O modelo mais simples da Samsung com resolução 4K tem boa qualidade de imagem e software que se destaca
Aos poucos, a resolução 4K deixou de ser luxo para se tornar um padrão de mercado. A opção mais simples da Samsung para atrair os consumidores que estão querendo sair do Full HD pela primeira vez é a MU6100, um televisor sem firulas, com tamanhos de 40 a 75 polegadas e preços que já começam na faixa dos 2 mil reais.
Mas será que a TV 4K acessível da Samsung consegue oferecer uma boa experiência? A qualidade de imagem é boa, ou só impressiona pelo número de pixels? O Tizen é uma plataforma interessante de Smart TV? E o som? Depois de algumas semanas consumindo conteúdos na MU6100, senta que eu conto todos os detalhes nos próximos minutos.
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Design, conexões e controle remoto
O design da Samsung MU6100 de 55 polegadas é básico, mas funcional. Ele segue algumas tendências de mercado, então as bordas são bem finas para dar foco ao conteúdo e a espessura também agrada, o que deve satisfazer tanto quem coloca o televisor na estante quanto no suporte de parede.
A base é construída em plástico com um acabamento que lembra metal. Ela tem formato de “V” e me deixou meio dividido: as perninhas são voltadas para frente e, para mim, ocupam mais espaço do que deveriam. Além disso, como o peso fica concentrado no centro, a TV balança um pouco se você tocar nela. Em condições normais, de qualquer forma, isso não deve ser um problema.
As conexões estão principalmente na direita, com três entradas HDMI, duas USB, uma entrada de cabo coaxial com suporte ao padrão brasileiro de TV digital, uma saída de áudio óptica e uma porta Ethernet. Todos os meus testes foram realizados enquanto conectado a uma rede Wi-Fi 802.11ac de 5 GHz, sem nenhum problema de instabilidade.
Em resumo, no quesito conectividade, a Samsung não fez nada mais que a obrigação em um equipamento de entrada. As portas são suficientes para conectar um videogame, um set-top box (se você realmente achar necessário) e o decodificador da TV por assinatura. Se quiser ligar mais alguma coisa, tem que fazer um esforço para trocar os cabos ali atrás.
O controle remoto da Samsung me agrada porque é simples e compacto, sem um monte de botões que a gente encontra em vários modelos da Sony, TCL ou
Panasonic. Talvez você se confunda no começo só com os botões de volume e troca de canal, porque eles são diferentões, funcionando como joysticks (dá para movê-los para cima ou para baixo).
É um controle bastante funcional, que responde bem, mas que não tem suporte a comandos de voz como em alguns modelos mais avançados da Samsung.
Qualidade de imagem
Antes de falar da qualidade de imagem, é bom lembrar que a linha brasileira de TVs da Samsung é confusa e um pouco diferente do resto do mundo. A base da MU6100 brasileira é a mesma da MU6300 americana. E, dentro da MU6100, existem tanto versões com painel VA quanto com IPS, dependendo do tamanho (tem 40, 43, 49, 50, 55, 65 e 75 polegadas). O meu review leva em consideração a MU6100 de 55 polegadas (VA).
Dito isso, a Samsung entrega uma boa imagem, dentro do que se espera de uma TV de entrada. A reprodução de cores é satisfatória, sendo possível enxergar nuances de gramas no estádio de futebol, mas nada muito além: se você é mais exigente e tem olhos treinados, não vai encontrar a melhor qualidade do mundo.
Mas a MU6100 já está em um nível que eu julgo suficiente para qualquer pessoa “normal”.
O modo Padrão mostra cores com um tom mais frio, saturação sem exageros e alto brilho. O modo Dinâmico, para satisfazer quem prefere cores mais vivas, perde um pouco de definição nos tons e, na minha opinião, força demais a saturação (tudo fica muito amarelo, muito roxo, muito azul). Mas isso é mais uma questão de gosto; não acredito que exista uma forma correta de assistir à TV.
