Notícias na Santa Ifigênia

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CES 2018: Primeiro teclado RGB da HyperX já está à venda no Brasil

A divisão de games da Kingston, HyperX, acaba de anunciar uma novidade para a sua linha de teclados na CES 2018: o HyperX Alloy Elite RGB.

O teclado pode ser encontrado nas versões de switches mecânicos Cherry MX Blue, Brown ou Red, e conta com retroiluminação de LED com personalização das cores através do software HyperX NGenuity.



HyperX Alloy Elite RGB

Foto: El Chapuzas Informático / Canaltech

Com estrutura de aço resistente, teclas extra texturizadas e cor titânio, o teclado conta com as tecnologias N-Key Rollover e anti-ghosting, que fazem o reconhecimento simultâneo de múltiplas teclas, prevenindo a ativação de cliques indesejados.

O gadget ainda possui uma barra removível para o descanso de pulso, botões de play, pause e controle de volume, entrada USB 2.0 e controle de iluminação.



O teclado já pode ser encontrado no Brasil por R$ 899.

(Fonte: Canaltech - Redação) - 09/01/2018
Retrospectiva: as 10 notícias que mais bombaram em 2017.

Sempre tem aquelas notícias que rendem "zilhões" de acessos instantaneamente. Seja por conta de seu conteúdo polêmico, ou

porque o assunto está em alta, ou ainda porque a coisa é mesmo muito interessante, algumas notícias se destacam entre as

publicadas naquele dia ou semana. É o caso de qualquer coisa sobre o WhatsApp, por exemplo, que rende uma chuva de

comentários falando que "o Telegram é melhor", enquanto muitas outras pessoas ficam desesperadas quando o serviço sai do ar.

Já quando há lançamentos da Apple, muita gente acaba acessando para manter acesa a treta entre quem prefere Android e quem é

fanboy declarado da Maçã. E o que falar sobre as notícias sobre descobertas da NASA, que rendem outra briga boa: de um lado

do ringue, defensores da exploração espacial, enquanto, do outro, quem acha que esse dinheiro todo deveria ser destinado a

resolver problemas da Terra, como "a fome na África".

Mas chega de blá-blá-blá e vamos ao ranking das 10 notícias que mais bombaram no Canaltech em 2017:

1) Diretor da Uber leva soco no rosto no Senado
Essa notícia rendeu bastante. Acontece que, em meio às polêmicas quanto à regulamentação de aplicativos de transporte urbano

no Brasil, como o Uber, por exemplo, os ânimos ficaram bastante alterados, não somente entre a população que já se acostumou

com esses apps que acabam, de alguma maneira, substituindo os táxis tradicionais, como também entre os representantes das

empresas e a classe política.

No dia 31 de outubro, o diretor de comunicação da Uber, Fabio Sabba, levou uma muqueta no rosto em Brasília durante a votação

do projeto de lei. Enquanto o executivo concedia uma entrevista, um suposto taxista decidiu dar a porrada e sair correndo. O

repórter que o entrevistava confirmou tudo, servindo como testemunha da ocorrência que foi aberta na delegacia do Senado.

2) YouTuber "morre" ao vivo em campanha chocante de conscientização no trânsito
A segunda notícia que mais bombou no ano foi sobre uma campanha de conscientização quanto aos perigos de se usar smartphone

enquanto dirige. No vídeo, a YouTuber israelense Ashley Waxman Bakshi usa o dispositivo enquanto está dirigindo, transmitindo

tudo ao vivo em seu canal como se fosse uma live qualquer do cotidiano. Até então, ninguém sabia que se tratava de uma

campanha, acreditando ser algo rotineiro da webcelebridade.

Eis que, de repente, a YouTuber bate o carro, e uma mensagem surge na transmissão dizendo que "nós a matamos". Somente aí

surge a explicação informando que 80% dos acidentes de trânsito são causados por pessoas que usam os telefones no volante,

mas, ainda assim, a coisa não ficou instantaneamente clara para a audiência, que seguiu acompanhando atentamente a

transmissão para saber se estava mesmo tudo bem com a moça, que precisou explicar a coisa toda logo depois.



