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Notícias na Santa Ifigênia

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SAMSUNG APRESENTA GALAXY Z FOLD3 5G E O GALAXY Z FLIP3 5G DE ATÉ R$ 13,8 MIL

Segundo a fabricante, os modelos têm maior resistência e durabilidade do que as versões dobráveis anteriores. No Brasil, a pré-venda começará amanhã e as vendas em 8 de outubro

A Samsung apresentou hoje, 15, as novas versões dos celulares dobráveis Galaxy Z, com o Galaxy Z Fold3 5G e o Galaxy Z Flip3 5G que custam entre R$ 7 mil e R$ 13.800. De acordo com a fabricante, os modelos são mais duráveis e resistentes do que seus antecessores, inclusive à água. A pré-venda dos smartphones começa amanhã, 16, no Brasil, enquanto as vendas só terão início no dia 8 de outubro.

A partir de uma função Sweeper aprimorada, as cerdas dentro da dobradiça são mais curtas, ajudando a repelir a poeira e outras partículas. Ambos aparelhos foram construídos com tecnologias anti-impacto e, segundo a Samsung, com o alumínio mais forte já usado nos smartphones da fabricante. Eles dispõe do vidro resistente Corning Gorilla Glass Victus. Por fim, possuem certificação IPX8, o que garante proteção contra respingos e acidentes na água.

GALAXY Z FOLD3 5G
O Galaxy Z Fold3 5G dispõe de processador Snapdragon 888, GPU Adreno 660 e sistema operacional Android 11. Desdobrado, o display Infinity Flex mede 7,6 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

Uma baixa densidade de pixels sobre a câmera esconde a divisão da tela quando o usuário assiste a um vídeo, joga ou navega nas redes sociais. A tela é multi-tarefa, permitindo que o dono utilize mais de um aplicativo ao mesmo tempo.

O dispositivo conta com câmera tripla traseira, sendo uma principal, uma ultra-wide e uma de zoom, todas com 12 MP. A lente frontal tem 10 MP.

Com 12 GB de RAM, o aparelho está disponível com memória interna de 256 GB por R$ 12.799 ou de 512 GB por R$ 13.799. A bateria dupla tem capacidade de 4.400 mAh.

Além do Wi-Fi 6, a o Galaxy Fold3 5G também é compatível com a caneta S Pen da Samsung. Dentre suas funções, a caneta permite fazer anotações durante chamadas de vídeo, por exemplo.

GALAXY Z FLIP3 5G

Com design pensado para caber no bolso, o usuário pode compactar o celular por meio do Modo Flex, que permite a divisão de tela. Assim, vídeos ficam na metade superior e controle de programa, como brilho e volume, na metade inferior. O modo também funciona como tripé ao ser dobrado parcialmente sobre uma superfície. O dispositivo tem tela de 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. Diferentemente do modelo anterior, o modelo Flip não oferece suporte para Wi-Fi 6.

Na versão de 128 GB de memória interna, o aparelho custa R$ 6.999 e, na de 256 GB, R$ 7.499. O Galaxt Z Flip3 5G também é equipado com chipset Snapdragon 888, GPU Adreno 660 e sistema operacional Android 11, mas sua memória RAM é de 8 GB. Por fim, possui bateria dupla de 3.300 mAh. Detém ainda uma câmera principal de 12 MP e uma ultra-wide de 12 MP, enquanto a lente frontal tem 10 MP. (Com assessoria de imprensa)

(Fonte: DA REDAÇÃO ) - 16/09/2021
O que é upselling e cross-selling em uma loja virtual?

Estratégias de crescimento de vendas; entenda o que é up selling e cross selling, quais vantagens trazem para o negócio e os cuidados a tomar

Principalmente com a pandemia, muitas empresas encontram nas lojas virtuais uma nova oportunidade de crescimento. No entanto, essa expansão do mercado online fez com que o setor se tornasse mais competitivo, sendo necessária a utilização de estratégias de crescimento de vendas. Entenda o que é upselling e cross-selling e como as duas técnicas podem ajudar negócios online.

O que é Upselling?
Como o próprio nome já diz, upselling é a estratégia que incentiva o cliente a fazer um upgrade, ou seja, escolher um produto melhor do que aquele que estava visitando ou tinha inserido no carrinho de compras.

Por exemplo, se você está comprando um fone de ouvido em determinado e-commerce, poderá ver no carrinho de compras uma chamada do tipo: "Por mais x reais, leve o novo fone da marca x".

Ou, em um exemplo mais comum, quando você vai comprar um lanche ou uma pizza, é comum os estabelecimentos oferecerem, na hora da finalização do pedido, a opção de um produto maior do que está comprando por x reais a mais.

Mas a técnica não é utilizada apenas para produtos físicos. Serviços e softwares também a utilizam, seja para assinar o modelo Pro de um aplicativo ou ter um serviço e atendimento mais completo e especializado.