Os pretos são bons. Como a MU6100 não tem local dimming, nas configurações de fábrica, todo o brilho da tela é reduzido para tentar melhorar a reprodução de tons escuros, mas isso acaba prejudicando o contraste e o brilho, como é normal em televisores de entrada. Só que a uniformidade de preto e cinza é ótima para a categoria, sem inconsistências perceptíveis no backlight, a não ser em testes mais sintéticos.
O brilho também satisfaz: é perceptivelmente melhor que o da TCL P6US, por exemplo. Por ser um painel VA, o ângulo de visão horizontal não é o melhor possível (as LG com tecnologia IPS são superiores nesse aspecto), mas isso não deve ser um problema a não ser em ângulos mais extremos (mais de 45 graus), quando o preto vira cinza e eu já enxergo uma distorção bem chatinha nas cores.
E, claro, o pós-processamento de imagem é simples. Você não deve reclamar se estiver assistindo a um conteúdo em Full HD (o upscaling tem qualidade ok, às vezes força um pouco no sharpening, criando bordas duras ao redor de objetos, mas não deixa muitos artefatos nem ruídos na imagem). Só não espere nada como as imagens suaves da Panasonic EX750B que eu testei recentemente aqui.
Com o modo de jogo ativado, a qualidade da imagem continua boa e o input lag fica em torno dos 20 a 24 milissegundos nos meus testes, o que já é suficiente para ter uma boa experiência em games.
Dentro da categoria, pensando em qualidade de imagem, a MU6100 é uma compra sem erro.
Qualidade de som
Até agora, eu não ouvi uma TV de entrada que tivesse um som realmente bom, mas dá para dizer que a Samsung conseguiu oferecer um áudio um pouco acima da média do segmento.
Em músicas, existe uma boa separação dos instrumentos, evitando o que eu chamo de “bolota de som” em ritmos mais pesados, como rock e metal. Os graves são decentes para a categoria, pelo menos no modo Otimizado, que tenta ajustar o áudio de acordo com o conteúdo que estiver sendo exibido na tela. Quem gosta de fazer ajustes finos pode mexer no equalizador, mas isso não deve ser necessário para quase ninguém.
Como ele não tem subwoofer e o som é emitido por pequenas grades na parte de baixo da tela, sem nenhuma espécie de correção de ambiente por software, não espere uma experiência muito imersiva em filmes. Na MU6100, é bem nítido que uma soundbar elevaria bastante o nível da TV.
Software e funções de Smart TV
O software é certamente um destaque da Samsung. O Tizen tem uma interface bastante intuitiva, prática e organizada. Eu acho que as animações na tela poderiam ser mais fluidas, mas a TV não chega a travar. Aliás, em velocidade de resposta, a Samsung MU6100 é bem melhor que a Sony A1E, que custa dez vezes mais (claro que, naquele caso, a culpa era mais do Android TV do que da Sony).
Os aplicativos abrem rapidamente e existe uma boa variedade deles. Considerando o nada pequeno evento que está acontecendo enquanto eu faço este review, a Samsung destaca o aplicativo exclusivo SporTV 4K na Rússia, que transmite os jogos por streaming. A experiência que eu tive é boa, e o poder do 4K é notável quando a TV mostra um plano mais geral do estádio, quando você consegue enxergar os mínimos detalhes.
Os principais provedores de conteúdo estão aqui. Você vai encontrar Netflix, YouTube, Spotify, Deezer, Amazon Prime Vídeo, Globoplay, Fox e até Google Play Filmes. Na loja da Samsung, tem ainda Globosat Play, TuneIn Radio, Telecine Play e também games por streaming do Gamefly.
Um detalhe interessante é que você pode renomear as entradas de HDMI e, quando você digita, por exemplo, target="_blank"> Apple TV, o software se encarrega de identificar a entrada com o logotipo da Apple TV. O mesmo acontece com um Chromecast. É bacana porque gera uma uniformidade visual e, de quebra, ajuda a encontrar mais rápido o que você quer assistir.