3) Sarahah, app que envia mensagens anônimas a seus amigos, causa polêmica na web
A galera não aprende mesmo. Há pouco menos de três anos, o Secret surgiu para causar uma treta gigantesca na internet, com

seu app que publicava mensagens anônimas em uma linha do tempo. Originalmente criado para se publicar aqueles segredos que

você jamais contaria para ninguém, as pessoas acabaram estragando o serviço para jogar veneno adoidado, causando muito babado

e confusão.

Acontece que em 2017 surgiu o Sarahah, app igualmente anônimo que permitia o envio de mensagens não assinadas para seus

contatos das redes sociais, e sem direito de resposta. A notícia de sua polêmica internacional bombou horrores aqui no

Canaltech, mas, para o alívio geral, dessa vez a maioria das pessoas estavam criticando justamente quem não tinha coragem de

ofender o amiguinho dando a cara para bater.

4) Mulher compra iPhone 7 da China e recebe surpresa desagradável (mas engenhosa)
Em maio, uma das notícias mais populares foi sobre essa garota que, quando comprou um iPhone 7 da China atraída pelo precinho

de banana, teve uma surpresa para lá de desagradável. A coisa não teria tomado tanta proporção caso o pacote recebido tivesse

em seu interior um tijolo (como já aconteceu no passado). O que chamou mesmo a atenção de geral foi a engenhosidade do golpe

cujo teor levou a nerdice às alturas.


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Foto: Canaltech

Ao abrir o pacote, a brasileira Andressa se deparou com um iPhone 3 ao lado de um iPhone 4, junto de uma carta de fusão de

Yu-Gi-Oh!. Ou seja: juntando o 3 e o 4 dos dois iPhones com a carta de fusão, o resultado seria um iPhone 7. Seu desabafo

viralizou nas redes sociais, dividindo opiniões entre quem achou a piada chinesa muito de mau gosto, e quem deu achou o golpe

muito bem arquitetado.

5) NASA admite que evidências da existência do Planeta Nove são válidas
Deixando de lado a discussão quanto a Plutão ser ou não ser o nono planeta do Sistema Solar, recentemente a NASA admitiu que

as chances de haver um planeta ainda não descoberto nos confins de nosso quintal espacial são grandes. A notícia explodiu

porque reacendeu a discussão quanto à existência de Nibiru, que seria o vilão espacial responsável pelo fim do nosso mundo.

E por falar no apocalipse, outra notícia que se destacou entre as mais acessadas do ano foi justamente a do fim do mundo que

deveria ter acontecido no dia 23 de setembro. Segundo a teoria, Nibiru (ou Planeta X) estaria vagando pelo Sistema Solar em

uma rota inevitável de colisão com a Terra (e governos com agências espaciais estariam escondendo essa informação de todos

nós).

6) Canaltech inaugura assistência técnica especializada em São Paulo
"Para a nooooossa alegria", a notícia sobre a inauguração do Canaltechfix foi uma das mais lidas de 2017. A assistência

técnica oficial do Canaltech é especializada em smartphones, tablets e Macbooks, oferecendo aos nossos leitores fiéis uma

opção confiável e com preço justo para o reparo de seus dispositivos. O mais bacana é que a gente oferece retirada e entrega

via motoboy na cidade de São Paulo e, para quem é de outros estados, tudo pode ser feito pelos Correios.

Além disso, a gente também inaugurou em 2017 a nossa loja de produtos oficiais com a marca Canaltech. Com a oferta de cabos,

fones de ouvido, adaptadores veiculares, capinhas, películas e a tão desejada caneca exclusiva do Canaltech, os leitores do

site podem contar com a loja virtual como uma fonte segura de produtos de qualidade.


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7) Conheça a voz por trás do "gemidão do Zap"
Se você não caiu no gemidão do ZAP, provavelmente você pregou essa peça em algum colega. A pegadinha foi uma das coisas mais

difundidas em 2017, causando constrangimentos generalizados para quem tem a mania de ouvir mensagens de áudio sem um fone de

ouvido. Teve até político ouvindo o gemidão em sessões públicas transmitidas pela TV, para se ter noção da dimensão que a

coisa tomou.

