O consumidor brasileiro agora é multicanal. Isso significa que, principalmente pelos efeitos da pandemia, as pessoas tiveram que aprender a se relacionar com as marcas através da internet, aumentando de forma expressiva o número de empresas que migraram para o comércio eletrônico.
Só em 2020, 13 milhões de novos consumidores passaram a utilizar o comércio eletrônico, um crescimento de 29% em relação ao ano anterior. Segundo os dados da 43ª edição da pesquisa Webshoppers, realizada pela EBIT| Nielsen em parceria com a Bexs, o faturamento das lojas virtuais atingiu um recorde histórico: 87 bilhões de reais em vendas, o que representa 41% de crescimento em relação a 2019.
Com o crescimento rápido e significativo deste mercado, as empresas que atuam no comércio eletrônico precisam aprimorar suas estruturas e as tecnologias capazes de melhorar a experiência de compra e aprimorar a segurança, incentivando cada vez mais o consumo digital.
De acordo com o levantamento da Betalabs, em 2020 houve um aumento de 120% na utilização de plataformas de comércio eletrônico no Brasil. Além disso, o e-commerce já é responsável por 8,48% do total de sites na internet brasileira, índice que em 2015 representava 2,65%, segundo a pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro, realizada pelo PayPal Brasil em parceria com a Big Data Corp.
Empresas que experimentam esse rápido crescimento de mercado buscam maneiras para darem conta da nova demanda. Entre elas, a otimização da operação com investimento em plataformas com tecnologia avançada que refletem em vantagens na redução de custos com infraestrutura dedicada, aumento da performance da equipe de tecnologia, além de melhorar a experiência de compra dos clientes.
"Quando mudamos a nossa plataforma de e-commerce para uma versão enterprise, os resultados de velocidade de carregamento das nossas páginas tiveram uma melhora superior a 80% e o deploy de atualizações que, antes levava uma média de 30 minutos deixando o site indisponível, agora leva segundos sem paralisações no site", relata Maurício Albiero, Product Owner na Proxys Group, empresa especialista em e-commerce que passou por um processo de migração de plataforma.
Existem grandes players de mercado especializados nesse serviço, porém, muitas empresas investem na capacitação interna do time.
Investimento em operação e logística
Além da otimização das plataformas de e-commerce, as empresas também apostaram em melhorias para os setores de operação e logística. Os dados da pesquisa Vender em Marketplaces, publicada em 2020 pela Olist, mostram que o número de empresas que têm entre 2 e 5 funcionários responsáveis pela operação de marketplaces, de 2018 para 2019, subiu de 34,2% para 64%. A pesquisa também aponta para o crescimento do número de empresas que passaram a utilizar um ERP - sistema integrado de gestão empresarial - para otimizar principalmente a operação logística. Em 2020, 61% das empresas entrevistadas já utilizavam um ERP e 24% afirmaram que a implantação do sistema ocorrerá em breve.
Investimentos em todo o ecossistema de tecnologia, utilização de novos softwares e a capacitação de colaboradores são algumas das ações que as empresas de e-commerce estão aplicando para acompanhar o crescimento rápido do mercado.
Número de pessoas conectadas multiplataforma no país chegou a 126,5 milhões no primeiro semestre de 2021, uma alta de 3% em relação ao fim do ano passado; dispositivos móveis concentram 112 milhões de usuários, alta de 6% em relação ao final de 2020
O número de pessoas conectadas multiplataforma no Brasil chegou a 126,5 milhões no primeiro semestre de 2021, uma alta de 3% em relação ao fim do ano passado, quando eram 122,7 milhões. Dispositivos móveis concentram 112 milhões de usuários, uma alta de 6% em relação ao final de 2020. Estes são alguns dos dados resultantes do recente estudo “Tendências e Comportamentos Digitais 2021”, da Comscore, empresa especializada em medição de audiências digitais.
