Reedição do clássico console lançado em 1994 trará títulos como Metal Gear Solid, Tekken 3, GTA, Rayman, e Resident Evil Directors Cut.
Pouco mais de um mês após anunciar oficialmente a reedição do PlayStation 1, a Sony finalmente revelou nesta segunda-feira, 29/10, os 20 jogos que virão pré-carregados em seu “novo velho console”.
Até então, a companhia tinha liberado apeas os nomes de alguns games.
Chamado simplesmente PlayStation Classic – assim como o NES e o SNES Classic, da rival Nintendo, o videogame trará títulos como Metal Gear Solid, Grand Theft Auto, Final Fantasy VII, Rayman, Resident Evil Directors Cut, Tekken 3, Tom Clancys Rainbow Six e Twisted Metal – confira a lista completa abaixo.
Com lançamento previsto para 3 de dezembro, a reedição do clássico PS1, que chegou ao mercado originalmente em 1994, terá preço sugerido de 100 dólares nos EUA e 100 euros na Europa. Além do console em versão reduzida, o pacote do PlayStation Classic também inclui dois controles.
Lista de games presentes no OS Classic:
Battle Arena Toshinden
Cool Boarders 2
Destruction Derby
Final Fantasy VII
Grand Theft Auto
Intelligent Qube
Jumping Flash
Metal Gear Solid
Mr Driller
Oddworld: Abes Oddysee
Rayman
Resident Evil Directors Cut
Revelations: Persona
Ridge Racer Type 4
Super Puzzle Fighter II Turbo
Syphon Filter
Tekken 3
Tom Clancys Rainbow Six
Twisted Metal
Wild Arms
Avaliação leva em conta processador, câmera e bateria do aparelho
No momento de comprar um novo smartphone, o custo-benefício é um dos fatores determinantes para o consumidor. Pensando nisso, o Promobit, social commerce de ofertas, fez um levantamento dos melhores modelos de celulares disponíveis no mercado e que custam até R$ 1000, levando em conta o processador, câmera e bateria do aparelho. Confira.
Galaxy J7 Pro: O aparelho tem 3 GB de memória RAM, o que permite um bom desempenho mesmo com muitos aplicativos abertos e 3.600 mAh, possibilitando que a bateria dure o dia todo. As câmeras, tanto a frontal quanto a traseira, possuem boa qualidade, entregando fotos com boa resolução. Há pouco tempo, o preço Galaxy J7 Pro sofreu grande queda, sendo possível encontrá-lo em promoções por R$ 989;
Moto X4: O smartphone conta com processador Snapdragon 630, GPU Adreno 508 e 3 GB de memória RAM. Um dos seus diferenciais é a segunda câmera grande-angular, que trabalha com ângulos de captura bem mais amplos que os tradicionais, possibilitando fotos com mais detalhes. Em promoções, é possível encontrar o aparelho por R$ 991;
Moto G6 é o intermediário mais popular da Motorola. Equipado com processador Snapdragon 450, o aparelho não é tão potente quanto outros concorrentes na mesma faixa de preço, mas dá conta das tarefas diárias e trabalha bem com muitos apps abertos ao mesmo tempo. O preço do Moto G6 ainda pode ser considerado alto pelo que oferece, tanto na versão de 32 GB, cujo preço médio é de R$ 800, quanto na versão 64 GB, que sai por R$ 950;
Zenfone Max Plus (M1): Esse modelo chama atenção pela bateria potente de 4.130mAh com carregamento reverso, que permite seu funcionamento como carregador portátil, além da câmera dupla traseira e tela grande. Jogos simples podem ser aproveitados sem restrições. O celular, que tem 32 GB de armazenamento interno, 3 GB de memória RAM e pode ser encontrado por R$ 849;
Meizu M6 Note é uma boa opção para quem deseja ficar conectado durante o dia todo, já que possui uma bateria de 4.000 mAh com carregamento rápido de 18 W. O modelo pode ser encontrado em promoções por R$ 899.
Ter um trabalho em casa e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente, mas há alguns cuidados que você precisa tomar
Nem todo mundo nasceu para trabalhar dentro de uma empresa por vários anos. No Brasil, 32% da força de trabalho é composta por profissionais autônomos. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de 2015, realizada pelo IBGE, o número de profissionais autônomos chegava a 4,3 milhões.