Mas o que era, de fato, o gemidão do ZAP? O trecho de áudio era, na verdade, um recorte do filme erótico My Fantasy Girls 3 ,

sendo que a dona dos gemidos se chama Alexis Texas, atriz pornô panamenha que, até então, não fazia ideia de que sua voz

rendeu uma das modinhas mais controversas do ano aqui no Brasil.

8) Ela voltou! Nokia anuncia oficialmente seu primeiro smartphone Android
Lá entre o finalzinho dos anos 1990 e os primeiros anos da década de 2000, quem dominava o mercado de aparelhos celulares era

a Nokia. O "tijolão" aparentemente indestrutível rende memes até hoje, deixando uma imensidão de fãs com saudades daquele

"tempo bom que não volta nunca mais".

Eis que, em 2017, a HDM Global (que comprou os direitos da marca Nokia) chegou com os dois pés na porta anunciando o primeiro

smartphone Nokia equipado com Android, marcando o retorno da companhia finlandesa ao universo da telefonia móvel.



9) Estrupro e suicídio sendo transmitidos ao vivo pelas redes sociais
Em janeiro, uma sueca foi sequestrada por três criminosos que, ao decidir estuprar a moça, acharam que seria legal transmitir

a coisa toda ao vivo pelo Facebook. As imagens revoltantes percorreram os quatro cantos da internet, especialmente pelo fato

de que os três homens aparecem rindo de seu feito, enquanto a rede social nada fez para impedir que o crime fosse

transmitido. Três horas depois, a vítima descobriu a existência da transmissão, acionando a polícia por conta própria, que,

felizmente, a resgatou com vida, prendendo os abusadores.

Então, em julho, outro caso envolvendo a transmissão ao vivo de coisas que são caso de polícia chamou a atenção de geral. Uma

brasileira de 19 anos, moradora do Acre, vinha publicando desabafos deprimidos no Facebook, até que não segurou mais a onda e

decidiu cometer suicídio, transmitindo tudo ao vivo pelo Instagram. Para tornar a tragédia ainda mais pesada, o Corpo de

Bombeiros até chegou a ser acionado por amigos desesperados que acompanhavam a transmissão, mas a família da garota havia se

mudado de casa recentemente, e os bombeiros foram enviados ao local errado, não conseguindo impedir a morte da jovem.

10) Conspiracionistas vazam nova "prova" de que a ida do homem à Lua seria uma farsa
Desde que a NASA anunciou a chegada do homem à Lua pela primeira vez na história, uma grande quantidade de pessoas alimentam

a teoria conspiratória de que a coisa toda foi encenada em estúdios de televisão, e que a gente nunca botou os pés em outro

lugar além da Terra. Quase cinquenta anos se passaram e essa discussão ainda se mantém ativa, fazendo desta notícia uma das

10 mais polêmicas do ano.

É que, em novembro, um vídeo surgiu no YouTube questionando um detalhe de uma foto tirada em dezembro de 1972, durante uma

das missões Apollo que chegaram ao nosso satélite natural. Na imagem, vemos o visor do traje espacial de um dos astronautas,

que, segundo a conspiração, estaria refletindo a figura de uma pessoa com roupas normais, o que seria impossível de acontecer

caso aquela cena tivesse mesmo sido registrada no espaço.




(Fonte: Patrícia Gnipper - CANALTECH) - 01/01/2018
10 mulheres que mais se destacaram na tecnologia em 2017.

2017 pode, sem sombra de dúvidas, ser descrito como um ano desafiador, emocionante e, porque não dizer, decisivo no que tange

o respeito e a igualdade para as mulheres. Só para se ter ideia, no começo, por exemplo, a Lista de Honras da Rainha revelou

alguns nomes da indústria tech como Maggie Philbin, cofundadora e CEO da TeenTech e considerada uma das empresárias

tecnológicas mais influentes do mundo; e também Debbie Forster, líder do grupo gerencial da iniciativa de diversidade Tech

Talent Charter.

Dentre outros movimentos de destaque, pode-se ressaltar debates constantes levantados por profissionais através de artigos ou

vídeos em veículos de comunicação como Computer Weekly e CNN, e por usuários de redes sociais sobre a importância da

representatividade das mulheres e da comunidade LGBT, e também da diversidade e identidade (sexual e de gênero) na área

tecnológica, cultural, artística - basta lembrar do ator Chris Pine em seu hilário monólogo de abertura no programa Saturday

Night Live criticando a diversidade de atores em Hollywood -, etc.


