As capas de celular são indispensáveis para quem deseja durabilidade, mas dependendo da queda, podem não proteger totalmente seu aparelho. A tela, por exemplo, é uma área que não fica protegida,
podendo te causar um prejuízo enorme em caso de um incidente.
Para resolver esse problema, o estudante de engenharia Philip Frenzel desenvolveu uma capinha que funciona como um airbag para seu celular. Batizada de ADCase (“AD” para “active damping”, ou
amortecimento ativo), a capa ninja, como já é conhecida, é ativada com a ajuda de sensores.
Eles indicam quando o celular está caindo e fazem com que as molas presentes dentro do acessório liberem um conjunto de pés. O objetivo é reduzir o impacto e evitar que o aparelho se choque
diretamente com o chão ou qualquer outra superfície.
Além da proteção, a capa também oferece uma bateria extra para o celular, que pode ser carregada por cabo ou por indução.
Segundo Frenzel, a ideia de criar uma proteção para smartphones surgiu após uma experiência pessoal. Seu iPhone caiu do bolso, ficou com a tela quebrada e, mesmo após o conserto, não voltou a
funcionar como antes.
O estudante patenteou o acessório e deverá lançá-lo em breve no Kickstarter. Ainda sem preço definido, o item deverá ser compatível com iPhone 6 e superiores. Veja a ADCase em ação:
Aplicativo tem uma série de funcionalidade que podem facilitar a vida dos usuários
Sendo o mensageiro mais popular da atualidade (com mais de 1,5 bilhão de usuários mensais), o WhatsApp está em constante renovação. Recursos e novidades chegam a todo instante por meio de atualizações, seja no Android ou no iOS, e então
a gente decidiu selecionar algumas das funcionalidades mais úteis do aplicativo que estão ativas em 2018:
Backup automático
Fazer backup de suas conversas do WhatsApp faz sentido ao considerar dois fatores: guardar conteúdos e liberar espaço do armazenamento do aparelho. Ainda, o backup é útil para quando você trocar de smartphone, levando todo o arquivo de
conversas do aparelho antigo para o novo.
Você pode configurar o app para para fazer backups automaticamente todos os dias, uma vez por semana ou uma vez por mês. Basta acessar os Ajustes (ou Configurações) do WhatsApp, clicar em "Conversas", "Backup de Conversas" e acionar a
opção "Auto Backup".
Foto: Canaltech
Ali, você escolhe a periodicidade do backup automático, e também pode selecionar a opção para incluir os vídeos recebidos nesse armazenamento automático. No iOS, os backups são enviados para o iCloud; já no Android, eles vão para o
Google Drive.
Então, ao trocar de smartphone, basta instalar novamente o mensageiro para que ele recupere os conteúdos anteriormente salvos.
Liberando espaço de armazenamento
Você pode conferir exatamente quanto espaço cada conversa está ocupando em seu celular. Ao acessar os Ajustes, tem uma opção chamada "Uso de dados e armazenamento". Ali, você configura se o WhatsApp vai baixar automaticamente fotos,
áudios, vídeos e documentos (e, caso positivo, se isso acontece apenas no Wi-Fi ou também no plano de dados).
Foto: Canaltech
Rolando a tela até o final, há a opção "Uso de armazenamento". É aqui que você confere o espaço que cada chat está ocupando. Ao clicar naquele grupo que troca muitos memes, você vê as estatísticas de tudo o que o tal grupo está
consumindo de seu espaço interno.
Foto: Canaltech
Ao clicar em "Gerenciar", é possível limpar tudo, ou somente os itens desejados.
Foto: Canaltech
Mas atenção: caso não queirar perder para sempre aquele histórico, é preciso fazer o backup antes de limpar o histórico de suas conversas.
Arquivando chats antigos
Já se você não quer excluir uma conversa antiga de um grupo que já não tem mais tanto movimento, mas não quer que ela fique poluindo sua lista de chats, é possível arquivar tudo isso sem sair do grupo. No iOS, é só deslizar o dedo em
cima da conversa (da direita para a esquerda) e, então, clicar em "Arquivar".
Foto: Canaltech
Já no Android, o processo exige que você abra a tela de conversas, pressione o chat desejado para, então, tocar em "arquivar".
Notificações personalizadas
Seja no Android ou no iOS, é possível configurar um toque diferente para cada conversa do WhatsApp. É só abrir a conversa, ou grupo, e clicar lá em cima no nome do chat (que será o nome do contato, ou o nome do grupo). Então, várias
opções de personalização aparecerão — uma delas é a "Personalizar toque".
Foto: Canaltech
Então é só escolher o som desejado para cada conversa e salvar!