Segundo a Comscore, o distanciamento social imposto pela pandemia teve um grande impacto no crescimento da população digital, que segue ascendente no Brasil. O relatório aponta também que o acesso via dispositivos móveis (smartphones e tablets) cresceu em ritmo ainda mais acelerado neste período, atingindo a audiência de 112 milhões de usuários, que levou a uma alta de 6% em relação ao final de 2020, quando eram 105 milhões.Na América Latina, o Brasil é destaque em audiência exclusiva móvel, seguido de México, Colômbia e Chile. De acordo com o levantamento da Comscore, dentro do total de pessoas conectadas, são 77,9 milhões que acessam a internet exclusivamente por mobile. As que usam apenas dispositivos desktop são 14,5 milhões, e 34,1 milhões utilizam ambas as plataformas.
TEMPO DE USO
A análise mostra que o brasileiro passa, em média, 3 horas e 23 minutos por dia conectado à rede. Dentro desse tempo, a quantidade de minutos consumida por meio de dispositivos móveis teve uma alta de 23% entre janeiro de 2020 e junho de 2021, enquanto o acesso via desktop permaneceu constante. Como resultado, 81% dos vídeos reproduzidos na internet são consumidos nos celulares ou tablets e o uso de aplicativos representa mais de 90% do tempo consumido nesses dispositivos.
“Os smartphones são preferência entre os brasileiros e, seguramente, a pandemia foi uma impulsionadora do seu uso para diferentes funções. Isso nos direciona a uma sociedade cada vez mais conectada. Com isso, temos análises mais assertivas em relação aos hábitos de consumo e conseguimos direcionar fortes tendências para as marcas”, diz Alejandro Fosk, diretor geral da Comscore América Latina.
ANÁLISE DE PERFIL
O estudo mostrou uma equidade entre os gêneros da população digital: 50% são homens e 50% mulheres. Em relação à faixa etária, a maior concentração desses usuários está entre as gerações baby boomer (45+ anos) e millenial (25 – 34 anos).
A região que lidera em número de consumidores é o Sudeste (48,5%), seguida por Nordeste (23,4%), Sul (14,9%), Centro-Oeste (7,8%) e Norte (5,4%), em quantidade de pessoas conectadas.
De acordo com a Comscore, os baby boomers têm passado mais tempo conectados. A população digital acima dos 45 anos aumentou seu consumo de internet em 30% no período de um ano.
O relatório da empresa também constatou que a categoria Social Media foi a líder de audiência em junho de 2021, quando os usuários acumularam 343,5 milhões de minutos em navegação pelas plataformas de interação social. Nesse ponto, o Facebook segue na liderança, com folga, em relação ao tempo de consumo dos internautas.
Já entre os aplicativos mobile preferidos dos usuários, os líderes de audiência são WhatsApp, Instagram, Facebook e YouTube.
Metodologia pode ser usada para projetar soluções para problemas em diferentes áreas.
Em português, pode ser traduzido como "pensamento de design", mas o design thinking — mais conhecido pelo termo em inglês — não é de forma alguma propriedade exclusiva dos designers.
Grandes inovadores do mundo da literatura, da arte, da música, da ciência, da engenharia e dos negócios o praticam, explica a Interaction Design Foundation, a maior escola de design online do mundo.
As renomadas universidades de Stanford, Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos EUA, oferecem cursos dedicados a esta metodologia. E cada vez mais marcas conhecidas, como Apple, Google e Samsung, estão adotando este sistema.
Mas em que consiste, de uma maneira geral, o design thinking?
"Consiste em olhar o mundo como um designer. E isso significa se perguntar como melhorar o mundo sob a perspectiva de um designer", explica à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, Sandy Speicher, CEO da IDEO, empresa global de design à qual se atribui a popularização do método.
A empresa — fundada em Palo Alto, na Califórnia, e com sede na Europa, Ásia e América do Norte — não inventou o design thinking (já se havia escrito sobre ele na década de 1960), mas ficou conhecida por praticá-lo e aplicá-lo à resolução de problemas desde o início dos anos 1990.
Speicher está na IDEO há quase 17 anos, e é a primeira mulher a assumir o cargo de CEO da empresa. É reconhecida internacionalmente por sua experiência no design de sistemas em larga escala e na área de educação — ela liderou a implementação de um sistema escolar do zero no Peru.