Ter um trabalho em casa, em um escritório próprio ou um coworking, fazer a própria agenda e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente por aí.
Esse desejo de começar o próprio negócio, organizar a própria rotina de trabalho e gerenciar a própria clientela pode ser concretizado sim, mas para isso, algumas atenções devem ser tomadas. A Mastertech, startup que capacita profissionais com habilidades digitais e analíticas, separou a lista com as dicas abaixo.
Pense em você como uma marca
Se você quer realmente trabalhar como profissional liberal, é importante começar a pensar em si mesmo como sua própria marca. Por que razão seus clientes confiariam a você um trabalho? Quais são suas habilidades que te destacam da concorrência? Quanto você custa e quais são as razões para esse valor?
Crie seu próprio conceito sobre o serviço que realiza e se prepare para realizar suas próprias vendas. A maioria das pessoas se afeiçoa às marcas que conseguem se relacionar diretamente com elas. Entenda o seu público e se torne tudo aquilo que eles procuram.
Deixe sua criatividade e determinação pulsarem
Trabalhar como profissional autônomo significa que não terão outras pessoas chegando com contratos fechados para você realizar atividades processuais. Ou seja, você precisa estar pensando no serviço que realiza sempre, fazendo modificações quando necessário, inovando para se adequar ao mercado.
Para que isso aconteça, é importante deixar sua criatividade solta em alguns momentos e forçar a determinação para ir atrás de todas as informações que façam ela fluir ainda mais para trazer valor ao seu negócio. Conhecer o que tem de novo por seu mercado hoje é só um dos requisitos para sobreviver por conta própria. Tem que ter pulso firme para não se distrair pela possibilidade de deixar o trabalho e a gestão para outra hora.
Saiba como fazer seu pitch
Nós já falamos aqui sobre o que é pitch e como essa técnica é eficiente para vender ideias. Colocar a essência do seu negócio em palavras sempre que surgir a oportunidade de se apresentar para um novo cliente é uma habilidade essencial para o trabalho autônomo.
Se essa capacidade de comunicação se unir ao storytelling, ficará ainda mais difícil dizer não para o que você tem a oferecer. Profissionais freelancers e autônomos são seus próprios representantes comerciais, por isso aprender algumas estratégias de gestão para além do seu trabalho não vai fazer mal nenhum.
Conecte-se com pessoas
Se existe uma coisa que você precisa saber antes de decidir por se tornar um profissional autônomo, essa é: você não vai conseguir fazer tudo sozinho. Não adianta, se for esse o motivo de estar saindo de uma empresa, deixe para lá.
Para conseguir novos clientes sempre que necessário, ter seu nome bem falado por aí e ficar por dentro das oportunidades de negócio, é preciso se conectar à pessoas. Participar de grupos, eventos e comunidades relacionadas ao seu setor é fundamental para fazer sucesso. Tão importante quanto isso: crie conexões reais, não apenas por emprego.
Comece a dizer sim
A parte mais difícil no início de uma carreira autônoma é a de começar a dizer sim. Aceitar projetos que aparecem, começar a fazer seu nome, investir em um produto no qual acredita, colocar suor e alma para trabalhar por conta própria é assustador, mas vale muito a pena no final.
Para quebrar essa barreira inicial, tente dizer sim para o maior número de atividades possíveis. Se arrisque, veja até onde consegue ir e o que consegue resolver sozinho. É só ultrapassando nossos limites que descobrimos onde eles estão.
Do Google Glass ao mais recente Google +, há projetos da gigante de tecnologia que simplesmente não decolaram
O Google - como o Facebook, a Microsoft e a Apple - abriu espaço para novos projetos, abandonando produtos de menor sucesso. Indiscutivelmente, um dos principais exemplos é o Google Glass, que infelizmente perdeu a marca tanto no estilo quanto na aceitação do consumidor.
Mas a lista de serviços que não decolaram não termina aí. Embora o Google seja apenas um dos inúmeros gigantes da tecnologia que constroem e reservam projetos, conheça alguns dos fracassos da empresa:
1. Google+
Lançado em 2011, o Google+ era uma plataforma de rede social construída em torno de "círculos" e pretendia substituir o serviço de mensagens sociais do Google Buzz.
