Ofertas de emprego para desenvolvedores de soluções Blockchain cresceram 33% no ano passado
O mercado de tecnologia está em plena ascensão a medida que cada vez mais empresas atravessam suas jornadas de transformação digital. Como consequência, a demanda por profissionais que assumam vagas em TI aumentou exponencialmente. Na última semana, o LinkedIn divulgou uma lista com as principais carreiras emergentes a partir de um levantamento feito na própria rede social em conjunto com outros relatórios recentes. A conclusão foi que o desenvolvedor de Blockchain está no topo da lista.
As listagens de vagas para a área cresceram 33 vezes no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com o Relatório de Empregos Emergentes de 2018. Em segundo lugar estão os engenheiros de aprendizado de máquina, cujas posições cresceram 12 vezes no mesmo período.
Completam os cinco principais cargos em 2018: Executivo de vendas de aplicativos, especialista em aprendizado de máquina e representante médico profissional.
Como os empregos em blockchain cresceram, também existem programas que treinam desenvolvedores e outros em habilidades de blockchain. Por exemplo, depois de criar um curso on-line sobre criptomoedas e redes blockchain de escala de negócios, a UC Berkeley passou por milhares de inscrições.
“Não é nenhuma surpresa que estamos vendo uma explosão de papéis de aprendizado de máquina e crescimento contínuo dos papéis da ciência de dados. Na verdade, nós começamos a ver isso no relatório do ano passado, no entanto ambos os campos estão começando a ver papéis mais especializados”, escreveu Guy Berger, economista-chefe do LinkedIn, em post do blog da empresa. “Também pode ser que você não fique chocado com o fato de o Blockchain Developer estar no topo da lista após o aumento de interesse em blockchain e criptomoedas neste ano.”
Mesmo que as criptomoedas como o bitcoin tenham perdido até 80% de seu valor este ano, o número de consumidores que adquirem as moedas digitais quase dobrou, de acordo com um novo relatório do Centro de Cambridge para Financiamento Alternativo da Universidade de Cambridge.
O número atual de usuários ativos únicos de carteiras de criptomoeda – bancos de dados que armazenam chaves hash ligadas a moeda digital própria – é estimado entre 2,9 milhões e 5,8 milhões, de acordo com o relatório. Foi baseado em dados de pesquisa de quase 150 empresas de criptomoeda e indivíduos em 38 países.
Pelo menos 1.876 pessoas estão trabalhando em tempo integral no setor de criptomoedas; O número real provavelmente é bem superior a 2.000, quando grandes organizações de mineração e outras organizações que não forneceram o número de funcionários foram adicionadas, de acordo com o relatório da Universidade de Cambridge. As empresas pesquisadas indicaram que têm 21 funcionários em tempo integral, em média, mas a existência de várias grandes empresas com forças de trabalho maiores poderia distorcer a média.
A pressa em encontrar desenvolvedores de blockchain também aumentou a pressão sobre os salários no campo. Os desenvolvedores de blockchain agora recebem um salário anual de até US $ 175 mil, segundo a Hired, uma empresa de recrutamento de empregos.
O que um desenvolvedor Blockchain precisa saber?
O LinkedIn relatou que as principais habilidades dos desenvolvedores de blockchain incluem Solidity (uma linguagem de programação para criar contratos inteligentes); Ethereum (um blockchain de código aberto que inclui uma criptomoeda); Desenvolvimento de criptomoedas; e Node.js (um JavaScript usado para gravar ferramentas de linha de comando em nós ou servidores blockchain).
As principais indústrias que contratam são TI e serviços relacionados, software de computador e empresas de Internet. As três principais empresas que contratam desenvolvedores de blockchain são IBM, ConsenSys e Chainyard.
Já as cidades onde a demanda por desenvolvedores de blockchain é maior incluem São Francisco, Nova York e Atlanta, de acordo com o LinkedIn.
“Só o tempo dirá se a blockchain será uma tendência de longa data no mercado de trabalho”, observou Berger.
Ranking da revista Time colocou o game Dandara entre os destaques de 2018. É a primeira vez que uma produção brasileira integra lista
A revista Time selecionou o game "Dandara", criação do estúdio mineiro Long Hat House, de Belo Horizonte, como um dos 10 melhores do ano. É a primeira vez que uma produção brasileira aparece na lista.
"Em uma radical atualização para a plataforma old-school 2D, os jogadores de Dandara pulam de um ponto a outro para ajudar a heroína titular (inspirada em uma abolicionista brasileira do século 17 do mesmo nome) a salvar o mundo de Sal de uma misteriosa e infecciosa Ideia de Ouro", escreve a revista Time no post sobre o ranking. "Os lindos gráficos e uma ampla gama de ataques valem a pena a curva de aprendizado", acrescentou.