A maioria dos aplicativos é bem desenvolvida e possui integração com a barrinha inferior do Smart Hub, mostrando alguns conteúdos de forma dinâmica. Então, você não precisa abrir primeiro o Spotify, YouTube ou Netflix e só depois procurar o conteúdo: muitas vezes, dá para acessar um filme ou série diretamente ali embaixo, a qualquer momento, e navegar sem interromper o conteúdo que estiver em execução.
Vale a pena?
A Samsung fez um bom trabalho em escolher o que priorizar em uma TV de entrada. A MU6100 de 55 polegadas, que pode ser encontrada no varejo por preços entre R$ 2,9 mil e R$ 3,3 mil no momento em que eu escrevo esta análise, não impressiona em nada, mas também não decepciona em nada.
O design talvez seja o ponto fraco, o que, em uma TV simples, quando é preciso fazer algumas escolhas de cortes de custos, é bom, porque significa que a Samsung não sacrificou a qualidade da imagem, do som e do software, que são características eu julgo mais importantes.
A qualidade de imagem se equipara a uma TCL P6US, que é um dos melhores televisores 4K básicos que eu já tive contato nesse quesito (no entanto, o som era significativamente inferior e o software era péssimo, então a Samsung continua levando vantagem).
O som da MU6100 é bastante satisfatório, e a Samsung capricha no Tizen, que é um software que funciona bem e possui um ótimo ecossistema para o mercado brasileiro, o que era de se esperar, já que a empresa vende metade das TVs do país, facilitando questões como contratos e parcerias.
Se você ainda tem uma televisão Full HD e quer migrar para uma 4K, mas não quer gastar muito, a MU6100 é uma opção interessante, que dificilmente vai causar
algum arrependimento.
Especificações técnicas
Modelo: Samsung 55MU6100
Tamanho do painel: 55 polegadas (138 cm)
Resolução: 3840×2160 pixels
Taxa de atualização: 120 Hz
Tipo de painel: LCD LED (VA)
Tecnologias de imagem suportadas: HDR (HDR10)
Potência dos alto-falantes: 20 watts
Tecnologias de áudio suportadas: Dolby Digital Plus, DTS
Sistema operacional: Tizen
Consumo de energia: 121 watts (médio)
Entradas de vídeo: 3 HDMI (HDMI-CEC), 1 RF, 1 vídeo composto
Saídas de áudio: 1 saída de áudio óptica digital
Outras conexões: 2 USB 2.0, Wi-Fi 802.11ac, Ethernet, DLNA
Dimensões (altura x largura x profundidade): 124,3×71,8×6,3 cm (sem a base) e 124,3×78,7×31 cm (com a base)
Peso: 15,3 kg (sem a base), 15,7 kg (com a base)
Internet para Todos e programas similares foram paralisados por disputa judicial envolvendo satélite brasileiro de banda larga
O programa Internet para Todos e similares devem ser retomados pelo governo. Na segunda-feira (16), a ministra Cármen Lúcia, que preside o Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a liminar que suspendia o contrato que a empresa Viasat estabeleceu com a Telebras para explorar o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento é essencial para os programas públicos de acesso à internet.
Entre essas iniciativas estão o Programa Educação Conectada, para levar internet às escolas, e, de modo mais amplo, o já mencionado Internet para Todos, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para prover serviços de banda larga nos mais variados municípios brasileiros, com prioridade para regiões que contam com infraestrutura precária.
No entanto, uma disputa judicial tem dificultado os avanços dos programas. Em abril, a Via Direta, empresa de telecomunicações com sede em Manaus (AM), conseguiu suspender o acordo entre Telebras e Viasat na Justiça.
Desde então, o SGDC tem ficado quase sem uso.