A plataforma se esforçou para competir com o Facebook e Twitter e foi finalmente consignada ao cemitério digital quando foi revelado pelo The Wall Street Journal em outubro de 2018 que o Google havia descoberto uma vulnerabilidade em uma API para o Google+, o que tornou possível para desenvolvedores de aplicativos terceiros acessar dados dos amigos dos usuários do aplicativo.
De acordo com o jornal, o Google não apenas expôs esses dados, mas também optou por não divulgá-los, com um memorando interno mostrando que a empresa temia danos à reputação após o escândalo Facebook / Cambridge Analytica.
Como resultado, a empresa-mãe do Google, a Alphabet, decidiu finalmente reduzir suas perdas e encerrar o Google+ definitivamente.
2. Google Buzz
Em 2010, o Google introduziu o antecessor do Google +, Google Buzz, que era uma mistura de mídia social e mensagens.
O Google Buzz foi lançado sem qualquer anúncio oficial do Google e, como o Google+, parecia ser um clone do Twitter e do Facebook, permitindo que os usuários publicassem atualizações de status, fotos e vídeos, além de enviar mensagens diretas. Este serviço foi desfeito em 2012 devido a problemas em torno de questões de privacidade e segurança.
3. Google Notebook
O Google Notebook foi lançado pela primeira vez em 2006 como um aplicativo para recortar e colar texto do navegador em seus cadernos pessoais.
No entanto, em 2009, o Google parou qualquer desenvolvimento e, em 2012, o serviço foi oficialmente descontinuado. Todos os dados existentes no Notebook foram então transferidos para o Google Docs.
Para compensar isso, em 2013 o Google lançou um aplicativo de anotação chamado Google Keep, que está disponível no Android, iOS e na web.
4. Google Helpouts
Lançado em 2013, o Google Helpouts permitiu que os usuários compartilhassem seus conhecimentos por meio de uma transmissão ao vivo. O serviço visava ajudar as pessoas em tempo real através de seus PCs ou dispositivos móveis.
O Google Helpouts emitiu aos usuários um calendário de Ajuda que podia ser sincronizado com o Google Calendars, com os usuários sendo notificados sobre demonstrações em vídeo por meio de notificações de teste, e-mail ou calendário.
O Google Helpouts foi descontinuado em abril de 2015.
5. Google Site Search
Em fevereiro de 2017, o Google anunciou que estaria descontinuando o Google Site Search, um serviço que permite a qualquer website adicionar um campo de pesquisa personalizado com tecnologia do Google.
Em um e-mail privado para clientes e parceiros, o Google revelou planos de parar de vender novas licenças e que as renovações para clientes seriam feitas até 2017.
6. Picasa
O Google comprou o Picasa em 2004 para permitir que os usuários organizassem suas fotos on-line. Agora, o Google aposentou o Picasa para se concentrar no Google Fotos, seu novo serviço de compartilhamento de fotos (lançado em maio de 2015).
O Google Fotos se concentra nos serviços em nuvem e em dispositivos móveis e oferece aos usuários um backup ilimitado de fotos e vídeos na nuvem e tem como objetivo incorporar sua IA de reconhecimento facial.
Segundo relatos, os usuários do Picasa não tiveram ter muita interrupção, pois suas fotos existentes no Picasa apareceram automaticamente no Google Fotos.
7. Search appliance
O Search appliances é uma ferramenta corporativa que atua como um servidor de rastreamento por meio de recursos da empresa e dados que imitam a pesquisa disponível no mecanismo de pesquisa on-line do Google. Os dispositivos de pesquisa do Google também estão integrados ao Google Analytics e fornecem relatórios sobre o uso e a eficácia da empresa.O serviço, porém, não foi vendido após 2017.
8. Google Moderator
O Google Moderator era uma ferramenta de monitoramento de feedback que permitia aos usuários classificar as perguntas e sugestões de outros usuários (um pouco como o Reddit).