A inspiração da personagem principal do game vem de Dandara dos Palmares que, ao lado de Zumbi dos Palmares, lutou contra a escravidão no Brasil. A narrativa também traz referências à cultura brasileira, como Tarsila do Amaral. Lançado em fevereiro deste ano, o jogo está disponível no PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, PC, iOS e Android.
A lista da Time ainda traz os jogos Donut County (PS4, iPhone, PC), Assassins Creed Odyssey (PS4, Xbox One, Switch, PC), Super Mario Party (Switch), Florence (iPhone, Android), Red Dead Redemption 2 (PS4, Xbox One), Subnautica (Xbox One, PC), Into the Breach (Switch, PC), Spider-Man (PS4) e God of War (PS4), que assumiu a primeira posição no ranking da revista.
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Nova 4 traz notch circular na tela com câmera frontal de 25 MP; Preço sugerido é de 500 dólares no mercado chinês
Após revelar algumas informações nas últimas semanas, a Huawei finalmente anunciou o seu smartphone Nova 4, que traz um notch diferente, que consiste basicamente em um orifício na tela.
De acordo com informações do The Verge, esse buraco circular abriga uma câmera frontal de 25MP, que ainda tem a companhia de uma câmera tripla de 48MP na parte de trás.
As especificações do Huawei Nova 4 também incluem uma tela de 6,4 polegadas (com resolução de 2310x1080 pixels), 8GB de RAM, processador Kirin 970, 128GB de armazenamento interno (expansível) e sensor de impressão digital na traseira.
Além disso, o mais recente aparelho da fabricante chinesa traz uma bateria de 3.750mAh, com suporte para recarga rápida de 18W via USB-C.
O Nova 4 terá preço sugerido de cerca de 500 dólares no mercado chinês, sendo que a Huawei também oferece uma versão mais barata, por 450 dólares, que conta com uma câmera traseira de 20MP.

De acordo com estimativas de agência da ONU, cerca de 3,9 bilhões de pessoas estarão on-line ao final de 2018.
Um marco será alcançado no final de 2018, quando cerca de 3,9 bilhões de pessoas, ou 51,2% da população global, estarão conectadas com a Internet,
segundo estimativas da ITU (International Telecommunication Union), ligada à Organização das Nações Unidas, a ONU.
De acordo com a agência de telecomunicações da ONU, esse número marcará a primeira vez na história em que mais de metade da população global estará on-line.
Em um comunicado sobre o assunto, a ITU aponta que essa conectividade ajudará a promover um desenvolvimento sustentável pelo mundo e destaca o crescimento da África em termos de acesso à Internet, que passou de 2%, em 2005, para mais de 24% da população em 2018. Para efeito de comparação, na Europa e nas Américas, essa porcentagem é de 79,6% e 69,6%, respectivamente.
Apesar dessa marca histórica, acima dos 50%, a agência da ONU lembra que muitas comunidades pelo mundo ainda não têm acesso à Internet, especialmente entre mulheres e garotas.
“As estatísticas mostram que pessoas mais velhas também permanecem desproporcionalmente off-line, assim como quem possui deficiências, populações indígenas, e algumas pessoas vivendo em alguns dos locais mais pobres do mundo”, afirma a ITU.
Maior investimento
Para mudar esse quadro, a ONU chama a atenção para a importância de mais investimentos, públicos e privados, no desenvolvimento de infraestruturas para ampliar a conectividade.
Analistas de sistemas ou arquiteto da informação? Desenvolvedor ou Analista de suporte? Mesmo aqueles que já estão no caminho podem ter dificuldades de decidir qual carreira seguir
Carreiras em tecnologia têm sido destaque nos últimos anos dado a digitalização de todos os negócios mundo afora. E no Brasil, o cenário não é diferente. Segundo o IDC, o Brasil é o 4º maior centro
de TI do mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão. Esse é o segmento brasileiro que mais cresce, entretanto, o déficit de pessoal na área de Tecnologia da Informação (TI) é de
cerca de 40 mil profissionais de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
Além das barreiras que foram criadas em torno do aprendizado de programação, é muito comum encontrar pessoas que já estão nesse caminho e não conseguem decidir uma carreira em TI. Para ajudar nessa
decisão, a Mastertech, startup que capacita talentos para o futuro, preparou um guia de carreira em TI com especificações de seis caminhos que você pode escolher para gerar transformações dentro da
tecnologia. Confira abaixo.
Analista de requisitos
O analista de requisitos faz o levantamento e análise de todas as informações de sistemas, aplicativos, páginas na web, ferramentas ou recursos mobile para a realização de um projeto, como o
desenvolvimento de um software, por exemplo.
Junto com o analista de testes e o gerente de projetos, esse profissional garante que todas as especificações necessárias para uma ação serão preparadas antes de começar o desenvolvimento,
reduzindo riscos e otimizando processos. Para isso, é preciso ter um conhecimento de linguagens de programação como C#, Java e desenvolvimento mobile, além de compreender lógica de programação,
modelagem de dados, arquitetura de serviços, APIs, banco de dados e documentação.