Além disso, mais recentemente houve o #metoo, uma hashtag levantada pela atriz Alyssa Milano no Twitter para que as vítimas

de assédio se pronunciassem sobre o tema, após a avalanche de acusações de cineastas que praticaram o ato hediondo em

Hollywood. Por tabela, nesta onda de terríveis descobertas, mulheres do Vale do Silício também compartilharam experiências

infelizes de comportamento sexual inapropriado que passaram com o sexo masculino.

Estes são apenas alguns dos acontecimentos que moldaram 2017 e, apesar do Dia de Ada Lovelace (celebrado às segundas terças-

feiras de outubro de cada ano) já ter passado, sempre é válido relembrar algumas das figuras femininas que mais se destacaram

na indústria tech ao longo do ano - apenas 10 dentre as incontáveis e brilhantes mulheres que desafiaram as estatísticas da

área. Sem mais delongas, eis a lista.

Sheryl Sandberg


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Foto: Canaltech

Por 6 anos, Sandberg foi vice-presidente de vendas globais e operações online na Google e é a diretora de operações do

Facebook desde 2008. Chegou a ser eleita como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2012, e no ano seguinte fundou

o Lean In, uma ONG de nome homônimo ao de seu primeiro best-seller, que apoia o empoderamento das mulheres.

Em 2017, lançou seu segundo livro, Opção B , e recebeu a honra de entregar o discurso de formatura das turmas de Virginia

Tech. Foi também convocada para dar o discurso de início do Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge, em 8 de

junho de 2018. Sandberg também se posicionou contra as proibições de viagem e as medidas anti-aborto levantadas por Donald

Trump. Seu patrimônio líquido atualmente é de US$ 1,6 bilhão.

Archana Vemulapalli


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Foto: Canaltech

Apesar de ter renunciado ao seu cargo recentemente, foi nomeada pela prefeita Muriel Bowser para ser a diretora de tecnologia

em Washington DC, em janeiro de 2016. Desde então Vemulapalli tem sido creditada por conduzir uma ampla gama de projetos de

tecnologia no distrito, o que inclui melhorar a posse de segurança cibernética do governo local, elaborar e defender uma

política de cidades inteligentes equitativas e eficazes e, por fim, representar as vozes das mulheres na discussão nacional

sobre diversidade e inclusão na indústria da tecnologia.

Entre seus projetos realizados nos últimos dois anos, o destaque fica por conta da iniciativa Smarter DC, cujo objetivo é

incentivar a resiliência, a sustentabilidade, a igualdade e a transparência em toda a cidade, em especial para a próxima

geração (seja esta técnica ou não), em todas as operações da cidade.

Del Harvey


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Foto: Canaltech

Harvey é a chefe da Trust & Safety, empresa que visa a segurança dos usuários do Twitter, garantindo equilíbrio e o fluxo da

plataforma e combatendo o abuso e o assédio na rede social. Um bom exemplo de seu trabalho foi quando, no meio do ano

passado, a atriz Leslie Jones (do novo filme dos Caça-Fantasmas ) quase desistiu do Twitter ao receber uma série de insultos

e ameaças. Apesar de a rede social ter lançado recentemente novos recursos destinados a reduzir o abuso na plataforma,

impedindo que membros banidos retornem com outro nome de usuário; Harvey e seu time ainda precisam lutar constantemente

contra esse tipo de comportamento.

Vale ressaltar que antes de juntar nesta árdua batalha da plataforma, a cabeça da companhia de segurança digital passou cinco

anos cooperando legalmente com um grupo que luta contra a exploração infantil, onde trabalhou ao lado de agências que vão

desde os departamentos de polícia locais, passando pelo FBI, EU Marshals e até mesmo o Serviço Secreto.

