O estilista italiano Giorgio Armani apresentou um novo aparelho celular de US$ 1.032 (R$ 1.797), sob a chancela da marca homônima, nesta sexta-feira (9). O aparelho estilizado deve complementar a linha do estilista --que já é composta por roupas e perfumes-- e tem a intenção de combinar com a linha de ternos Armani.
O fundador e estilista Giorgio Armani, considerado um cânone da moda italiana, fez uma breve aparição pública durante o lançamento do smartphone Armani-Samsung --cujo sistema operacional será o Windows Mobile 6.5, que entrou no mercado nesta semana.
O elegante telefone tem tela sensÃvel ao toque e teclado deslizante. Também inclui reprodutor de vÃdeos e navegação GPS, assim como um detalhe em bronze, "que combina perfeitamente com os ternos Armani", de acordo com comunicado.
Armani, 75, não falou durante a apresentação --apenas posou para fotografias. Mas disse, em comunicado, que "procurou criar um aparelho perfeito para os executivos de hoje".
O estilista, que sofreu com uma crise de hepatite neste ano, anunciou três grandes mudanças na administração da grife em setembro, o que dá um indicativo na flexibilização da sua jornada de trabalho. No mês passado, Armani, conhecido pelas suas linhas de roupas elegantes, clássicas e com cores suaves, disse que estava reformulando a sua agenda para cuidar melhor da sua saúde.
Trata-se do terceiro telefone Armani lançado pela Samsung.
No lançamento, o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, vestindo uma gravata Armani, disse que o telefone era uma "declaração de estilo" e que sua companhia não deseja trabalhar em parceria com outros estilistas, informando que a parceria com a Samsung e a Armani era "uma coisa única".
As vendas mundiais de semicondutores avançaram 5% em agosto ante o mês anterior, ajudadas pela recuperação nos gastos dos consumidores, por programas de incentivo para produtos com maior eficiência energética e pela alta nas vendas de laptops, informou a Associação da Indústria de Semicondutores (SIA, na sigla em inglês).
A SIA anunciou que as vendas mundiais de semicondutores chegaram a US$ 19,1 bilhões em agosto, ante US$ 18,2 bilhões em julho, o que marca o sexto mês consecutivo de crescimento sequencial.
No entanto, as vendas de chips em agosto ficaram 16% abaixo do total vendido no mesmo mês em 2008.
"Diversos programas de incentivo a produtos com maior eficiência energética, em segmentos como automóveis e eletrodomésticos, estimularam a demanda por semicondutores, que acionam tecnologias essenciais para a redução do consumo de energia", afirmou o presidente da SIA, George Scalise, em comunicado.
"Apesar da lenta recuperação da demanda no setor empresarial, estamos encorajados pela virada no Ãmpeto do setor, depois da mais profunda queda em uma década", disse Scalise.
As vendas de chips até agosto, estimadas em US$ 133,8 bilhões, acumulam queda de 21,3% contra igual perÃodo do ano passado. Mas o ritmo de queda vem diminuindo com relação aos primeiros seis meses de 2009, durante os quais as vendas de chips caÃram em 25%, de acordo com a SIA.
O Nokia N97 ( www.nokia.com.br) veio para o Brasil disputar a atenção dos amantes do controle com toque na tela com o iPhone e o Samsung Jet. No desafio, o celular da Nokia tem uma vantagem: o teclado QWERTY deslizante, que dispensa o teclado virtual. Apesar disso, ele não desbanca a sensibilidade ao toque do telefone da Apple.
O aparelho chega ao paÃs cerca de oito meses depois de ser lançado no exterior --para se ter uma ideia, já foi lançada até a versão mÃni dele fora do paÃs. E é preciso desembolsar R$ 2.399 (preço sugerido, sem os possÃveis descontos feitos pelas operadoras).
Realizando as funções básicas, o N97 funciona bem. Para discar números, é preciso apenas um toque e, se seu contato estiver selecionado como favorito, o processo é ainda mais rápido --dá para exibir seus favoritos na tela principal.
Apesar disso, a busca por outros contatos (os não favoritos) em uma lista depende de um scroll --botão de rolagem--, que nem sempre responde bem quando a tela está sendo mostrada na horizontal.
A tela principal (sensÃvel ao toque e de 3,5 polegadas) é um dos pontos fortes do aparelho. Você escolhe e organiza os widgets do jeito que achar melhor -e existem boas opções. O acesso fica fácil, mas saiba que precisará de um farto plano de dados (ou conexão Wi-Fi) para manter a tela funcionando completamente.
Um dos widgets de destaque é o do Facebook, que mostra dados do perfil. O programa funciona bem --e acessa a rede social com rapidez--, mas a sincronia entre o que acontece no telefone e na internet ficou defasada em alguns testes. O telefone não lia imediatamente o que havia acontecido.
O aparelho tem um bom design e não risca com facilidade, mas a bateria é tão difÃcil de ser retirada que pode até dar medo de quebrar o caro telefone.
