A Nokia revelou que uma novidade será anunciada amanhã (29) e, ao que parece, será um novo dispositivo com foco na economia de bateria.
Nokia X6
Foto: Nokia / Canaltech
Na imagem postada no Twitter oficial da Nokia Mobile e no Facebook, a empresa usa a hashtag #ChargedUp, que na tradução literal seria algo como "carregado".
Apesar de não fornecer mais informações sobre o que devemos descobrir amanhã, segundo alguns sites internacionais a revelação pode se tratar de um novo smartphone ou ainda a chegada global do Nokia
X6, que foi lançado na China há alguns dias.
O evento que acontece em Moscou, na Rússia, será transmitido ao vivo no Facebook , às 14:40,
horário de Brasília.
Startups oferecem soluções que podem ajudar outros empreendedores no processo de lançar uma loja virtual. O conselho principal? Foque no planejamento
O empreendedorismo digital tem ganhado força nos últimos anos, ao mesmo tempo que consumidores brasileiros se engajam cada vez mais nas compras online. Dados da Associação Brasileira de Comércio
Eletrônico (ABComm) apontam que em 2018, o e-commerce nacional deve crescer 15% em relação a 2017 e faturar R$ 69 bilhões. O ano deve registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais,
com um tíquete médio de R$ 310. O setor tem desapontado como uma ótima alternativa de negócio que vai na contramão da crise.
No entanto, iniciar uma loja virtual requer estratégia e muito trabalho. A boa notícia é que atualmente muitas startups brasileiras oferecem soluções que podem ajudar outros empreendedores no
processo. Na lista a seguir, separamos um guia básico com conselhos de empreendedores para ajudar no sucesso daqueles que planejam lançar um e-commerce.
Planejamento
Segundo Alfredo Soares, fundador da Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PMEs, o primeiro passo a se tomar é o planejamento. É importante pesquisar o nicho de mercado e identificar quem é,
como se comporta e o que deseja o seu público-alvo. Elabore um plano de negócios que mostre de quanto será o investimento e se tua ideia é viável financeiramente.
Feito todo o planejamento é hora de escolher uma plataforma para criar sua loja. Para Soares, é preciso analisar pontos importantes como: a ferramenta permite atualização conforme novas necessidades? A parte visual atende o meu tipo de negócio? Possui um bom canal de suporte? É compatível com os principais navegadores?
Marketing
Trace as estratégias de marketing. É preciso se fazer conhecido no meio em que deseja atuar. Por isso é necessário direcionar a sua publicidade para o público-alvo que você definiu. Segundo Victor
Canô, CEO e fundador da Cazamba, empresa de tecnologia em mídia que permite marcas engajarem com seus consumidores, a internet mudou o comportamento dos consumidores, quanto mais informações você
tiver a respeito do seu público, mais personalizada será sua comunicação e engajamento, menor será seu custo por lead e maior o retorno sobre seu investimento.
Pós-vendas
O lucro está na re-compra, já ouviu falar? Para Soares, este é um passo que não pode ser esquecido. É fundamental fidelizar seus clientes, para que sempre voltem a comprar. Por isso, administre seu
pós-venda. Muitos clientes não voltam a comprar, pois depois que fazem sua primeira compra são esquecidos pelo lojista. Realize pesquisas de satisfação, faça promoções exclusivas, esteja aberto a
ouvir críticas e entregue sempre mais do que esperado.
Com a loja já funcionando, mesmo que com poucas semanas, já se faz necessário mensurar os resultados obtidos. Fique atento ao número de pessoas que circulam diariamente em sua loja virtual, por
onde elas têm vindo, quais produtos de maior interesse e vendas, etc. A partir desses dados, você terá informações reais do desempenho do seu negócio e então poderá realizar ajustes com a meta de
sempre de aumentar as vendas, reduzir custos e gerar mais lucro.
Segurança
De acordo com o Tom Canabarro, co-fundador da Konduto o e-commerce é um mercado com altíssimo potencial de faturamento, mas o profissional deve atentar-se a um problema inerente a esta atividade:
as fraudes cibernéticas, originadas em compras feitas por criminosos que se utilizam de cartões de crédito clonados - em 2017, o comércio eletrônico brasileiro teve taxa de tentativa de fraude na
casa de 3%, ameaçando a reputação, a saúde financeira e a operação de qualquer negócio.