Editar fotos e vídeos antes de enviar
Você sabia que pode enviar fotos e vídeos com filtros, stickers, desenhos à mão e mais, sem precisar usar outro app para isso? Ao escolher uma foto ou vídeo para enviar pelo "Whats", aparece um menu superior na prévia da imagem, que tem
justamente as opções de edição. Para adicionar filtros, é só deslizar o dedo na tela de baixo para cima.
Antes e depois da edição
Foto: Canaltech
Edição feita, é só apertar no botão de enviar!
Favoritando mensagens importantes
Em grupos de trabalho, por exemplo, ou no grupo que foi criado para discutir uma tarefa da faculdade, muitas mensagens importantes são trocadas, mas com tanta gente falando ao mesmo tempo elas podem ficar perdidas no histórico. Só que
você pode favoritar aquelas que forem realmente importantes, acessando-as rapidamente quando precisar.
Ao abrir o chat em grupo, pressione a mensagem que deseja favoritar, marcando-a com a estrelinha.
Foto: Canaltech
Então, toque no nome do grupo (que fica no topo da tela) para acessar o menu de configurações deste grupo específico. Ali, há uma opção chamada "Mensagens marcadas": é ali que fica tudo o que você favoritou.
Foto: Canaltech
Você também pode fixar chats importantes na lista de mensagens. Ao deslizar o dedo da esquerda para a direita em cima de uma conversa, duas opções aparecerão: "marcar como não lida" e "fixar". Ao fixá-la, ela ficará no topo de sua lista
de mensagens.
Foto: Canaltech
Mensagens com formatação
Não é algo tão óbvio assim, mas é possível enviar mensagens com formatação pelo WhatsApp. Como ele não tem um menu para selecionar negritos e itálicos, a coisa fica um pouco escondida, mas é facinho!
Para enviar uma palavra em negrito, basta que ela esteja entre asteriscos. Já para deixá-la em itálico, ela precisa estar entre underlines. Para deixar a palavra riscada, basta que ela esteja entre dois símbolos de "til".
Foto: Canaltech
Silenciar conversas chatas
Sabe aquele parente chato que só manda meme sem graça? Ou aquele grupo em que o incluíram, mas que não é do seu interesse, mas vai pegar mal se você sair dele? Silencie todos!
Ao tocar no nome da conversa (que fica lá no topo do chat aberto), mais uma vez você verá aquele menu de personalização. Ali, há uma opção chamada "silenciar".
Foto: Canaltech
Você pode dar um "mute" no chato de galocha por oito horas, uma semana ou um ano. Quando receber novas mensagens de tal contato ou grupo, nenhuma notificação será exibida — mas você pode acessar a conversa normalmente, ao abrir o app
quando bem desejar.
Rapidamente delete mensagens enviadas
Antes que a pessoa visualize sua mensagem, caso você se arrependa do que mandou logo depois de apertar o "enviar", você pode impedir que ela veja aquela mensagem. É só abrir correndo o chat e pressionar a mensagem que deseja apagar.
Então, no menu que aparece, é só escolher a opção "apagar".
Foto: Canaltech
Você pode deletá-la somente para você, ou para todos — ao escolher esta opção, o contato que recebeu a mensagem só visualiza a informação de que "esta mensagem foi apagada", sem saber do que ela se tratava.
Foto: Canaltech
Envie mensagens sem as mãos
No Android, você pode usar o Google Assistente para enviar mensagens pelo WhatsApp por comandos de voz. O mesmo vale no iPhone, com a Siri. É um recurso bacana para quando você precisa enviar um recado urgente, mas por qualquer razão que
seja não pode parar para pegar o celular e digitar manualmente.
Basta abrir o Assistente ou a Siri e dar o comando "Enviar mensagem no WhatsApp". Então, você precisará informar para qual contato a mensagem será enviada, seguido pelo conteúdo.
Só que, se você usa iOS, saiba que a Siri ainda não é lá muito eficaz nesse tipo de coisa. Em nosso teste, falamos pausadamente o conteúdo da mensagem (que seria "teste de mensagem por voz"), mas a Siri entendeu que a gente estava
pedindo que ela mudasse a sua voz...
Deu ruim
Foto: Canaltech
WhatsApp pela web
Nem sempre a gente pode pegar o smartphone para usar o mensageiro quando estamos em frente ao computador, trabalhando, por exemplo. Só que o WhatsApp tem uma versão web que permite acessar suas mensagens e respondê-las sem tirar o
celular do bolso.
Isto é: você precisará do aparelho para validar o QR Code. No aplicativo do celular, abra o menu de Ajustes para acessar a opção "WhatsApp Web/Desktop". Ali, toque em "Escanear Código QR". Então, ao abrir http://web.whatsapp.com no
navegador do desktop, é só apontar a câmera do WhatsApp para o código na tela e a validação é feita, liberando o acesso.