Susan Wojcicki


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Foto: Canaltech

Com um currículo com empresas como Intel e a consultora Bain & Company, Wojcicki se destaca por trabalhar na Google desde

1999. Ao longo de suas cinco gravidezes, entre os projetos que ela participou estão os primeiros Google Doodle, o Google

Imagens, o Google Books e também ferramentas de propagandas como o Adwords e o AdSense. Em 2014, ela se tornou presidente do

YouTube e, neste ano, foi colocada na 6ª posição na lista das 100 mulheres mais influentes do mundo pela Forbes. No começo de

2017, anunciou a contratação de 10 mil funcionários para ajudar na moderação de comentários no YouTube. Seu patrimônio

líquido até o momento é de US$ 410 milhões.

Nina Silva


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Foto: Canaltech

Iniciou sua carreira como Consultora ERP SAP certificada e vem trabalhando com TI há pelo menos 15 anos, expandindo seu

currículo com empresas como Petrobras, LOreal, Abengoa, Hasbro, dentre outros. Silva já gerenciou portfólios, rollouts e

melhorias com vivência no exterior com grandes consultorias do segmento. Recentemente, fez parte do time de Gerenciamento de

Projetos da Honda, como parte do SAP Global Committe, e foi responsável pela implementação do PMO (escritório de projetos) de

TI da empresa. Também é membra honorária da Academia de Letras de Araçariguama e região, e líder voluntária do subcomitê de

Inclusão de Mulheres Negras em Empresas do Grupo Mulheres do Brasil.

Wang Xiaoyu


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Foto: Canaltech

Estudante da Universidade de Pequim, Xiaoyu trabalhou na Google até 2015, quando deixou seu prestigioso cargo na gigante de

buscas. Chegou até mesmo a vender sua casa para iniciar uma empresa própria, a CastBox.fm., e, a partir desta companhia, o

aplicativo CastBox foi criado. Considerado o YouTube dos áudios, a plataforma é um agregador de podcasts que, dentre muitas

funcionalidades, possui um recurso incrível: o de transcrever conteúdos para áudio, desde podcasts populares até produções

educacionais, como TED Talks, dentre outros. O serviço, já bastante popular na Europa e nos EUA, também possui uma espécie de

"busca inteligente" (por enquanto, disponível apenas em Inglês), permitindo que o app encontre palavras-chave até mesmo

dentro dos diálogos dos episódios de podcasts - mais de 50 milhões de conteúdos de áudio já suportam esta função. O CastBox

também grava áudios e possibilita que seus usuários subam os conteúdos sem custo nenhum. Apesar da concorrência, o CastBox é

o décimo aplicativo de notícias mais popular na América, e Xiaoyu já arrecadou, até o momento, US$ 16 milhões em

investimentos.

Angela Ahrendts


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Foto: Canaltech

Antes de se tornar vice-presidente de varejo da Apple (e por tabela a única executiva sênior da empresa da maçã); Ahrendts

foi diretora-executiva da grife Burberry entre 2006 e 2014. Já foi listada incontáveis vezes entre as mulheres mais

influentes do mundo e entre os empresários mais poderosos por diversos veículos. Ela também foi membro do conselho consultivo

de negócios do primeiro-ministro britânico até 2016, e reportou possuir aproximadamente US$ 11 milhões de ações da Apple,

faturando mais do que o CEO da companhia, Tim Cook.

Jini Kim


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Foto: Canaltech

É filha de imigrantes sul-coreanos e tem um irmão autista que passou a vida na Medicaid, um programa de saúde social dos

Estados Unidos para famílias e indivíduos de baixa renda. Por conta disso, em 2010, Kim começou sua própria empresa de

análise de saúde. Chamada de Nuna, a companhia hoje é responsável pela eficácia com a qual a Medicaid vem tratando populações

inteiras de pacientes. Curiosamente, Kim já havia sido gerente de produto para a Google Health, e, no final de 2013, foi

convocada à Casa Branca para ajudar com o programa Healthcare.gov. Até o início deste ano, Nuna já havia arrecadado US$ 90

milhões.

Jasmine Lawrence


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Foto: Canaltech

Lawrence tem apenas 26 anos e atua como gerente de uma equipe de engenharia da Microsoft que visa criar experiências sociais

para jogadores como, por exemplo, o recurso de clubes na rede Xbox Live, além de dirigir a programação do HoloLens. Ela

também é fundadora da Eden BodyWorks, empresa que fundou quando tinha apenas 13 anos, voltada a fabricação de produtos

naturais para cabelo e pele. Fora isso, ela também gerencia seu próprio negócio. Este ano, por conta de sua experiência no

setor de games, Lawrence foi selecionada para a lista anual da Forbes "30 Under 30", que destaca pessoas inovadoras com menos

de 30 anos.