Qualquer loja virtual hoje em dia deve contar com uma ferramenta antifraude, que analisará para o lojista o risco em compras de cartão de crédito a partir de uma série de informações - como por
exemplo dados cadastrais e financeiros, geolocalização, monitoramento do dispositivo utilizado para a compra, comportamento de navegação do cliente etc.
Meio de Pagamento
Aposte na inovação e na otimização na hora de implementar solução de pagamento digital. A tecnologia hoje permite com que esse processo possa ser realizado de forma mais simples e dentro da lei. De
acordo com Patrick Negri, CEO da iugu, startup de automação financeira, gestão de assinaturas e marketplace, para quem está iniciando sua operação no e-commerce é importante buscar por operações
financeiras que oferecem soluções de ponta a ponta, desde o processamento de pagamentos e antecipação de recebíveis até a conciliação financeira, diminuindo o custo da operação e erros humanos para
tornar o negócio mais eficiente.
Empréstimo
Se analisando todos estes passos você se der conta que não tem dinheiro disponível para investir ou não quer tirar dinheiro dos lucros da empresa, pedir um empréstimo pode ser uma ótima solução.
Muitas fintechs oferecem crédito com juros mais atrativos, como é o caso da BizCapital, que tem como objetivo tornar o crédito mais acessível e atender micro e pequenas empresas que estão fora do
radar dos grandes bancos. Todo o processo, desde o pedido até a concessão do empréstimo, segue de forma digital, online ou por telefone, para atender aos requisitos do Banco Central e da legislação
bancária, sem muitos dos entraves encontrados em processos tradicionais.
Setor cresceu 25,4% no ano passado; Publicidade em vídeo saltou 48%, enquanto conteúdo programático ficou com quase um quarto do faturamento do digital
Dados da nova edição da Digital AdSpend 2018, realizada pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) confirmam que a publicidade digital tem atraído novos investimentos - o segmento já representa um terço do total investido em publicidade no País. Segundo o levantamento, referente aos números de 2017, a publicidade digital no Brasil cresceu 25,4%, saltando de R$ 11,8 bilhões para R$ 14,8 bilhões.
“Constatamos uma migração para a comunicação digital de verbas até então utilizadas em atividades como ações de PR, comunicação direta, produção e distribuição de tabloides”, explica Ana Moisés, presidente do IAB Brasil. Segundo sua avaliação, o crescimento do setor é apoiado também pelo desenvolvimento das plataformas e pela adoção de formatos publicitários mais ricos e atraentes sob a perspectiva do consumidor, e com melhores resultados para as marcas.
Publicidade em vídeo salta
A análise da distribuição dos investimentos por mídia revela que “Search, Classificados e Comparadores de Preço” continua a ser o formato líder, respondendo por um faturamento de R$ 6,5 bilhões (o equivalente a 44% do total dos investimentos em digital, com um crescimento de 14% em relação a 2016).
A categoria “Display e Mídias Sociais” ficou em segundo lugar, com R$ 5 bilhões (34% do total, e um aumento de 32% em comparação a 2016), enquanto “Vídeo” obteve R$ 3,2 bilhões (22% do total, com um aumento de 48% em relação a 2016).
A compra programática de publicidade, destacada pela primeira vez na edição passada do estudo Digital AdSpend, ficou com quase um quarto do faturamento do digital (22,5%) em 2017. Já em valores, aumentou 74%, passando de R$ 1,9 bilhão (2016) para R$ 3,3 bilhões no ano passado.
Dinheiro novo
Uma das novidades do Digital AdSpend 2018 é a análise sobre a migração de investimentos de outras mídias para o digital. Para os anunciantes, a migração representa um movimento natural e que tende a aumentar.
Leandro Claro, conselheiro do IAB Brasil e Digital Analytics & CMO na Youse Seguros, vem acompanhando de perto todas as discussões sobre o que é o Digital AdSpend. “Como anunciante, mais importante do que definir o que é a publicidade digital, seria auxiliar o mercado no entendimento de como fazer. Benchmarks por indústria, demonstrativos de eficiência, resultados associados a KPIs de negócios farão com que o entendimento do AdSpend deixe de ser encarado como um gasto, e seja visto como um investimento voltado ao desenvolvimento dos negócios”, explica.