Câmera
Na parte traseira do produto, fica a câmera de 5 Mpixels, que faz boas fotos e é ativada no momento em que se abre a "capa" da lente --cuidado, o espaço para movimentar a capa junta poeira fácil. As fotos só apresentaram problemas quando feitas por meio da função Upload do Facebook. Algumas vezes, a imagem era processada, mas não ia para a rede.
O teclado fÃsico também é ponto forte, com teclas espaçadas e confortáveis. Mas a posição da tecla espaço e da que ativa as letras maiúsculas pode atrapalhar no começo --é preciso um tempo de adaptação.
A navegação do celular é intuitiva, e o menu funciona com clique duplo, o que evita erros.
O acelerômetro é bom, mas não é ótimo. Por vezes, não detecta a posição real do produto e é necessário abrir o teclado para que a tela fique horizontal.
O travamento do telefone, feito com um botão lateral, é inteligente, mas falta sincronia entre o botão e a luz do aparelho. Algumas vezes, o aparelho demora demais para acender a luz após o destravamento.
E-mails, mapas e navegação na internet funcionam bem. Além disso, existem programas que levam diretamente a sites como YouTube, Amazon e Qik.
O celular tem a boa memória de 32 Gbytes (expansÃveis) e conexão 3G, Wi-Fi e Bluetooth. A bateria durou quatro dias nos testes.
Se é possÃvel ter um computador sem gastar muito, incrementá-lo com bons softwares não custa nada.
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Comece pela segurança. Softwares antivÃrus como AVG, avast! e AviraAntiVir ajudam a manter o computador longe das pragas virtuais.
Aliado importante na segurança, o anti-spyware combate softwares espiões. Entre as opções recomendadas estão o Malwarebytes Anti-Malware, o Ad-Aware e o Spybot -Search & Destroy.
Outro tipo de software que não pode faltar é um pacote de escritório. Entre os gratuitos, um destaque é o BrOffice.org, versão do OpenOffice.org adaptada para português do Brasil. O pacote, que inclui editores de texto, planilhas e apresentações, é compatÃvel com arquivos do Microsoft Office.
Quem costuma fazer edições de imagem, desde as mais simples até as mais avançadas, encontra no Paint.NET e no Gimp duas boas opções.
Para ver vÃdeos, uma boa pedida é o VLC, tocador multimÃdia gratuito que abre praticamente todos os formatos mais populares, como AVI, ASF, WMV, MP4, MOV, 3GP e OGG, além de reproduzir filmes em DVD e arquivos de áudio.
Ainda na seara multimÃdia, o Miro suporta os formatos mais comuns e baixa vÃdeos do YouTube, além de acessar canais gratuitos em alta definição.
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A Unesp (Universidade Estadual Paulista) põe em operação a partir de hoje o maior conjunto de computadores usados para processamento em grupo na América Latina.
Com "clusters" (aglomerados) de máquinas espalhados em São Paulo, Botucatu, Araraquara, Bauru, São José do Rio Preto e Ilha Solteira, cientistas paulistas terão acesso agora a um sistema que na prática opera como se fosse um único supercomputador.
O poder de processamento do sistema é de 33,3 Teraflops: 33,3 trilhões de cálculos por segundo. "É o equivalente a 10 mil computadores domésticos padrão, com processador Pentium 4", diz Sérgio Novaes, professor do IFT (Instituto de FÃsica Teórica) que coordena o projeto.
Batizado de GridUnesp, o sistema opera em esquema de "grid", que distribui as tarefas de cálculo entra as várias máquinas de acordo com o grau de ociosidade de cada uma delas.
Para descrever a capacidade de armazenamento do sistema, Novaes recorre a outra metáfora. "É igual a uma pilha de DVDs com a altura de um prédio de 18 andares."
A motivação do projeto, explica o professor, foi o aumento da demanda de áreas de pesquisa que requerem grande poder computacional. A Unesp já tem 14 projetos qualificados para usar a super-rede de processamento, indo da biologia de proteÃnas à fÃsica de partÃculas, passando pela meteorologia.
João Baptista Aparecido, especialista em mecânica de fluidos da Faculdade de Engenharia da Unesp de Ilha Solteira, é um dos cientistas que vai se beneficiar do novo "grid". A rede permitirá seu grupo de pesquisa atacar assuntos mais complexos e obter resultados mais rápido. "Alguns problemas requerem processamento de até 30 dias, e isso pode ser reduzido para três dias", afirma.
O controle do GridUnesp fica no novo prédio do IFT, na Barra Funda, onde está o maior dos sete "clusters". As unidades estão ligadas via fibra óptica em duas conexões de 10 Gbps. "É 5.000 vezes mais rápido que uma banda larga doméstica", diz Novaes.
O custo do projeto --que também será interligado a um "grid" dos Estados Unidos-- foi de R$ 8 milhões, divididos entre a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia) e a Unesp.










