimo: estejam na fase de tração, isto é, com pelo menos uma primeira versão do produto ou serviço já disponível no mercado e com um número base de clientes.



O programa de aceleração da pernambucana Overdrives investirá R$ 1,6 milhão em 10 startups brasileiras
Foto: Overdrives / Divulgação

O aporte financeiro será de até R$ 160 mil para cada uma das empresas selecionadas, totalizando o montante de R$ 1,6 milhão. Os investimentos serão divididos entre o grupo Ser Educacional, que é o mantenedor da aceleradora Overdrives, e a NE Capital, companhia pertencente ao Grupo JCPM.

As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de novembro deste ano no seguinte site: http://pontes.overdrives.com.br/. Não há restrição para área de atuação das startups. A execução do programa será totalmente online por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

(Fonte: Matheus Riga - Equipe portal) - 19/10/2020
O consumidor ficou mais exigente com o e-commerce, diz CEO da Olist

Startup que ajuda comerciantes a entrar na era digital teve crescimento explosivo durante a pandemia; para executivo, tendência de compra online é irreversível, mas ainda tem muito para crescer

Desde a segunda quinzena de março, com o início do período de quarentena, cada vez mais brasileiros estão descobrindo o que é comprar online. Forçados a ficar de portões fechados, muitos lojistas também tiveram de começar a operar na internet para conseguir continuar vendendo. No meio dessas duas pontas, a startup curitibana Olist registrou um crescimento impressionante em suas atividades.

Responsável por ajudar lojas físicas a terem uma presença online, colocando seus produtos à venda em sites como MercadoLivre, Amazon e Submarino pelo sistema de marketplace, a empresa viu suas vendas subirem 140% em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. O número de parceiros também subiu vertiginosamente: são mais de 30 mil, contra cerca de 7 mil em outubro do ano passado, quando a empresa levantou um aporte de R$ 190 milhões liderado pelo grupo japonês SoftBank.

Para Tiago Dalvi, presidente executivo da Olist, o aporte ajudou a empresa a se preparar para crescer, mas não a esse ponto. "Nenhuma empresa estava preparada para viver o que a gente viveu", diz ele, que contratou cerca de 100 pessoas este ano - ao todo, a Olist tem 420 funcionários.

Na entrevista a seguir, ele faz um balanço sobre os quatro meses de quarentena, conta mais sobre o Olist Shops, novo produto que a empresa lançou durante a pandemia, e faz apostas para o futuro - para ele, o consumidor ficou mais exigente com o e-commerce, mas ainda há muito espaço para crescer, especialmente para os pequenos lojistas. "Esse ano, esperamos ajudar a movimentar R$ 1 bilhão em vendas. As pessoas aprenderam a comprar online e o e-commerce não vai voltar a ser o que era antes da pandemia", afirma.

A Olist recebeu um aporte grande no ano passado e vinha crescendo bem. Na pandemia, os números explodiram. Qual é o balanço desses quatro meses?
Depois que recebemos o aporte do SoftBank, nós começamos a preparar a musculatura para o negócio crescer. Estávamos bem preparados quando a pandemia começou? Sim. Mas nenhuma empresa estava preparada para o que a gente viveu. Nós somos o parceiro para o lojista que não entende bem como o online funciona, ou quer simplificar sua experiência digital. Nós colocamos a loja dele em vários marketplaces, são 14 sites diferentes no Brasil. Nós cuidamos da logística, em 30% das vendas nós é que recolhemos o item do lojista e enviamos. E centralizamos os pagamentos em uma data conveniente. Muita gente precisou disso nos últimos meses, até para fragmentar o risco do negócio, indo além do varejo físico. Março foi um mês difícil, cheio de incertezas, até porque muita gente teve que fechar as portas, incluindo parceiros logísticos. Mas de abril para cá, vimos um crescimento gigante. E ele nunca acontece numa curva estável. Ele vem em saltos, é uma montanha russa maluca. Ao longo dos últimos seis meses, nós dobramos a base total de lojistas. No último ano, esse crescimento foi de quatro vezes. Além disso, o lojista que entra agora entra mais comprometido - um pouco, até porque ele não teve opção. O movimento de ir para o digital é algo que poderia ter sido feito por anos, mas agora teve de ser feito em semanas. É claro que ninguém vira mestre em e-commerce rapidamente, mas os resultados tem sido bem positivos.

Vocês também começaram uma nova área na empresa no meio da pandemia, o Olist Shops. O que é esse negócio? E como é lançar um produto com as pessoas trabalhando remotamente?
Até agora, a gente só inseria o lojista nos marketplaces. Com o Olist Shops, ele pode montar sua própria loja, cuidando da logística, do pagamento, de tudo. O que nós criamos é uma ferramenta para ele subir o catálogo e estabelecer a loja rapidamente, meio que para não ter desculpa de fazer essa transição. Era algo que já tínhamos planejado antes da pandemia, mas lançamos há uns 90 dias. Já temos mais de 20 mil lojas abertas, em 80 países diferentes. Hoje, 80% das lojas são do Brasil. Por enquanto, é um produto que não tem custo, nem taxa de cadastro, nem comissão para as vendas - e deve continuar assim por um tempo. Encaramos como algo que ajuda o comerciante a entender o digital, para depois ele entrar nos marketplaces. No futuro, vamos integrar as duas áreas, sempre com o mesmo objetivo: ajudar os comerciantes a vender o estoque dele. Também vamos lançar uma ferramenta de pagamentos para ajudar o comerciante. Serviços financeiros é uma área que nos interessa bastante.