Metodologia
A Digital AdSpend 2018 manteve a metodologia das edições anteriores, incluindo a análise de números do próprio IAB Brasil, consultas ao mercado e dados públicos, bem como entrevistas com membros do ecossistema da publicidade digital brasileira, composto por anunciantes, veículos, ad networks, agências e empresas de tecnologia. Mas passará por ajustes para as próximas edições.
“A análise da migração de investimentos para a comunicação digital apontou a necessidade de aplicarmos um método mais amplo daqui para frente. O objetivo é apresentar ao mercado uma metodologia que seja capaz de capturar as mudanças que afetam permanentemente o nosso mercado”, comenta Cristiane Camargo, diretora executiva da entidade.
Recentemente, tratamos sobre as providências à disposição do consumidor caso tenha comprado produto em e-commerce e não recebido. No texto em questão pode ser encontrado um roteiro com as providências extrajudiciais até o ingresso no Juizado Especial Cível, com um modelo de petição para facilitar o consumidor prejudicado. Agora vamos tratar sobre o passo a passo caso o produto comprado via web tenha sido recebido com defeito.
e-commerce
Foto: Canaltech
Importante mencionarmos algumas diferenças que a lei determina sobre os direitos do consumidor:
Garantia legal X garantia contratual;
Vício aparente X vício oculto;
Produto durável X produto não durável.
A garantia legal é assegurada a todos, por lei. O consumidor tem 30 dias a contar da entrega para reclamar de defeito aparente (aquele que se constata facilmente) no produto não durável, como por exemplo, alimentos e bebidas, bem como, 90 dias, no caso de produto durável, tal como eletrodomésticos.
Já a garantia contratual é concedida por escrito pelo fabricante ou fornecedor, podendo variar e sendo complementar (soma-se o tempo) à garantia legal.
No caso de vício oculto, aquele que se toma conhecimento somente após o transcurso de terminado tempo, conta-se o prazo da data da sua ocorrência, como por exemplo no caso de defeito no sistema de freio do veículo. Diferentemente do vício aparente, que é de fácil percepção a todos e conta-se da sua constatação.
Pois bem, nos prazos acima, o produto com defeito deverá ser encaminhado à assistência técnica autorizada do fabricante, a qual deverá consertá-lo no prazo máximo de 30 dias. Portanto, exija sempre a ordem de serviço datada para fins de controle e contagem do prazo.
Extrapolado o prazo para conserto, o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor assegura que o consumidor poderá, alternativamente, optar:
Pela substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
A restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou;
O abatimento proporcional no preço.
Interessante destacar que no caso de compra em loja virtual ou por telefone (fora do estabelecimento comercial), o consumidor ainda pode fazer valer o seu direito de arrependimento, hipótese em que terá direito à devolução do valor pago sem a necessidade de justificar a sua decisão, desde que o faça dentro do prazo de 7 dias a contar do recebimento do produto. De todo modo, recomendamos verificar a Política de Troca e Devoluções do site da loja virtual.
Outra situação que merece destaque é a compra de produtos essenciais à vida para os quais a lei autoriza a imediata substituição sem necessidade de prévia passagem pela assistência técnica. Podemos citar como exemplo a geladeira, o celular, o colchão e o fogão.
Por fim, recomendamos para o produto com defeito as mesmas orientações abordadas nos tópicos 2 e 3 do nosso artigo anterior (disponível neste link) e sugerimos abaixo um modelo de petição inicial, valendo lembrar que se trata tão somente de uma diretriz, devendo a narração dos fatos ser clara e objetiva, conforme as peculiaridades de cada caso.
Boa sorte!
Modelo de petição
EXCELENTÍSSIMO SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ____ VARA DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE (inserir nome da cidade onde reside), ESTADO (inserir nome do Estado onde reside).
(NOME DO(A) AUTOR(A)), (nacionalidade), (estado civil), (profissão), portador(a) da Cédula de Identidade R.G. nº__________ , inscrito(a) no CPF/MF sob nº_____________, residente e domiciliado(a) na
_________________, nº _____, Bairro _________, CEP_________, na Cidade ___________, Estado________, e-mail__________, telefone ( )__________, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência,
propor a presente:
AÇÃO INDENIZATÓRIA em face de (NOME DA EMPRESA/LOJA VIRTUAL), inscrita no CNPJ/MF sob nº________, com sede na Rua_______________, CEP____, Cidade_________, Estado__________, pelos motivos de fatos
e de direito a seguir expostos:
DOS FATOS
Em (inserir data), o(a) Autor(a) adquiriu o produto (descrever o produto) no site da loja virtual (nome da empresa), pelo valor de R$_________, conforme anexo comprovante de pagamento (por ex.:
boleto, e-mail da loja de compra aprovada, nota fiscal).