O que é Cross-selling?
Já o cross-selling, também conhecido como venda cruzada, consiste em oferecer ao consumidor produtos relacionados e complementares àquele que ele está interessado em comprar.

Por exemplo, se você vai comprar um smartphone, algumas lojas oferecem produtos que complementam a essa compra principal, como uma capinha, uma película ou até mesmo um fone de ouvido.

Geralmente essas ofertas aparecem com as seguintes chamadas: "Frequentemente comprados juntos"; "Quem comprou este também viu"; "Leve também"; e "Você também pode se interessar".
Por que usar essas estratégias em uma loja virtual?
Devido à falta de contato com o produto e um vendedor dentro de uma loja virtual, utilizar essas estratégias de vendas pode fazer a diferença, afinal mais do que incentivar a compra de mais artigos, o upselling e o cross-selling também oferecem uma experiência de compra mais completa.

Desta forma, é possível destacar as seguintes vantagens que as duas estratégias oferecem tanto para o vendedor quanto para o consumidor final:

Experiência de compra: como já citado anteriormente, com essas estratégias o consumidor passa a ter uma experiência completa, pois o e-commerce oferece o que ele precisa no momento que ele precisa.
Identificação do comportamento: fica mais evidente para o vendedor o que o consumidor deseja e, ao mesmo tempo, o consumidor se sente compreendido pela loja.
Destaque para outros produtos: principalmente com a estratégia cross-selling, é possível mostrar aos consumidores outros produtos que a loja oferece, o que faz eles conhecerem outras possibilidades.
Aumento do lucro: o vendedor consegue aumentar as suas possibilidades de vendas ou garantir um ticket mais alto, uma vez que as estratégias fazem o papel dos vendedores de uma loja física.
Fidelização de compra: a partir de uma experiência completa, que evidencia bons produtos e que atende às necessidades dos consumidores, fica mais fácil garantir a fidelização e a recorrência.
Importante destacar que, apesar de todas essas vantagens, as duas estratégias devem ser bem aplicadas. As ofertas precisam fazer sentido e serem apresentadas com naturalidade para que o consumidor veja valor na proposta e o ambiente de compra não se torne poluído.

Bitcoin rompe os US$ 50 mil, 100k é o próximo destino?

O bitcoin, a primeira e maior criptomoeda do mercado, voltou a apresentar tendência de alta nas últimas semanas, quando o seu preço disparou da sua mínima anual, localizada próximo aos US$30 mil. Seria os 100k a próxima grande resistência?

A resistência no ponto 0.618 da Retração de Fibonacci, localizada em US$51.100, foi rompida ontem. Analistas têm apontado que este rompimento poderia fazer o BTC testar a sua máxima histórica, localizada nos 64k.



Outro evento técnico que deve ocorrer já nos próximos dias é o rompimento da média móvel de 50 e 200 dias no gráfico diário. Este movimento, também conhecido como golden cross (cruz dourada), costuma preceder altas acentuadas no preço do BTC.



A última vez que isso ocorreu foi em maio de 2020, quando o bitcoin era negociado abaixo dos US$10 mil. Após meses no vermelho, o índice de medo e ganância voltou para a zona verde. Isso indica que os players voltaram com o otimismo em torno do mercado de alta.

100k é logo ali?
A grande maioria dos analistas tem previsto o preço do bitcoin acima dos 100 mil dólares para este atual ciclo de alta. Alguns modelos mais otimistas, como o Stock-to-Flow X, colocam o BTC acima dos US$200 mil.

De fato, se considerarmos o atual estado de excessão da economia global, com governos destruindo o poder de compra das moedas fiduciárias, o bitcoin surge como um ativo de proteção contra as inseguranças e instabilidade do atual sistema monetário, além de uma aposta para o futuro do dinheiro.

(Fonte: Por João Victor) - 08/09/2021
ANATEL PENSA EM CRIAR SELO PARA MEDIR QUALIDADE DAS REDES

Certificação já está na pauta, segundo contou Emmanoel Campelo, conselheiro da agência reguladora. Feninfra também cria selo para o setor, que vai aferir a qualidade do trabalho técnico e adequação às leis trabalhistas.

A criação de um selo de qualidade de rede, que irá, de certa forma, gerar um ranking das prestadoras, está na pauta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A informação é de Emmanoel Campelo, conselheiro da agência reguladora, que participou nesta sexta, 3, de debate promovido pela Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática).

“Eu já havia sugerido isso na Anatel, há um tempo, mas agora surge uma demanda para se criar um selo de qualidade de rede. Estamos debatendo como fazer isso”, falou Campelo.

Ele manifestou urgência. “Já tive reunião demonstrando essa preocupação. É um problema hoje e vai ser um problema maior amanhã, então precisamos cuidar dele agora”, disse o conselheiro da Anatel.

“Mas a ideia é fiscalizar a qualidade da rede também do ponto de vista físico, não lógico, como vínhamos fazendo”, completou.