Criptomoedas são o método de pagamento do futuro. As moedas digitais estão a mudar a forma como as pessoas lidam com negócios e como interagem com dinheiro. Desde a grande explosão da Bitcoin, temos visto cada vez mais criptomoedas a
entrarem no mercado, e consequentemente, a sua popularidade como forma de pagamento tem aumentado drasticamente. Até recentemente, criptomoedas passavam despercebidas para o mercado financeiro, mas com o crucial aumento do valor da
Bitcoin, os olhares ficaram postos nas moedas digitais. Em 2017, a Bitcoin viria a aumentar de valor exponencialmente, chegando ao fim do ano a atingir quase 20 mil dólares por 1 Bitcoin.
A Bitcoin é uma moeda digital que se pode obter através da resolução de pequenos algoritmos na internet (técnica conhecida também como “mining”), ou através de investimentos no mercado de trocas. Com o impressionante aumento do valor da
Bitcoin, mais moedas digitais têm surgido em diversas plataformas como outros métodos para proceder com uma transação online, o que certamente viria a despertar o interesse de diversas indústrias para considerar esta moeda como um
potencial meio de pagamento. Bitcoin, tal como Litecoin, MintChip ou Ripple, tem as suas vantagens, pois como uma moeda digital, não existe nenhuma entidade
governamental que tenha controlo sobre o valor da mesma, no entanto, mesmo apesar das suas transações serem feitas de forma encriptada, existe a possibilidade de uma falha de segurança que lhe pode custar bastante dinheiro, mediante o
valor da moeda digital.
A popularidade das criptomoedas viria a forçar diversos comércios a adaptar os seus métodos de pagamento, de modo a poder aceitar as moedas digitais. Desde então, aplicativos para o smartphones e cartões de débito têm surgido para permitir os consumidores utilizarem as suas criptomoedas em público, mais concretamente, em lojas físicas. Para além disso, bastantes plataformas online começaram também
a aceitar as moedas digitais para carregar créditos em contas online ou para fazer outro tipo de transações pela internet. Com o aumento da popularidade deste dinheiro digital, a imensa procura do consumidor para poder utilizar as suas
criptomoedas viria a chegar ao fim com a introdução de todos estes novos sistemas e métodos para os consumidores poderem realizar verdadeiras transações bancárias.
Se o crescimento atual das moedas digitais como a Bitcoin continuar, é de prever que estas se tornem uma moeda dominante até 2030, no
entanto, algo que pode atrasar e ou até mesmo prevenir que criptomoedas tenham este alcance é devido a uma das suas maiores vantagens: a falta de controlo governamental. A verdade é que o facto de que o valor dessa moeda não é controlada
de nenhuma forma, também tem as suas desvantagens, pois o facto de que o valor da moeda pode oscilar tanto ao longo do tempo, torna a moeda um pouco menos viável para utilização. Por outro lado, outras moedas têm sido criadas desde
então, que têm mantido uma valorização mais regular, similar ao dinheiro real.
Invenção da montadora emite sinais luminosos e sonoros, além de contar com uma integração com um aplicativo de smartphone
A Ford anunciou na semana passada um protótipo de jaqueta inteligente para melhorar a segurança dos ciclistas no trânsito. Batizado de Smart Jacket , o produto desenvolvido na Ford Smart Mobility ,
escritório de inovação da montadora em Londres, não só ajuda o ciclista a fazer melhores rotas, como também emite sinais luminosos, sonoros e táteis com a integração a um aplicativo.
A empresa explica que quando o ciclista levanta o braço para avisar que vai virar para a esquerda ou direita, os sinais luminosos presentes na manga, produzidos em LED, acendem como se fosse um
alerta de carro. A jaqueta também conta com um sistema que funciona como uma luz de freio.
Luzes da Smart Jacket (Imagem: Divulgação)
Foto: Canaltech
Segurança
O GPS presente na jaqueta é integrado a um aplicativo de navegação do smartphone, conectado sem fio, que vibra na manga para indicar para qual lado o ciclista deve virar. Tudo isso, claro, sempre
evitando ruas muito movimentadas e cruzamentos.
A jaqueta é conectada a um smartphone (Imagem: Divulgação)
Foto: Canaltech
Posicionado na manga da jaqueta, o smartphone fica visível ao ciclista para que ele possa atender a chamadas, visualizar mensagens e instruções de navegação sem precisar usar as mãos e perder o
foco olhando para o smartphone. Ele pode executar essas atividades apenas usando interfaces sonoras e táteis.
