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Dell quer se diversificar para retomar mercado no mundo

A Dell não é mais a mesma e aposta no Brasil para retomar seu lugar na disputa com IBM, HP

(Hewlett-Packard) e outras concorrentes, que, nos últimos anos, diversificaram seus negócios

antes restritos à venda de computadores.

Enquanto a concorrência se transformou, a Dell manteve-se fiel a esse ramo e perdeu valor. Em

2005, ela valia cerca de US$ 100 bilhões, mais que HP e Apple juntas. Hoje, não passa de 30% das

duas companhias. Mesmo em mercados emergentes, com altas taxas de crescimento na venda de

computadores (desktops e notebooks), a Dell perdeu posição, como no Brasil.

Em visita ao país, seu presidente mundial, Michael Dell, mostrou ontem que está contrariando

todos os seus princípios para recuperar posição. Primeiro, anunciou que está diversificando os

negócios, pensando em fabricar dispositivos destinados à conexão (entre eles, um aparelho

celular). Além disso, disse que está aumentando os investimentos na área de soluções de

tecnologia para todo tipo de público.

O Brasil cumpre importante papel nesse processo de retomada. Nas previsões de Dell, depois de

EUA, Europa e China, o país deverá ser o maior mercado para a companhia. "Vejo uma economia forte

e em crescimento que deverá representar nosso quarto maior mercado até 2015."

Hoje, o Brasil é a oitava maior operação da Dell no mundo, e as estimativas da companhia

contrastam com a dos principais institutos de pesquisa, que colocam o Brasil na terceira posição

entre os maiores mercados de tecnologia já em 2010.

(Fonte: da Folha de S.Paulo ) - 08/11/2009
Tela se destaca em celular da Samsung com sistema do Google


O Samsung Galaxy (i7500) é um dos primeiros telefones celulares à venda no país com o Android, sistema operacional móvel do Google.

O aparelho deve interessar mais a quem é usuário frequente dos serviços da gigante das buscas. Preenchendo o seu nome de usuário e a sua senha no Google, sincronizam-se automaticamente no celular seus compromissos no Google Agenda, seus e-mails no Gmail e seus contatos no Google Talk.

Recursos imprescindíveis a smartphones modernos, como GPS e suporte a Wi-Fi e 3G (padrão de conexão móvel com velocidade de banda larga), estão todos presentes.

O armazenamento interno, de 8 Gbytes, pode ser expandido para mais 32 Gbytes por meio de cartões microSD.
Sensível ao toque, a tela do Galaxy tem brilho e contraste impressionantes. Com 3,2 polegadas, ela tem resolução de 320x480 pixels.

A resposta ao toque é boa, mas inferior à do iPhone, por exemplo. Os botões direcionais são uma boa adição, servindo como alternativa de navegação pelos menus do celular.

Diferentemente do que fizeram empresas como a Motorola e a HTC, a Samsung pouco personalizou a interface padrão do Android.

Um ponto fraco é o temperamental botão lateral para bloquear e desbloquear a tela. É preciso segurá-lo por alguns segundos para começar a operar a tela sensível ao toque, mas ele nem sempre funciona bem. No iPhone e no HTC Magic (outro celular com Android), o desbloqueio, feito por meio da própria tela sensível ao toque, é mais simples e eficiente.

O preço sugerido do Galaxy é de R$ 1.799.

Lite

Em novembro, a Samsung lançará o Galaxy Lite (i5700), versão mais barata e com menos recursos, com preço sugerido de R$ 999.

Conheça os "sanduíches" de baterias que alimentam seus eletrônicos

Pode parecer estranho, mas seus eletrônicos se alimentam com espécies de sanduíches (ou quase isso) compostos de placas metálicas e compostos químicos. Entre os ingredientes dessa mistura estão pilhas, chamadas de células, cujas cargas individuais somadas mostram o poder total da bateria, explica o professor Marcelo Zuffo, da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo).

As principais baterias que alimentam os eletrônicos atualmente são as de lítio-íon, mas já houve de níquel-cádmio e níquel-hidreto metálico.