Foi preciso contratar para suportar esse crescimento?
Sim. Começamos o ano com cerca de 330 pessoas, estamos com 420 agora e devemos passar de 500 até o final de 2020. Estamos muito focados em tecnologia, produto e design, queremos e temos ainda muito o que otimizar nessas áreas. E contratar bem é o maior desafio que temos: gente boa, alinhados com a cultura do negócio, trabalhando remotamente. É algo bem difícil, mas a quarentena também trouxe oportunidades: agora, não estamos mais limitados a contratar apenas em Curitiba.

É algo que muitas startups têm comentado. É uma vantagem, mas por outro lado, a concorrência para contratar aumenta, não?
A concorrência aumenta, mas também a oferta. Eu acredito que, no fim das contas, isso vai se equalizar dos dois lados. O maior desafio para nós não ter sido recrutar, mas sim encontrar pessoas com muita experiência. O grande desafio de qualquer startup que cresce é que chega um determinado ponto em que é preciso sofisticar a gestão. Depois de um momento específico, o crescimento não vem de um produto bacana, mas da execução. É algo baseado na prática, pragmático mesmo. Por sorte, temos conseguido contratar bem: nossa nossa diretora de RH foi vice-presidente global da Kraft Heinz.

Nosso novo diretor de tecnologia foi o diretor de tecnologia da Globo. Mas não basta só contratar quem tem experiência, os "supernomes" do mercado: é preciso que essas pessoas também estejam dispostas a ressignificar seu papel. É alguém que vai ter que estar disposto a dar um passo atrás e colocar a mão na graxa com a equipe se for necessário.

Vocês fazem parte de um ecossistema local muito rico, que é o de Curitiba. Mas é possível falar em ecossistema se está todo mundo em casa?
Creio que sim. Estamos vivendo um momento em que há empreendedores que foram afetados positivamente ou negativamente. Todos estão focados em seus negócios. Quem está indo bem tem o papel de ajudar.

Eu sou próximo de empreendedores de Curitiba que estão já em um bom nível de crescimento. A diferença é que a gente não se reúne mais para o churrasco, agora compartilhamos tudo num grupo de WhatsApp. Em vez de almoçar, tomamos café via Zoom juntos. A vantagem é que agora não é preciso viajar para construir um relacionamento novo com outros locais. É só fazer uma chamada, então as conexões aumentam. E isso sofistica o ecossistema, porque há mais conexões e possibilidades, mas no final do dia, tudo funciona igual.

Muito da atividade da Olist pode ser afetada com a reabertura do comércio e a retomada de uma vida "normal". Mas ninguém sabe quando isso vai acontecer. Como é planejar o futuro?
Há premissas que não mudam. O comércio é calcado em três pilares: conveniência, qualidade e preço. Ninguém vai acordar no futuro querendo pegar fila por um produto caro e ruim. E o lojista sempre vai precisar vender. Nosso plano é baseado nisso: conectar o lojista ao consumidor que quer comprar. Onde estamos focando agora? Em melhorar a logística. O consumidor ficou mais exigente com o e-commerce, porque está comprando mais online. Ele quer preço menor, taxa de entrega menor, frete rápido. É hora de pisar fundo no acelerador para isso, independentemente do que pode acontecer - a menos que a internet global pare de funcionar, aí seria um problema. Mas é um cenário pouco provável, então seguimos em frente. Quem não faz isso corre o risco de ficar parado no tempo e deixar oportunidades passarem. E há um ponto importante: há certas categorias em que o e-commerce não vai voltar mais ao que era antes. As pessoas aprenderam a comprar online e perceberam conveniência, então não vai voltar atrás.

Há quem afirme que o crescimento do e-commerce leva a uma concentração cada vez maior - pequenos lojistas fechando, grandes varejistas online ganhando espaço. Em vez de comprar na livraria local, compra-se na Amazon. Isso seria ruim para a Olist. O que o sr. vê nesse cenário?
Vejo de outra forma. Isso faria sentido se o marketplace não existisse. Quando se abre esse tipo de plataformas, a economia está sendo aberta para o pequeno poder participar. Claro, o pequeno não vai ter sucesso se entrar no digital para vender a mesma coisa que uma loja grande. O pequeno vai vencer nas três premissas básicas - e, em especial, se souber trabalhar no seu local. Um lojista que entra num marketplace tem que focar em ser o dono de sua região, seja um bairro ou uma cidade, aproveitando a vantagem logística de estar perto do consumidor. E as grandes plataformas querem fortalecer essa lógica, até porque é uma cauda longa difícil de administrar. Não há investimento de uma grande empresa que sustente a venda de itens de nicho, mas este é um espaço para o pequeno entrar. E ainda há muito espaço para crescer, em áreas como atendimento, por exemplo. Cuidar do pós-venda ou fazer uma caixa de envio legal pode fazer a diferença. Não é ciência de foguetes, é algo básico, mas é suficiente para se destacar. E é bom lembrar que leva tempo para construir uma presença online, da mesma forma como leva tempo para deixar uma loja física funcionando bem. E o papel da Olist é ajudar o pequeno a se conectar com o mundo - primeiro, no quarteirão e no bairro dele, mas depois para todo o Brasil -, reduzindo essas complexidades.

(Fonte: Bruno Capelas e Giovanna Wolf) - 21/07/2020
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O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.