"Podemos usar o design thinking para envolver as comunidades na criação de escolas melhores, hospitais melhores, sistemas de votação melhores... e tantas outras coisas! Especialmente nesta era de pandemia, em que há muito para projetar e reimaginar", afirma Speicher.
O design thinking se aplica a vários setores e não é exclusivo de quem tem formação em design.
Muito além do mundo do design
"Se originou com produtos, depois se expandiu para serviços e depois para espaços e sistemas. Hoje se tornou central para os negócios em uma infinidade de aspectos, desde ser mais sustentável até implementar uma estratégia digital", explica Speicher.
"Quando você aplica o design thinking a um negócio, a forma de trabalhar começa a mudar."
"Aprendemos a ser mais colaborativos, a envolver diferentes áreas de uma equipe ou de uma empresa", acrescenta.
O design thinking também pode ser aplicado a decisões não empresariais.
"Às vezes, fazemos exercícios em grupo em que usamos o design thinking para desenvolver, por exemplo, como seria um jantar perfeito. Há questões simples e específicas às quais você pode aplicar o design thinking, e outras maiores e mais significativas", diz Speicher .
Saúl Loriente Rodríguez, fundador e diretor da Design Thiking España — empresa especializada em design thinking — concorda.
Loriente, que começou sua carreira na área de criação publicitária e agora se dedica à estratégia de marca, define o design thinking como uma "metodologia de inovação focada na criação de soluções".
"Em um processo de design thinking, você parte de um problema — que chamamos de desafio — e tem que encontrar uma solução. E podemos estar falando sobre qualquer tipo de produto ou serviço, desde uma melhoria em um sistema de compartilhamento de carros até uma viagem em família", acrescenta Loriente.
O mais importante, diz o especialista, é que você leve em consideração as pessoas afetadas por esse problema (e para quem você vai desenhar a solução).
Uma pergunta vital: para quem você está projetando?
"Uma questão muito importante no design thinking é que sempre colocamos as pessoas, os usuários, no centro. É vital entender o usuário para quem você projeta, gerar soluções para seus problemas ou necessidades e implementá-las", explica Loriente à BBC News Mundo .
"A ideia é encontrar uma solução rápida e econômica que você possa mostrar ao usuário, e então, por meio do feedback dele, obter pistas para saber se está no caminho certo (chamamos isso de prototipagem)", resume Loriente.
"Isso supõe que quando você projeta soluções, você não o faz pensando em intuições ou nas suas próprias ideias, mas sim observando e investigando as pessoas para quem você vai projetar."
Speicher acrescenta, por sua vez, que é vital nos perguntarmos não apenas para quem estamos projetando, mas com quem estamos projetando, "e incluir essa pessoa (ou pessoas) no processo de design".
O processo criativo: imagine possibilidades
"O design thinking é frequentemente considerado um processo, sempre começando com uma questão a ser resolvida", diz Speicher.
"Fomos todos educados com diferentes lições de ciências. Aprendemos uma forma de pensar científica, que é o método científico: a examinar o mundo, a analisá-lo, a elaborar hipóteses. É um processo básico que também existe no design e que começa com uma pergunta: o que você pode fazer melhor e como entender melhor o que as pessoas sentem e precisam?"
"Sintetizamos tudo isso em possibilidades imaginárias: e se o mundo fosse assim? E se este produto fosse assim? E se um serviço fosse desta outra forma? Como parte desse processo, testamos as ideias com as pessoas, e depois fazemos iterações", explica Speicher.
Então, diz ela, buscamos inspiração cobrindo todos os ângulos da questão, vendo como ela foi abordada antes e ouvindo a pessoa para quem projetamos.
"Em essência, é um processo bastante colaborativo que envolve entender as pessoas, imaginar novas possibilidades, experimentar e aprender coisas, receber feedback e repetir constantemente", afirma.
Em muitos sites especializados em design thinking, fala-se de um processo de quatro, cinco, seis e até 10 etapas diferentes.
A primeira costuma ser baseada na empatia, diz Speicher, "porque ouvir e compreender é vital para fazer a pergunta certa e buscar inspiração".