Elizabeth Iorns


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Foto: Canaltech

É uma ex-pesquisadora de câncer de mama que criou sua própria empresa, a Science Exchange, em 2011, uma espécie de mercado

online que terceiriza experimentos científicos e está repleto de pesquisadores em seu time - e mais de 1.000 empresas. Iorns

criou a companhia como forma de lidar com as frustrações que experimentou quando era uma PhD tentando trabalhar com

colaboradores à distância, enquanto ela frequentava a Universidade de Miami. Além de atuar como presidente e diretora da

Science Exchange, ela também trabalha como sócia por meio-período com a Y Combinator. Até o momento, ela já arrecadou US$

58,5 milhões.

Menções honrosas

Alguns nomes, embora já constatados em diversas listas na internet e/ou de revistas, ainda valem serem mencionados. Dentre as

principais figuras que merecem uma citação, estão:

Shanna Tellerman: cofundadora da Modsy;
Ginni Rometty: diretora-executiva da IBM;
Sallie Krawcheck: fundadora da Ellevest;
Ruth Porat: diretora financeira da Alphabet;
Mary Barra: presidente e diretora-executiva da General Motors;
Uhairah Washington: gerente geral da Uber;
Muriel Bowser: prefeita do Distrito de Columbia;
Ariane Parra: fundadora e diretora executiva da organização WomenUp Games;
Elizabeth Stark: cofundadora e diretora-executiva da Lightning Labs;
Whitney Wolfe Rebanho: cofundadora e ex-vice-presidente de Marketing do Tinder, e atualmente dona da Bumble.






Por que investir no dinheiro virtual?

A uso de moedas virtuais baseadas em criptografia vem se popularizando, principalmente pelos benefícios oferecidos por sua

gestão descentralizada e automatizada

Assim como o real ou o dólar, a bitcoin é uma moeda digital ou criptomoeda que vale e vale muito. Porém, bem diferente das

moedas citadas já que ela não existe fisicamente, é totalmente virtual. Sua emissão não é controlada por um agente bancário

ou Banco Central, ela é produzida de forma descentralizada por um algoritmo que limita a emissão desses bitcoins, permitindo

que o número de bitcoins disponíveis no mundo não exceda a 21 milhões de unidades. Esse limite torna a moeda escassa o que

faz com que sua cotação seja flutuante e variável conforme a demanda por ela.

A segurança nas transações de compra e venda ainda é um dos entraves para a adesão de novos usuários e empresas. Para

realizar as transações é necessário usar uma infraestrutura de terceiros, ou seja, uma infraestrutura que já exista e que

seja “emprestada” por usuários conectados à rede e que permitam o uso de sua estrutura - “mineração de dados” – e que são

remunerados em bitcoins pelo número de transações realizadas. Esse processamento pode ser feito por qualquer pessoa, até

mesmo de sua casa, entretanto a remuneração por esse processamento das transações é muito baixa.

O número de brasileiros que usam bitcoins pode chegar a um milhão até o fim do ano. Essa é a estimativa de Marcelo Miranda,

diretor-executivo da FlowBTC, uma plataforma de negociação de moedas digitais. Ele participou da primeira audiência pública

promovida pela comissão especial da Câmara dos Deputados. Segundo Miranda, hoje entre 200 mil e 250 mil pessoas têm ou já

tiveram moedas virtuais no Brasil.

Centenas de milhares de estabelecimentos em todo o mundo já permitem que o consumidor pague suas compras com o bitcoin. Em

breve, outras moedas também deverão começar a ser aceitas. E existem grandes benefícios em utilizar o dinheiro virtual.

Listamos alguns:

Maior privacidade para seus pagamentos e transações: provavelmente uma das principais vantagens do dinheiro digital é que os

dados pessoais não são requisitos para uma transação. Basta informar a quantia, o remetente, o destino e pronto! Assim é

quase impossível, ou pelo menos bem mais difícil, que alguém exponha suas informações.