O lítio-íon tem vantagens em relação aos anteriores: retém mais a carga (perde 5% de carga por mês, contra até 20% das outras) e não tem o "efeito memória", o que quer dizer que as baterias podem ser recarregadas mesmo após não terem sido descarregadas totalmente, segundo o professor Sergio Penedo, da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado).

Apesar disso, Penedo diz que as baterias de lítio-ion são "temperamentais", porque "caso o lítio tenha sido contaminado com impurezas na fabricação, os riscos de instabilidade são maiores". Elas também não devem ser descarregadas completamente e têm baixa tolerância a altas temperaturas. "Mas os dispositivos que usam lítio-íon têm circuitos de proteção que bloqueiam o carregamento acima do limite e impedem que elas se descarreguem completamente."

O tempo de duração de cada carga varia muito, e isso depende muito do seu uso. Nos notebooks, a quantidade de programas abertos, o processador usado e o brilho da tela interferem diretamente na duração da bateria. Já os celulares perdem de acordo com o tipo de material da tela, na troca excessiva de dados e se seu Bluetooth, GPS e Wi-Fi estão ligados o tempo todo.

Além disso, é preciso prestar atenção em alguns detalhes para não errar na hora da compra. Segundo os professores ouvidos pela Folha, o consumidor deve pesar impacto ambiental, custo, desempenho e material do qual a bateria é feita. Sem esquecer de verificar se o produto tem o selo de certificação da Anatel. "Baterias mal dimensionadas ou de procedência duvidosa trazem riscos graves de queima, vazamento e até explosão", alerta Penedo.

Também deve ser levado em conta o uso que será feito do produto. "No caso dos notebook, é recomendada uma bateria de 12 células para quem tem acesso restrito a tomadas. Já para o usuário doméstico, pode-se comprar um computador portátil com bateria de seis células, que custa em média 50% menos", segundo Henrique Joji Sei, diretor de marketing e produtos da Dell Brasil.

A Dell vende vários notebooks que podem ser configurados com seis ou nove células. Um deles é o Latitude E5400, tem preços a partir de R$ 2.299 (seis células, duração prevista de cinco horas) e R$ 2.379 (nove células, duração prevista de oito horas). O consumidor paga R$ 80 por três horas a mais.

Já a HP vende o tx2-1040 por R$ 3.699, e, por esse preço, o consumidor leva duas baterias, uma de quatro e outra de oito células. A Sony informa que vende seus notebooks com bateria padrão e vende separadamente baterias de longa duração, que custam até R$ 1.099.

Os aparelhos que mais trazem problemas quanto às baterias são notebooks e celulares.

Uma solução encontrada por alguns usuários para ter um maior desempenho em seus notebooks é o uso de baterias externas. Nos celulares, não é recomendável trocar a bateria por uma de maior potência. "Um celular é projetado para receber uma quantidade específica de carga durante seu funcionamento", diz Penedo.
O site Cnet comparou baterias de smartphones. Leia em bit.ly/celularesvidautil.


Desvalorização do dólar reduz preços de eletroeletrônicos

Se, por um lado, a queda do dólar pune a indústria e as exportações, por outro torna mais baratos alguns produtos importados ou com peças feitas no exterior. É o caso especialmente da linha de eletroeletrônicos, que chegou a cair mais de 10% no acumulado deste ano até setembro, segundo levantamento da FGV (Fundação Getulio Vargas) feito a pedido da Folha.

Entre as maiores quedas, estão aparelhos de TV (-7,81%), de celular (-10,58%), máquinas fotográficas e de filmar (-6,51%) e aparelhos de DVD (-4,73%). Para efeito de comparação, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 3,04% de janeiro a setembro.

As lojas se abastecem desses produtos majoritariamente em indústrias instaladas no Brasil, mas boa parte dos componentes é importada. Daí o impacto do câmbio valorizado.

Para André Braz, economista da FGV, a tendência é que esse movimento se acentue ainda mais, graças à nova onda de queda do dólar, que ainda não chegou ao varejo.