O produto foi entregue na data aprazada, mas, tão logo o Autor(a) abriu a embalagem e testou o produto, imediatamente constatou o defeito (descrever o defeito).
Então, dentro do prazo da garantia legal e seguindo a orientação da Política de Troca e Devoluções do site da loja virtual, o Autor(a) encaminhou o produto para a Assistência Técnica do Fabricante na data (--/--/--), conforme anexa ordem de serviço, todavia, ultrapassados mais de __ dias (Atenção: prazo deve ser superior a 30 dias), o produto não foi consertado.
Em razão da ausência do conserto, o(a) Autor(a) registrou as anexas reclamações perante o SAC da Ré e o PROCON, mas não obteve sucesso.
Ainda envidando esforços para resolver o problema, solicitou perante o SAC da Ré, conforme protocolo anexo, a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, mas até a presente data o(a) Autor(a) não recebeu novo produto.
DO DIREITO
Consoante comprovado pelos documentos anexos, o(a) Autor(a) adquiriu o produto (descrever) no site da loja virtual, contudo, o produto foi entregue com defeito, o qual não foi sanado no prazo legal
de 30 dias pela Assistência Técnica.
Diante disso, o(a) Autor(a) optou por solicitar a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, em observância ao artigo 18, I, do Código de Defesa do
Consumidor abaixo transcrito:
Art. 18. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas.
§ 1º Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;
III - o abatimento proporcional do preço.
Diante do descaso da Ré tanto para realizar o conserto do produto quanto para trocá-lo, não restou outra alternativa ao(à) Autor(a) a não ser ajuizar a presente ação para requerer a restituição do valor pago, devidamente corrigido, conforme prevê o inciso II do artigo 18 do CDC.
DO PEDIDO
Diante do exposto, requer-se à V. Exa.:
Determinar a citação a Ré, por carta, no endereço acima indicado, para contestar, no prazo legal, sob pena de revelia;
Jugar procedente a ação para condenar a Ré ao pagamento do valor total pago pelo(a) Autor(a), qual seja: R$ __________, devidamente corrigido monetariamente pela Tabela do Tribunal de Justiça a partir da data da compra (desembolso), acrescido de juros de mora de 1% ao mês a partir da citação até a data do efetivo pagamento.
Dá-se à causa o valor de R$ __________(= valor econômico/desembolsado até 20 salários mínimos, teto para que se possa litigar no Juizado Especial Cível sem a necessidade de contratação de advogado.)
Termos em que.
Pede Deferimento.
(Local e data)
(Assinatura)
Finalmente o novo iPad da Apple, mais econômico e voltado para professores e estudantes, está disponível no Brasil diretamente na loja oficial da empresa. Com três opções de cores (prateado, dourado e cinza-espacial), ele vem com armazenamento de 32 GB ou 128 GB, além de também ter a opção de vir apenas com Wi-Fi ou Wi-Fi + Celular.
Com o chip A10 Fusion, este iPad promete ser capaz de executar tarefas pesadas, como edição de vídeos 4K e exploração de apps de realidade aumentada. Compatível com o Apple Pencil, que é vendido a parte, ele pode se tornar um caderno de anotações, mas também pode se conectar com teclados via Bluetooth. Ele pesa menos de 500 gramas e tem 7,5 mm de espessura, Wi-Fi de até 866 Mbps, 4G LTE de até 300 Mpbs e é compatível com Apple SIM.
O novo iPad se conecta com teclados via Bluetooth para maior comodidade (Foto: Divulgação / Apple)
Foto: Canaltech
Os preços definitivamente não fazem dele um aparelho acessível a todos, porém são bastante mais econômicos quando comparados aos iPad Pro:
R$2.500 (Wi-Fi e 32 GB de armazenamento);
R$3.000 (Wi-Fi e 128 GB de armazenamento);
R$3.200 (Wi-Fi + Cellular e 32 GB de armazenamento); e
R$3.700 (Wi-Fi + Cellular e 128 GB de armazenamento).
Com o Apple Pencil, o novo iPad se torna um bloco de anotações digital (Imagem: Divulgação / Apple)
Foto: Canaltech










