O novo Sony Ericsson W995, que chega à s lojas no inÃcio deste mês, por R$ 1.799, é uma versão melhorada do Nokia N95 --referência de mercado no últimos anos como uma das melhores opções de smartphone.
Os dois têm tela de 2,6 polegadas, 8 Gbytes de memória, antena GPS, conexão WiFi e tecnologia 3G. Mas o W995 ainda supera o N95 por ser mais fino, ter uma câmera de 8,1 Mpixel e fones de ouvido com eliminador de ruÃdos.
O W995 tem uma saÃda de 3,5mm no topo do celular, mas o fone original, que oferece redução de ruÃdos, usa apenas a porta proprietária.
De certa forma compensa carregá-lo com você, já que ouvir música com esse fone é uma experiência fantástica. Você ainda pode compartilhar suas músicas com outra pessoa por meio da saÃda padrão.
A câmera tira fotos com o mesmo software da linha Cyber-Shot da Sony. Para impressões até 13x18 cm, o W995 dá conta do recado, mas não espere exatamente a mesma qualidade obtida com uma câmera fotográfica dedicada. Ele tem uma luz de auxÃlio que não é xênon, mas que ilumina com boa intensidade a curtas distâncias.
O seu posicionamento pelo GPS é gratuito, mas, como ele faz a triangulação de antenas GSM e usa o Google Maps como navegador, prepare-se também para consumir dados.
Passear pela internet é legal, principalmente se você tiver um roteador em casa ou nos locais que costuma frequentar. O browser tem utilização amigável, mas o telefone não conseguiu, nos testes, reproduzir vÃdeos do You Tube.
De maneira geral, o W995 tem um bom design e seu uso é simples e intuitivo. Infelizmente, a bateria tem duração curta, em grande parte porque a câmera, o GPS e a navegação pela internet utilizam o display. Durante os testes, a bateria durou em média dois dias.
Três operadoras de celular começaram a vender o iPhone 3GS no Brasil nesta sexta-feira (28). Tanto Claro quanto Vivo e TIM trazem o aparelho da Apple em todas
as suas lojas brasileiras, segundo informaram as assessorias de imprensa de ambas as companhias.
O iPhone 3GS --o S, de acordo com a Apple, remete à velocidade ("speed", em inglês)-- tem o mesmo design do iPhone 3G. Mas, durante o lançamento nos EUA, a
empresa afirmou que "o que está no interior é inteiramente novo".
O aparelho traz uma câmera de 3 Mpixels, capacidade de transmissão de dados de 7,2 Mbps (megabits por segundo) --contra os atuais 3,6 Mbps do iPhone 3G. A
câmera possibilitará também a captura de vÃdeos. O iTunes, de acordo com a empresa, será controlado por meio de voz.
O novo smartphone da Apple traz também os benefÃcios da versão 3.0 do software, como envio e recebimento de MMS, gravador de voz, bússola, funções de
recortar, copiar e colar, além da busca.
Amazon, Microsoft e Yahoo! estariam prestes a unir forças para se opor a um acordo que pode transformar o Google na principal fonte on-line para muitos trabalhos literários, criando a maior biblioteca virtual do mundo.
As três gigantes do setor de tecnologia devem se unir à coalizão Open Book Alliance, liderada pela organização sem fins lucrativos Internet Archive.
A Internet Archive tem se oposto publicamente ao acordo firmado em 2008 entre o Google e editoras e autores e já digitalizou mais de 1,5 milhão de livros, tornando todos disponÃveis de graça.
"O Google está tentando monopolizar o sistema de bibliotecas. Se o acordo for fechado, eles realmente serão a biblioteca e a única biblioteca", afirmou Brewster Kahle, fundador da Internet Archive.
Microsoft e Yahoo! já confirmaram a participação na Open Book Alliance. A Amazon até o momento não fez comentários, pois a aliança ainda não foi formalmente lançada.
Acordo
O acordo assinado no ano passado foi para encerrar dois processos contra o Google por desrespeito aos direitos autorais, abertos após a empresa ter escaneado livros sem autorização.
O Google concordou em pagar US$ 125 milhões (cerca de R$ 230 milhões) para a criação do Registro de Direitos de Livros, no qual autores e editores poderiam registrar trabalhos on-line e receber remuneração. Autores e editores receberiam 70% da venda destes livros e o Google ficaria com os 30% restantes.
O Google também ganharia o direito de digitalizar trabalhos cujos donos dos direitos autorais são desconhecidos. Acredita-se que estes trabalhos compreendam até 70% dos livros publicados depois de 1923.
Os comentários a respeito deste acordo deverão ser registrados na Justiça americana até o dia 4 de setembro. No começo de outubro, um juiz de Nova York vai analisar se aprova a abertura de uma ação coletiva contra o acordo.
Paralelamente, o governo americano está investigando o impacto do acordo no mercado.
Enquanto o prazo de 4 de setembro se aproxima, o número de grupos e organizações que são contra o acordo aumenta. Mas, com os três gigantes do setor de tecnologia se juntando ao grupo, a Open Book Alliance poderá ganhar destaque mundial.
Os que criticam o acordo do Google afirmam que ele irá transformar o futuro da indústria de livros e o acesso público ao patrimônio cultural da humanidade que está concentrado em livros.