Mas a IDEO ressalta que nem sempre é necessário seguir uma estrutura linear.
No entanto, se você quiser ter uma referência, pode seguir este esquema:
- (EMPATIA) Elabore uma pergunta: pense em para quem você está projetando.
- (DEFINIÇÃO) Busque inspiração: saia pelo mundo em busca de inspiração, observe, descubra.
- (IDEALIZAÇÃO) Gere ideias: use a inspiração além do óbvio para encontrar novas soluções.
- (PROTOTIPAGEM) Torne as ideias tangíveis: crie protótipos preliminares e descubra o que funciona e o que não funciona.
- (TESTAGEM) Tentativa e erro: teste seus protótipos, repita (repita levando em consideração o feedback).
- Compartilhe a história: depois de encontrar a solução adequada, elabore e compartilhe a história para apresentar aos seus colegas e clientes.
"Podemos usar essas etapas para estruturar nossos pensamentos, mas devemos lembrar que não estamos limitados a essa sequência."
"Estamos sempre ouvindo, aprendendo, criando, iterando e imaginando. Todos esses recursos entram em ação o tempo todo", acrescenta Speicher.
Vejamos um exemplo...
"Imagine, por exemplo, que o que você pretende fazer é melhorar a utilização de um serviço de compartilhamento de veículos e promover a sua utilização pelos jovens", sugere Loriente.
Começamos criando empatia e observando: "Se você abordar a questão a partir do design thinking, na primeira parte desse processo você fará entrevistas com os jovens ou os observará para ver o que realmente falta no sistema de compartilhamento de carros".
E assim chegamos à definição: "Suponhamos que, de tudo o que você investigou e encontrou, parece que o mais interessante é que os jovens veem um problema em estacionar porque acabam gastando mais dinheiro, já que demoram mais tempo", acrescenta Loriente.
Então, estamos na fase da idealização: "Agora que você descobriu isso — e que vai se concentrar nesse problema — é quando você começa a gerar soluções. E talvez você diga: Bem, vou pedir que o pessoal da empresa estacione o carro, ou colocarei um recurso no aplicativo que informa ao usuário onde estacionar."
Agora vem a prototipagem: "Trata-se de materializar as ideias que tenham ocorrido, mas de uma forma muito simples. Por exemplo, em vez de redesenhar todo o aplicativo ou a nova funcionalidade que você pensou, o que você faz é criar um desenho, o que chamamos de wireframe (guia visual)".
"Você faz isso de forma rápida e barata, mas fundamentada visualmente o suficiente para que o usuário possa entender o que você está propondo", explica.
Por fim, a validação: "Você mostra ao usuário o que pensou, e ele te diz o que acha. Se parecer perfeito, você segue adiante para produzir essa solução. Caso contrário, você aprende com o que ele disse, e você já tem um ponto de partida para fazer uma versão melhorada da solução".
Uma mentalidade inovadora
Loriente afirma que o design thinking sempre promove a criatividade porque uma de suas fases visa gerar novas ideias.
Ele ressalta que uma característica importante para desenvolver essa criatividade é ter uma mentalidade inovadora.
"Uma mentalidade inovadora é criativa, tem iniciativa e não tem tanto medo de errar. Uma mentalidade criativa gosta de explorar novas relações entre as coisas, trabalha em equipe e não considera nada como certo."
Loriente afirma que se você aprender a ter uma mentalidade inovadora, poderá adotar melhor qualquer processo de design ou que envolva inovação — e que, ao mesmo tempo, colocar em prática o design thinking pode te ajudar a desenvolver as características de uma mente inovadora.
Para Speicher, o segredo é priorizar a criatividade.
"Há métodos e formas de pensar. Ou seja, existem as coisas que fazemos e a maneira como as orientamos, como estruturamos nossas mentes para dar saltos criativos", diz ela.
"A principal razão pela qual desenvolvemos processos de design não é porque eles nos dão a resposta para um problema, mas porque eles são a matriz do processo criativo; eles nos permitem priorizar nossa criatividade."