O mercado para esse tipo de profissional ainda precisa amadurecer, mas a tendência é que ele se torne cada vez mais necessário para evitar prejuízos nos projetos. O analista de requisitos tem uma
média salarial de R$ 3.000 a 5.000 para profissionais de nível pleno.
Analista de sistemas
Esse profissional tão conhecido na área de TI é o responsável pelo gerenciamento de toda a tecnologia da informação de uma empresa. É o analista de sistemas que estuda as melhores formas de
processar informações em qualquer ambiente, desenvolvendo soluções para as necessidades e problemas existentes.
Para ser um analista de sistemas é preciso entender de desenvolvimento de software, infraestrutura e gerenciamento da informação. Dentro disso está a capacidade para resolver problemas complexos,
raciocínio lógico, organização, conhecimento avançado de banco de dados e lógica de programação.
Esse é um dos profissionais mais requisitados dentro do mercado de TI, sendo procurado em empresas de diversos setores. O salário de um analista de sistemas varia de R$ 1.500 para profissionais
júnior até R$ 7.000 para nível sênior.
Analista de suporte
Sabe aquele momento em que tudo dá errado? Essa é a hora de brilhar para o analista de suporte. Responsável pelo atendimento de usuários, identificação e registro de problemas, este profissional
faz testes, atualiza sistemas, corrige bugs, faz a migração de computadores e usuários, elabora documentos e implanta processos.
As principais habilidades necessárias para isso são conhecimentos de linguagens ou sistemas operacionais, sendo os mais comuns: SQL, C#, Javascript, Windows, Mac, Linux e Pacote Office. Além disso,
é preciso ter noções de redes, backups, otimização de recursos e lógica de programação avançada. A faixa salarial desse profissional varia de R$ 1.500 a R$ 3.000 para nível júnior e pleno, podendo
chegar a R$ 4.500 nos cargos sênior.
Analista de testes
Todos os produtos digitais que utilizamos são testados mais de uma vez antes de chegarem até nós. O analista de testes é responsável por essa avaliação de softwares, sites, aplicativos, jogos,
ferramentas ou qualquer outra plataforma. Sua tarefa é elaborar planos de testes para identificar erros e defeitos no código, apresentando melhorias para a equipe.
Ou seja, para ser um analista de testes é preciso prestar atenção aos detalhes, ter conhecimentos básicos de HTML e banco de dados SQL, além de linguagens de programação relacionadas ao ambiente em
que estará atuando. A demanda por profissionais com esses conhecimentos cresce tanto quanto por desenvolvedores e os salários variam de R$ 2.500 até R$ 9.000 para profissionais sênior.
Arquiteto da informação
O arquiteto da informação, como o nome diz, tem uma função parecida com o arquiteto de imóveis, ou seja, ele é responsável por projetar, supervisionar e executar sites, aplicativos ou sistemas.
Para que boas experiências aconteçam aos usuários, as plataformas precisam ser organizadas da melhor forma possível. Junto ao UX designer, o arquiteto da informação cria wireframes, sitemaps,
personas e pesquisas que auxiliam no desenvolvimento das necessidades do usuário.
Um bom arquiteto da informação consegue enxergar padrões em grandes quantidades de informação a partir de conhecimentos de pesquisa, SEO, análise de dados e lógica. Apesar de não serem obrigatórios
conhecimentos em programação, o AI atua junto com desenvolvedores o tempo todo. A faixa salarial desta função varia de R$ 2.000 para profissionais júnior até R$ 9.000 para sênior.
Desenvolvedor e Operações (DevOps)
A integração entre as equipes de desenvolvimento de software e operações de TI aconteceu com a criação do cargo de DevOps. Esse profissional é responsável por otimizar a produtividade dos projetos
desde a ideação até o feedback final. Sua tarefa é facilitar a comunicação, colaboração e integração das equipes para padronizar processos e aumentar a velocidade de implementação de novidades.
Como o DevOps atua em duas frentes, sistemas e infraestruturas, ele precisa estar ligado em habilidades de gestão para o planejamento, desenvolvimento, automação e serviço, além de ter
conhecimentos aprofundados em sistemas operacionais, metodologias ágeis e linguagens de desenvolvimento de software. Sua faixa salarial vai de R$ 2.500 até R$ 6.000, sendo que pode chegar a R$
15.000 para profissionais sênior em multinacionais ou empresas de grande porte.
Lembrando que escolher entre uma ou outra carreira em TI não é uma decisão definitiva: com o aprendizado em tecnologia é possível testar diversos caminhos possíveis até encontrar o que mais se
encaixa com o seu perfil e seus desejos de futuro. Basta ter coragem e começar a praticar!