Atualmente a agência se prepara para colocar em funcionamento novas regras de qualidade para a prestação de serviços, sob a ótica do consumidor. Tais regras foram aprovadas no âmbito do Regulamento de Qualidade (RQual).

CERTIFICAÇÃO
Campelo se manifestou após Vivien Suruagy, presidente da Feninfra, dizer que a entidade vai certificar empresa do setor com um selo. “O selo Feninfra trata de evolução. É uma certificação de que a empresa demonstra capacidade técnica e respeita normas trabalhistas”, falou Suruagy.

De acordo com ela, com o selo a empresa certificada terá maior reconhecimento no mercado e maior respaldo dos contratantes. “Mas a ideia é também combater a informalidade e a abertura de empresas clandestinas”, concluiu a presidente da Feninfra.

(Fonte: José Norberto Flesch ) - 08/09/2021
35% da Geração Z brasileira compra criptomoedas, aponta estudo

Nova pesquisa revela que 35% dos jovens entre 13 e 24 anos no Brasil já compram criptomoedas; entre quem possui, maioria vê oportunidade de investimento e uso prático

Chamados de "nativos digitais", os jovens entre 13 e 24 anos de hoje, que compõem a Geração Z, demonstram grande interesse em criptomoedas. De acordo com uma nova pesquisa da Yubo, rede social de live streaming e vídeo voltada para essa faixa etária, 35% dos adolescentes e jovens adultos brasileiros compram ou já compraram moedas digitais. Contudo, metade dos participantes não acreditam que elas sejam tão confiáveis quanto dinheiro tradicional.

O Brasil vem se demonstrando um mercado cada vez mais aberto às criptomoedas de uma maneira geral. Naturalmente, os jovens mais familiarizados com a tecnologia são particularmente atraídos para formas digitais de dinheiro. Assim, o país já ocupa a 16ª posição entre os que mais utilizam moedas e ativos digitais no mundo todo, com quase 3 milhões de usuários, de acordo com dados da plataforma Crypto.com.

Segundo a CEO da Yubo, Sacha Lazimi, os jovens estão cada vez mais cientes do valor do dinheiro e abertos a suas novas formas. "Seu gosto pela inovação e facilidade de interação online os tornam muito abertos a criptomoedas e moedas virtuais. Eles estão muito confortáveis com isso e podemos ver que esse uso está evoluindo e não se limita mais às transações do mercado de ações. Eles integram isso em sua vida cotidiana", disse em comunicado à imprensa.

Sua conclusão é embasada na recente pesquisa realizada pela Yubo. A plataforma questionou aleatoriamente 1269 jovens brasileiros de 13 a 24 anos entre os dias 07 e 08 de agosto. O estudo destaca que existem ao menos cinco motivos para que a Geração Z esteja negociando criptomoedas e aplicando seu dinheiro em ativos digitais: investimento a longo prazo, substituição monetária, confiabilidade, expectativas futuras e uso cotidiano.

Criptomoedas são vistas principalmente como investimento
A Yubo descobriu que, dos mais de mil jovens questionados, 35% deles já compra ou comprou criptomoedas em algum momento. Desse percentual, 25% as compram com expectativa de lucrar muito conforme elas se valorizam, enquanto 12% vê na tecnologia uma forma mais fácil de investimento e 10% se deixou levar e adquiriu alguma moeda digital por estar "na moda". Metade dos entrevistados afirmaram que já conheciam o universo cripto e 25% deles possuem bitcoin (BTC), ether (ETH) ou hathor (HTR).

Jovens acreditam que criptomoeda é "moeda do futuro"
Os achados também contemplam as expectativas que esses jovens têm sobre a evolução dessa tecnologia. 45% dos questionados acreditam que as criptomoedas substituirão o dinheiro tradicional em algum ponto. Além disso, metade deles também entendem que uma moeda digital é tão confiável quanto a fiduciária. O maior consenso é de que elas são o futuro da economia, conforme indicado por 75% dos entrevistados.

26% da Geração Z brasileira vê uso prático e cotidiano
Outro olhar interessante que a Geração Z tem sobre formas digitais de dinheiro é o seu uso prático e cotidiano. 35% dos questionados disseram que gostariam de receber salários em criptomoedas, enquanto 38% ainda preferem moedas tradicionais. Mas o mais interessante é que um percentual considerável dos participantes da pesquisa já usam moedas digitais para transações e pagamentos.

Do percentual de jovens que possuem algum tipo de criptomoeda, 11% disseram que já compraram jogos, filmes e aplicativos com elas, 3% as usam para assinaturas, 2% as custeiam despesas escolares, 1% pagam por serviços em nuvem e outro 1% por produtos como eletrodomésticos e eletrônicos. Por fim, 8% afirmaram que as usam para outras finalidades.

(Fonte: Bruno Ignacio - Tecnoblog) - 24/08/2021
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