"Acreditamos que, se (o acordo) for aprovado, o Google conseguirá um monopólio sancionado pela Justiça e a exploração de uma coleção ampla de livros do século 20", afirmou Peter Brantley, diretor de acesso da Internet Archive.
Privacidade
Além do temor de monopólio, o acordo do Google também levanta a questão da privacidade.
A Fundação Electronic Frontier e a organização americana de defesa dos direitos do consumidor Consumer Watchdog, entre outros, enviaram uma carta ao Google para pedir que a companhia garanta aos americanos que "vai manter a segurança e liberdade que frequentadores de biblioteca tem há tempos: para ler e aprender sobre qualquer coisa (...) sem se preocupar se há alguém observando ou se seus passos poderão ser seguidos".
O Google se defende e afirma que o acordo traz muitos benefÃcios aos autores e vai disponibilizar milhões de livros não impressos na internet e em bibliotecas.
"O acordo do Google Books está injetando mais competição no espaço dos livros digitais, então é compreensÃvel que nossos competidores lutem para evitar mais competição", afirmou a companhia em uma declaração.
O número de internautas brasileiros cujo acesso à rede acontece por conexão em qualquer tipo de ambiente (como casa, trabalho, bibliotecas ou LAN houses) chegou a 64,8 milhões em julho. Em junho, esse o número era 62,3 milhões de pessoas --um aumento de 4% no perÃodo mensal. As informações foram divulgadas pelo Ibope Nielsen Online, nesta quinta-feira (20).
Do número global de internautas brasileiros, 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências --o que significa um crescimento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. O número total de internautas que possuem acesso à internet em casa e no trabalho, simultaneamente, totaliza 44,5 milhões.
Entre os dez paÃses em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua lÃder no que se refere ao tempo de navegação por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas on-line: são 71 minutos e 30 segundos, no total, e 48 minutos e 26 minutos, se contabilizadas apenas as páginas de navegação.
Entre os internautas residenciais, o número de usuários ativos chegou a 27,5 milhões de pessoas --um crescimento de 7,4% em relação aos 25,6 milhões do mês anterior e de 8% sobre os 23,7 milhões de julho de 2008. O tempo de navegação em residências em julho cresceu 9% sobre junho e 21% sobre julho de 2008, e atingiu a marca inédita de 30 horas e 13 minutos por pessoa. O número de pessoas que moram em domicÃlios em que há a presença de computador com internet é de 40,2 milhões.
Na navegação no trabalho e em residências, as categorias com maior crescimento proporcional do número de usuários em julho na comparação com junho foram viagens e turismo, com evolução de 17,3%, automotivo, com aumento de 16,8%, e casa e moda, com crescimento mensal de 15,7%.
"A subcategoria com maior tempo médio, mensagens instantâneas, chegou a 7 horas e 49 minutos por pessoa, ao crescer 8% em julho, seguida por comunidades, em que se classificam as redes sociais, que chegou a 4 horas e 57 minutos por pessoa, com crescimento de 15% no mês", afirma José Calazans, analista de MÃdia do IBOPE Nielsen Online.
Pesquisadores norte-americanos descobriram uma maneira de produzir telas flexÃveis de grande formato que podem ser esticadas para se adaptar aos contornos de um ônibus --mas que ao mesmo tempo são transparentes o bastante para que os passageiros possam enxergar pela janela.
As telas leves e finas poderiam ser usadas para produzir indicadores de luz de freio que acompanham os contornos de um carro, ou monitores cardÃacos, ou aparelhos de tomografia que podem ser enrolados em torno do corpo de um paciente como um cobertor, disse John Rogers, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, cujo estudo foi publicado pela revista "Science".
Ele afirmou que as grandes telas combinam a escala e a durabilidade da tecnologia de diodos emissores de luz (LED) à flexibilidade das telas produzidas com materiais orgânicos, ou seja, que contenham carbono.
"Se você observar as telas dos paineis gigantes instalados ao longo de estradas, perceberá que são feitas de diodos inorgânicos emissores de luz (LEDs). Nossa sensação é de que esses sistemas são bastante impressionantes", disse Rogers em entrevista por telefone.
"A questão passou a ser determinar se era possÃvel utilizar a mesma tecnologia em um formato diferente", acrescentou.
Rogers disse que a atual tecnologia, que emprega materiais inorgânicos, produz luzes individuais LED volumosas, que precisam ser dispostas uma a uma por um braço robotizado. Mas telas que usem materiais orgânicos poderiam ser pintadas ou aspergidas sobre a superfÃcie de uma pelÃcula, ainda que não sejam tão brilhantes ou duráveis, afirmou.
Para resolver o desafio, os pesquisadores construÃram seus LEDs usando uma fina camada de pelÃcula posteriormente dissolvida por um produto quÃmico, e depois afixaram pequenas pastilhas plásticas a dois dos cantos, a fim de garantir que os LEDs não escapassem da pelÃcula durante o banho quÃmico.
A equipe utilizou uma tecnologia especial de carimbo para depositar e montar o LED inorgânico em superfÃcies de vidro, plástico ou borracha. O sistema funciona como uma espécie de carimbo, mas usa LEDs como tinta.
"A nova abordagem pode apanhar grande número de LEDs pequenos e finos da bolacha original, no primeiro passo, e imprimi-los no substrato posteriormente", disse Rogers.