Você é quem controla o seu dinheiro: As moedas virtuais operaram por meio de um processo descentralizado, sem uma empresa que

seja dona ou controladora da movimentação. Você é quem controla o seu capital. Isso é possível porque usa o modelo de

computação ponto a ponto que trabalha com uma rede de bancos de dados espalhados pelo mundo, eliminando os conhecidos

problemas causados pela centralização de informações.=

Tarifas mais baixas, velocidade maior: Para começar, as carteiras de bitcoins, por exemplo, não cobram qualquer taxa para

armazenar seu dinheiro. Mesmo que você prefira utilizar outras moedas virtuais e empresas que cobram pelo serviço, ainda

assim poderá transferir dinheiro e realizar pagamentos em questão de minutos sem os impostos que incidiriam nas transações

regulares dos bancos.

Acessibilidade sem precedentes: Basta ter um dispositivo conectado à internet para que você comece a aproveitar todas as

vantagens que as moedas virtuais têm a oferecer. Mais de 100 mil comerciantes em todo o mundo já aceitam receber em bitcoins,

segundo estimativa do International Business Times.

Transfira dinheiro para todo o mundo sem taxas de conversão: Por que pagar por um serviço que você tem o direito de obter de

graça? Com os bitcoins é possível mandar dinheiro para outras pessoas, filhos em viagens parentes que precisam sacar dinheiro

em moedas locais de onde estão viajando em segundos, sem qualquer custo. Nas viagens internacionais você pode usar os

bitcoins para realizar as compras sem, por exemplo, o Imposto sobre Operações financeiras (IOF) que atualmente é de 6,38%.





Comércio Eletrônico fatura R$8,7 bilhões no Natal, alta de 13%

Impulsionada pela venda de smartphones, categoria telefonia correspondeu a 1/5 do faturamento do setor segundo a Ebit.

O e-commerce brasileiro faturou R$ 8,7 bilhões no período do Natal em 2017, um crescimento nominal de 13% na comparação com

os R$7,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. O número de pedidos também cresceu 13,3%, de 16,83 milhões para

19,06 milhões. O tíquete médio caiu 1%, de R$462 para R$457.

Para este levantamento a Ebit considerou as vendas estimadas para o e-commerce entre 15 de novembro e 24 de dezembro,

incluindo o período da Black Friday, que neste ano correspondeu a 1/4 do faturamento do setor no período.

Os números estão praticamente em linha com a projeção da Ebit, divulgada em meados de dezembro. "A única surpresa foi a

elevação no volume de pedidos, que cresceu 1 ponto percentual a mais do que esperávamos, mas com a retração no tíquete médio,

o faturamento ficou dentro da estimativa da Ebit para o período", afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Além dos descontos praticados durante a Black Friday, a queda no tíquete médio reflete também a deflação da cesta de produtos

do e-commerce, medida pelo Índice FIPE Buscapé. Os preços estão em queda há 12 meses consecutivos e a expectativa é de

manutenção da tendência para dezembro.

"O índice deve fechar o ano com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta

no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando

produtos diversificados e com maior recorrência", explica.

Entre as principais categorias, destaque para telefonia (que inclui celulares e smartphones), que representou 21% do

faturamento do e-commerce no período. “Casa e decoração também registrou uma participação muito expressiva, com 10,4% dos

pedidos e 8,3% do faturamento. A expansão dessa categoria está diretamente relacionada ao reflexo da crise que mudou o hábito

dos consumidores reduzindo viagens e alimentação fora de casa”, disse.

Para Guasti, o desempenho no período de Natal deverá fazer com que o e-commerce feche 2017 com um crescimento próximo de 10%,

conforme previsto pela Ebit no relatório Webshoppers 36. "Foi um ano positivo para o e-commerce. As vendas performaram bem

nas principais datas do calendário do varejo e surpreenderam no Dia dos Pais e Dia dos Namorados, fazendo com que o setor

retomasse o crescimento de dois dígitos, cuja sequência foi interrompida em 2016, por conta da crise econômica", diz.


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(Fonte: Da Redação) - 26/12/2017
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.