"Certamente, os preços neste Natal serão menores do que no ano passado. Todos os importados vão sentir. A queda do dólar foi muito forte nos últimos meses", afirma.

Segundo o economista, esses itens já haviam tido uma redução de preço no mesmo patamar em 2008 e voltaram a cair neste ano influenciados pela desvalorização cambial. O dólar, que fechou na sexta-feira cotado a R$ 1,71, acumula queda de 26,61% no ano.

Nem o repique da moeda norte-americana no fim de 2008 e no início deste ano, afirma, arrefeceu essa tendência. Braz diz que, tanto neste ano como em 2008, o dólar perdeu valor em proporções similares.

Sem remarcação

Apesar da queda constatada pela FGV, o grupo Pão de Açúcar, que controla o Ponto Frio e vende eletroeletrônicos em seus hipermercados, manteve seus preços. Diz que não sentiu ainda o impacto recente do câmbio nas últimas encomendas que fez à indústria no caso da linha de TV e áudio.

Até porque, diz a empresa, o setor não esperava o aquecimento do consumo e o número de TVs disponíveis no mercado caiu bastante. A redução da oferta, segundo a empresa, explica a manutenção dos preços.

A Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) não se posicionou até a conclusão desta edição.

Natal

Pelos dados da FGV, alguns importados da linha de alimentos também caíram, mas sem a mesma intensidade dos eletroeletrônicos. O bacalhau recuou 11,48% no acumulado do ano. O azeite cedeu 2,2%. Já o vinho resistiu ao câmbio e subiu 5,76%.

Braz crê, porém, que tais itens da mesa natalina --e outros como nozes, castanhas e frutos secos- caiam de preço até o final do ano, sob efeito da maior desvalorização do dólar.

As lojas já fizeram suas encomendas com a cotação mais baixa, o que assegura promoções ao final do ano. Segundo José Souza e Silva, presidente da Bolsa de Alimentos do Rio de Janeiro, os produtos natalinos sairão 20% mais baratos neste ano. O bacalhau do tipo porto, afirma, poderá ser encontrado por R$ 25 o quilo.

O economista da FGV faz, porém, uma ressalva: há espaço para a recomposição de margens do comércio, o que impedirá o repasse integral da queda do dólar.
É que o rendimento se manteve em alta ao longo de toda a crise e o crédito já dá sinais de reaquecimento. Com esses dois estímulos ao consumo, afirma, os varejistas vão encontrar espaço para sustentar os preços e não repassar toda a queda do atacado.

Agência da ONU aprova carregador universal de celulares

Um carregador de celulares que poderá ser usado em qualquer modelo de aparelho foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), a agência da ONU que regula o setor.

Atualmente, a maioria dos carregadores só pode ser usada em marca específica de celular, e os usuários tendem a trocá-los quando trocam de telefone.

Calcula-se que anualmente cerca de 51 mil toneladas de carregadores são jogados fora todos os anos.

Os novos carregadores, além de ajudarem a acabar com esse desperdício, devem ser mais econômicos e ainda ajudar a diminuir a poluição.

Efeito estufa

A GSMA, entidade que representa a indústria de telefonia celular no padrão GSM (o mais comum no mundo), calcula que o novo aparelho ajudará na redução dos gases que causam o efeito estufa em mais de 13 toneladas.

"Carregadores universais são uma saída de bom senso que espero ver aplicada em outras áreas", disse Malcolm Johnson, diretor do escritório de padronização de telecomunicações da UIT.

O aparelho tem uma porta USB, usando tecnologia similar a usada em máquinas fotográficas digitais.

Os fabricantes não vão ser obrigados a adotar o carregador, mas a agência da ONU diz que alguns já disseram que concordam com a mudança.

"Planejamos lançar o carregador universal internacionalmente no primeiro semestre de 2010", disse Aldo Liguori, porta-voz da Sony Ericsson.

(Fonte: da BBC Brasil ) - 25/10/2009
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.