Quem trabalha fazendo entregas com bicicletas ainda pode acessar as mensagens por gestos e comandos de voz.
Smartphone fica posicionado na manga da jaqueta em uma capa transparente (Imagem: Divulgação)
Foto: Canaltech
A jaqueta inteligente da Ford ainda conta com uma tecnologia de fones de ouvido que não anula o som ambiente, garantindo mais segurança ao ciclista. Os acessórios transmitem o som através de
vibrações nos ossos do rosto, deixando os ouvidos livres para captarem os sons dos locais.
Mobilidade
Desenvolvida em parceria com a Lumo, marca de roupas para ciclistas, e com a Tome, especialista em softwares de mobilidade, a Ford conta que o projeto é um grande passo para a inovação.
"Na Ford, queremos ajudar a tornar a mobilidade nas cidades mais segura, confiável e livre, tanto para as pessoas como para os produtos. O protótipo da jaqueta inteligente nos ajuda a entender
melhor como os diferentes usuários do ecossistema urbano - ciclistas, carros e pedestres - podem coexistir com a aplicação de tecnologias inteligentes, gerando aprendizado para futuros projetos",
conta Tom Thompson, líder da iniciativa.
O projeto faz parte da campanha "Compartilhe a Estrada", que conta com o apoio da Ford, e também cumpre o "desafio da última milha", que dá nome ao último trecho do deslocamento de pessoas,
mercadorias e serviços em grandes centros urbanos que sofrem com o congestionamento, gerando maiores custos.
A jaqueta inteligente da Ford ainda não conta com previsão de lançamento.
A revelação de uma nova geração de iPhones só deve acontecer em meados do segundo semestre, mas ela deve conter o maior aparelho da linha em sua história. Pelo menos, é o que apontam novas
informações liberada pela Olixar, uma marca de acessórios e películas de proteção que, tradicionalmente, vaza novidades sobre os smartphones da Maçã antes da hora.
Na última semana, ela teria dado início à produção de equipamentos para a linha 2018 de iPhones, de forma a garantir que eles estejam nas lojas junto com o lançamento dos aparelhos. As informações, então, confirmam alguns rumores antigos (como o que indicava uma família composta por três modelos em tamanhos diferentes) e desmentem outros, como o de que a Apple estaria trabalhando em uma edição diminuta do iPhone X, aos moldes do modelo SE.
Os rumores apontam para dispositivos com telas de 5,8, 6,1 e 6,5 polegadas, esse último sendo o maior já lançado pela Apple. Ao contrário do que se esperava, todos devem usar o mesmo estilo de tela do iPhone X, com um display que ocupa a maior parte da parte frontal e sem um botão físico, além da reentrância que tanto chamou a atenção no lançamento original.
Películas da Olixar revelam design geral da nova geração de iPhones (Foto: Reprodução/Mobile Fun)
Foto: Canaltech
Chama atenção, nos conceitos, o fato de o alto-falante da versão menor, com 5,8 polegadas, ficar mais acima em relação a todos os outros, o que indicaria uma tentativa ainda mais evidente de
maximizar o tamanho da tela, mesmo na edição mais diminuta. Os rumores, entretanto, não entram em detalhes, deixando de confirmar, por exemplo, se essa seria a versão a, ainda, contar com display LCD, enquanto os dois irmãos maiores já chegariam ao mercado com componentes OLED.
Não apenas películas protetoras estariam sendo fabricadas pela Olixar, mas também capas e "carteiras" para os novos aparelhos. Os rumores, então, ganham credibilidade pelo simples fato de que nenhuma empresa iniciaria um processo desse tipo com base em rumores - e também pela ideia de que, normalmente, empresas dessa categoria recebem informações privilegiadas sobre design para que seus acessórios possam, justamente, estar disponíveis nas lojas no momento do lançamento de uma nova geração.
Restam dúvidas, então, sobre a parte traseira, principalmente quanto ao tipo de câmeras a serem utilizadas. Um dos fatores de "economia" que propiciaria o lançamento de iPhones com preços mais baixos seria, por exemplo, a exclusão de sensores triplos nos modelos inferiores, algo que ainda não foi confirmado pela Olixar, mas que aparece em rumores vindos de diferentes fontes.
A Apple, é claro, mantém o silêncio sobre o assunto. Mesmo se provando incapaz de conter os vazamentos, a Maçã sempre procura falar sobre os lançamentos em seus próprios termos, realizando eventos em que exibe o iPhone para o mundo e revela especificações, características de design e data de lançamento. Tudo isso deve vir no segundo semestre, mais provavelmente em setembro, que é quando a empresa, tradicionalmente, realiza a apresentação de seus novos smartphones, que chegam às lojas nas semanas seguintes.