Satélite subutilizado e prejuízo
É uma situação preocupante, pois, além de afetar os programas para ampliação do acesso à internet, gera grande prejuízo.
href="https://tecnoblog.net/214079/brasil-lanca-satelite-banda-larga/" target="_blank"> O satélite foi lançado em 2017 — após anos de atraso — com custo de R$ 2,78 bilhões para todo o projeto. Só em abril, a subutilização do SGDC gerou prejuízo de R$ 100 milhões. Estima-se que cada dia sem uso faz o rombo aumentar em R$ 800 mil.
Esse imbróglio é consequência de uma disputa complexa. O SGDC é fruto de uma parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Como parte do acordo, a estatal pode explorar o satélite para oferecer serviços públicos de acesso à internet. A confusão começa aqui: a Telebras contratou a norte-americana Viasat, que até então não atuava no Brasil, como parceira para esses serviços.
Cabe à Viasat oferecer suporte e montar a infraestrutura para os programas. Em troca, a empresa pode explorar a capacidade não utilizada do satélite para oferecer serviços próprios de banda larga. O problema é que a Via Direta e entidades como o Sindisat (sindicato das empresas de telecomunicações por satélite) consideram a contratação ilegal.
A Telebras afirma que nenhuma empresa manifestou interesse pela parceria no processo de chamamento público que realizou em 2017. Nessas circunstâncias, a Lei das Estatais permite o recebimento de propostas privadas. Foi assim que a Viasat foi contratada. Chamou atenção, porém, o fato de o contrato firmado ser altamente confidencial.
Para a Via Direta, a escolha da Viasat foi obscura. A empresa de Manaus abriu um processo judicial contra a Telebras alegando que estava negociando a exploração do satélite e já tinha até comprado equipamentos para isso, mas que a estatal rompeu o acordo sem dar explicações.
Via Direta vai recorrer
As disputas judiciais levaram à paralisação do contrato entre Telebras e Viasat. Com a suspensão da liminar pela ministra Cármen Lúcia, programas como o Internet para Todos deverão ser retomados. A necessidade de continuar os programas foi justamente um dos pontos abordados por Telebras e MCTIC no pedido para derrubar a liminar.
Mas isso não quer dizer que a disputa chegou ao fim. A Via Direta afirma que vai recorrer da decisão do STF e que usará todos os meios possíveis para ter o direito de explorar 15% da capacidade do SGDC, outro pedido feito à Justiça.
Aplicativos e acessórios ajudam a melhorar performance da câmera e, de quebra, inspiram maior criatividade
A câmera que fica no seu bolso é aquela que você tende a usar mais e atualmente as melhores câmeras para smartphones já atingiram um patamar de qualidade impressionante. Mas claro, há ainda espaço
para melhorias e criatividade. Pensando nisso, separamos algumas dicas para que você consiga extrair o melhor da câmera do seu iPhone.
Lentes extras para iPhone
As lentes que podem ser presas às câmeras do iPhone podem render efeitos bacanas para as suas fotos. A Olloclip é uma das marcas mais conhecidas em lentes clip-on e oferece kits para a maioria dos
modelos de iPhone, incluindo o último iPhone X. Elas não são as mais baratas, mas são muito bem construídas e produzem fotos extremamente nítidas com lentes que incluem grande angular, macro, olho
de peixe e teleobjetiva.
Essas lentes podem ser usadas nas câmeras traseira e frontal e são acopladas ao iPhone X mesmo que a pessoa tenha protetor de tela de vidro.
Como fazer melhores vídeos
Quem possui um iPhone 5S ou uma versão mais recente, pode gravar vídeos em câmera lenta. Não é muito difícil manter o telefone parado por um curto período de tempo, mas o novo modo de intervalo de
tempo pede que o telefone esteja em um tripé para evitar filmagens tremidas.
Para vídeos com time-lapse, o Muvi X-Lapse é um ótimo gadget. Ele gira lentamente para capturar um panorama de vídeo abrangente. Leva 15 minutos para girar 90 graus, mas pode ser configurado para
girar até 360 graus em uma hora. Ele custa cerca de 15 dólares na Amazon.