"O design thinking é uma forma de nos ajudar a ser criativos, de colocar essa criatividade para fora e colocá-la à prova."
"Todo mundo tem a capacidade de ser criativo, todo mundo pode projetar. Você apenas tem que ousar colocá-la em prática."
O descarte sustentável virou lição de casa e ai de quem não fizer. Você sabe o que fazer com o carregador do seu celular e como deve eliminar este lixo eletrônico? Partes de carregadores que não funcionam mais, fones de ouvidos quebrados, celulares velhos, pilhas e muitos outros itens possuem um lugar certo na hora de ir para o cesto. Mas tem consumidor que acha que dá o maior trabalho para se livrar disso tudo e aí acaba mal informado e pior: prejudica e muito o planeta e o meio ambiente.
A tecnologia cuida do planeta e você?
No caso de se desfazer dos aparelhos eletrônicos a dica é não desmontar nada. Eles devem ser colocados inteiros nos coletores espalhados pela cidade.
Geralmente é no mesmo local das pilhas. Caso o dispositivo tenha bateria de lítio, como em notebooks e celulares, deixe simplesmente junto. A Tecnologia ajuda no processo de identificar o coletor para o descarte de eletroeletrônicos. Pesquise. Shoppings, supermercados entre outros locais costumam ter um. Com certeza há um ponto de coleta próximo de você. Dê o exemplo para os seus filhos e amigos. São apenas 3 passos que farão a diferença para a sua casa maior, a Terra, né? Os passos são: separar o lixo eletrônico, achar o ponto de coleta e ir até lá. Simples assim...
Crianças são alvo de golpes populares em apps. Apesar das estruturas dos ataques variarem, os bandidos online adoram se esconder atrás de grandes grifes.
Eles acabam convencendo que elas precisam baixar algo. Como as crianças e os adolescentes são mais impulsivos, eles se aproveitam disso. Confira os pacotes do Terra Antivírus e cerque sua família de proteção. Fique seguro!
Edward Snowden, um ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), conhecido por vários vazamentos relacionados a governos e corporações, acredita que a proibição das criptomoedas na China fortaleceu o Bitcoin.
“É a primeira vez em muito tempo que tenho vontade de comprar bitcoin. Essa queda foi muito pânico e muito pouco motivo ”, twittou Snowden em março de 2020.
Ontem, ele citou aquela publicação e disse que o bitcoin “subiu ~ 10x desde então, apesar de uma campanha global coordenada por governos para minar a compreensão pública – e o apoio – da criptomoeda”.
“A China até o baniu, mas isso apenas tornou o Bitcoin mais forte”, acrescentou Snowden.
Esta não é a primeira vez que Snowden opinou sobre o Bitcoin. No início deste ano, ele criticou a falta de privacidade da criptomoeda. Durante o Ethereal Summit, Snowden disse que o Bitcoin precisava se tornar “privado por design” para combater os esforços contra “moedas de privacidade” como o Monero.
“O Bitcoin está realmente falhando de forma abrangente no ângulo da privacidade. Agora, em 2021, todo mundo sabe que há um problema quando falamos sobre vigilância digital.”
No início deste ano, o governo chinês impôs uma proibição específica à mineração de criptomoedas. Desde então, a proibição da China voltou aos olhos do público em várias ocasiões. Em maio, a Associação de Financiamento de Juros Nacional da China, a Associação de Bancos da China e a Associação de Pagamento e Compensação da China reiteraram coletivamente seu apoio à posição do governo.
“Recentemente, os preços das criptomoedas dispararam e despencaram, e o comércio especulativo de criptomoedas se recuperou, prejudicando gravemente a segurança da propriedade das pessoas e perturbando a ordem econômica e financeira normal”, afirmou o governo.
No mês passado, o governo publicou um novo aviso detalhando sua posição contra as criptomoedas.
“Recentemente, as atividades de marketing de moeda virtual aumentaram, perturbando a ordem econômica e financeira, gerando atividades ilegais e criminosas, como jogos de azar, arrecadação ilegal de fundos, fraude, esquemas de pirâmide e lavagem de dinheiro.”