Provavelmente seu uso mais famoso, a equipe de transição do presidente Obama usou o Google Moderator para realizar uma série chamada "Aberto para perguntas", na qual o presidente Obama e sua equipe responderam a perguntas do público, atraindo cerca de 1 milhão de votos e 10 mil perguntas.
O Google Moderator foi desativado em junho de 2015 após não conseguir atrair o uso em massa.
9. Google Glass
A tão falada tecnologia futura Google Glass teve seus altos e baixos. Em janeiro de 2015, o Google fechou seu programa Glass Explorer, que permitia que os desenvolvedores criassem aplicativos para o wearable de 1.000 libras.
O Google parou de produzir o protótipo do Google Glass em 2015. No entanto, a partir de 2017 o Google começou a trabalhar no projeto novamente, anunciando o lançamento do Google Glass Enterprise Edition.
10. Bumpo e Flock
O Google comprou o aplicativo de compartilhamento de dispositivos móveis para iOS e Android, o Bump, que permite que os usuários de smartphones coloquem seus dispositivos para compartilhar fotos, vídeos e muito mais em setembro de 2015.
Ele também conseguiu o aplicativo de fotos Flock de compartilhamento de grupo no negócio. Mas o Google eliminou os dois aplicativos no final de janeiro de 2014: os usuários precisavam de 30 dias para recuperar seus dados antes de ter suas contas desativas.
Este é o primeiro modelo da linha de Chromebooks mais requintada que a Samsung comercializa no Brasil
A Samsung anunciou o lançamento da segunda geração do Chromebook Plus, o primeiro da linha que vem ao Brasil. Com corpo em alumínio, caneta digitalizadora e equipado com processador Intel Celeron, o notebook com Chrome OS chega ao país com preço sugerido de R$ 3.499.
Esta é a segunda geração do Chromebook Plus, que no modelo anterior vinha equipado com processador Exynos e agora fica com um x86 da Intel, mesclando as duas variantes (Plus e Pro) em uma só. A tela é um IPS LCD de 12,2 polegadas em resolução Full HD e o modelo é um passo além do que o único que era vendido pela marca sul-coreana no Brasil, o Chromebook 3.
Do lado de dentro o computador portátil utiliza um Intel Celeron 3965Y, 4GB de memória RAM e vem com 32 GB de memória eMMC, com bateria que promete durar 10 horas longe da tomada. Em conexões, há duas portas USB-C e uma USB-A 3.0, que é uma correção ao problema da geração anterior que trabalhava apenas com o novo formato, obrigando o usuário a comprar adaptadores para utilizar mouse, pendrive ou qualquer periférico que ainda não utiliza o USB-C.
Outra novidade desta versão está na presença de uma câmera de 13 megapixels e abertura de f/1.9, que fica no teclado e que é para ser utilizada quando o 2 em 1 fica no modo tablet, com o teclado na traseira e a câmera apontada para trás – há uma webcam de 1 megapixel, que é o suficiente para uma chamada de vídeo sem muita qualidade de imagem.
Assim como na geração passada, o novo Chromebook Plus vem com uma caneta digitalizadora que é uma espécie de S Pen sem o botão lateral, mas ainda assim é muito mais precisa do que uma caneta stylus genérica. Ela reconhece 4.096 níveis de pressão e o Chrome OS entende até mesmo a inclinação da caneta em relação a tela.
Vale um detalhe: mesmo vendido no Brasil, o Chromebook Plus que será entregue aos consumidores brasileiros não vem com teclado no padrão com ABNT2 – ele utiliza o layout de teclado inglês internacional, onde você tecla a cedilha e depois o “C”.
O Chromebook Plus de segunda geração já está disponível no Brasil, custa R$ 3.499 e será vendido na cor cinza.
Especificações – Chromebook Plus:
Tela: 12,2 polegadas Full-HD IPS
Processador: Intel Celeron 3965Y dual-core de 1,3 GHz
Chip gráfico: Intel HD Graphics 515
RAM: 4 GB LPDDR3
Armazenamento: eMMC de 32 GB
Sistema operacional: Chrome OS
Portas: 1 x USB 3.1; 2 x USB tipo C; leitor de cartões microSD; microfone/fone de ouvido
Peso: 1,33 kg