Se você tem disponível mais para gastar, você pode investir em um DJI Osmo Mobile 2, que pode dar resultados cinematográficos realmente suaves e, geralmente, filmagens muito mais estáveis.
Como tirar fotos melhores usando apps
Usar somente o aplicativo da Apple pode limitar a criatividade das suas fotos. Outros aplicativos, como o Camera+, oferecem mais controle. O usuário pode, por exemplo, escolher foco e pontos de
exposição separados, focar manualmente ou escolher a velocidade exata do obturador.
Depois de tirar fotos, o Camera+ pode importá-las e o usuário obtém uma grande variedade de aprimoramentos, incluindo o filtro Clarity, que destaca os detalhes da imagem.
Para melhorar as selfies, o YouCam Perfect da CyberLink é divertido, permitindo que a pessoa faça algumas cirurgias cosméticas virtuais e suavize as rugas e manchas.
Para vídeo, o Filmic Pro oferece o tipo de controle manual completo encontrado em uma câmera HD de nível médio. É possível variar a taxa de quadros, focar manualmente, alterar a exposição, ISO,
matiz, entre outros.
Segundo pesquisa da Indra, 76,6% dos consumidores do país valorizam a segurança acima do incômodo que essas medidas possam representar
Os consumidores brasileiros estão entre os que mais se preocupam com segurança na hora de fazer compras on-line, segundo uma nova pesquisa da Indra sobre países da América Latina e Europa.
De acordo com o levantamento da empresa espanhola de consultoria e tecnologia, cerca de três quartos (76,6%) dos brasileiros entrevistados afirmaram que valorizam a segurança acima do incômodo que
essas medidas possam representar.
Logo atrás, aparecem os chilenos, com 76,2%, seguidos pelos consumidores do Peru, com 68,3%, República Dominicana, 68,1%, e México, com 62,5%. Enquanto isso, os registros favoráveis à segurança
foram menores entre os consumidores de Colômbia e Espanha, com 60,2% e 56,4%, respectivamente - veja quadro completo abaixo.
Também vale destacar que aproximadamente um quarto dos consumidores espanhóis (23,4%) afirmam que preferem evitar essas medidas de segurança em troca de pagamentos mais rápidos e cômodos e que “a
segurança é um problema dos bancos e lojas”. Esse percentual também foi alto no México, onde 21,3% concordaram com tal opção – apenas 13,8% dos consumidores brasileiros disseram pensar assim.
Por fim, chama a atenção o fato de 10,9% dos espanhóis apontarem que as medidas de segurança atuais não são suficientes e que é preciso a adoção de novos métodos – o percentual mais alto dessa
resposta, quase o dobro de Brasil e Chile, por exemplo.

Valor registrado entre janeiro e maio é quase o dobro do alcançado pelo setor ao longo do ano passado inteiro, quando o segmento chegou aos US$7 bilhões.
As vendas de moedas digitais pelo mundo alcançaram a marca de 13,7 bilhões de dólares entre janeiro e maio de 2018, de acordo com um levantamento recente feito pela consultoria PwC e pela Crypto
Valley Association. As informações são da agência Reuters.
Conforme aponta o relatório, esse valor é quase o dobro do registrado pelo setor em todo o ano passado, quando o segmento alcançou um total de 7 bilhões de dólares com as vendas de moedas digitais.
ICOs
Entre outras formas, o montante foi alcançado por meio da venda de criptomoedas
nas chamadas ofertas iniciais de moedas (ICOs).
Os EUA lideram os ICOs, tendo registrado 56 vendas de moedas digitais nos cinco primeiros meses deste ano, que movimentaram aproximadamente 1,1 bilhão de dólares. A Suíça lidera na Europa, mas o
Reino Unido vem ganhando espaço neste segmento nos últimos meses.










