Portais da Cidade

Notícias na Santa Ifigênia

Listando: 1 à 5 de 1028
Crie jogos para o Game Boy com o GB Studio

Se você queria uma maneira simples de criar jogos para o Game Boy e que realmente funcionem no portátil, precisa conhecer o GB Studio.

Ontem (21) foi comemorado o 30° aniversário do Game Boy, um dos videogames mais importantes da Nintendo e que mudou completamente a indústria. Com ele passamos a ter acesso a bons jogos em qualquer lugar e se isso já não fosse o suficiente para conquistar muitas pessoas, a fabricante ainda garantiu uma das exclusividades mais importante de todos os tempos, o jogo que viria a se tornar um símbolo da indústria: Tetris.



Este foi apenas um brevíssimo resumo deste fantástico aparelho e se você quiser conhecer mais sobre a sua história, recomendo a leitura deste excelente artigo publicado pelo site Polygon. Nele é possível conhecer vários detalhes dos bastidores e como a Nintendo of America teve dificuldades em encontrar uma maneira de divulgar o portátil neste lado do planeta.

Já para aqueles que desenvolvem games ou adorariam brincar de criar algo, a dica que gostaria de dar atende pelo nome GB Studio. Disponível para Windows, Mac e Linux, o programa nos permite desenvolver jogos compatíveis com o Game Boy, com eles podendo ser executados tanto por um emulador quanto no próprio portátil através de um cartucho Flash.

Além de ser gratuito, um dos principais recursos de GB Studio é o fato dele dispensar a programação, com a criação dos jogos funcionando apenas na base de arrastar e soltar. No entanto, não ache que você conseguirá criar qualquer tipo de jogo com a ferramenta, já que como o responsável por ela disse, novos módulos só deverão ser lançados no futuro.

“Esta versão é praticamente para a criação de jogos de aventura sem combates,” explicou Maltby pelo Reddit. “Há a habilidade de criar uma árvore de decisões nos diálogos, você pode buscar missões e pode criar quebra-cabeças de blocos e coisas como essas. Eu queria ter esta versão lançada há algum tempo e penso que agora é a melhor maneira de expandi-lo no futuro. Também não há suporte a cores, vamos deixar as coisas mais simples por enquanto!”

Aceitando imagens PNG e exportando os jogos tanto como uma ROM de Game Boy quanto como HTML5, o programa traz consigo ainda o Untitled GB Game, projeto que poderá ser utilizado para estudarmos e entender mais facilmente como o GB Studio funciona. Quem conhece programação ou já se aventurou na criação de algum jogo provavelmente achará a ferramenta muito simples, mas para aqueles que apenas procuravam uma maneira fácil de transformar uma boa ideia num game, esta pode ser uma boa solução.



PS: se você procura algo um pouco mais completo, vale a pena dar uma olhada no NESmaker. Como o próprio nome sugere, com ele podemos desenvolver títulos para o Nintendinho, com os projetos criados funcionando no console 8 bit da Nintendo. O problema aqui é que todo o processo será bem mais complicado que com o GB Studio e uma licença do NESmaker está custando US$ 36.

PS2: outra boa ferramenta para criar jogos para o Game Boy é o Game Boy Developers Kit (GBDK). Porém, não espere com ele ter tanta facilidade no desenvolvimento quanto o visto no GB Studio e para ter mais detalhes sobre as limitações da plataforma, recomendo este artigo publicado no Gamasutra. Há várias dicas valiosíssimas ali.




(Fonte: Dori Prata ) - 22/4/2019
Sem alarde, mas seu cérebro está encolhendo

Embora evolução leve milhares, às vezes milhões de anos, algumas alterações nas espécies podem ser observadas em poucas décadas. Quando uma característica é afetada por fatores genéticos e ambientais, essas alterações se tornam evidentes. Uma das mais populares é a variação de altura entre humanos.

Com 18 mil anos atrás a altura média dos humanos na Europa Oriental era de 178 cm, mas com o fim da era do gelo as mudanças climáticas dizimaram espécies e a dieta das populações foi afetada. Corpos grandes capazes de armazenar grande quantidade de energia não eram mais vantajosos, corpos menores e mais ágeis faziam mais sentido.



Isso provocou uma queda na altura média das pessoas que só foi revertida em 4.000 AC, passando por vários altos e baixos causados por epidemias e grandes momentos de escassez de alimentos, mas em 1.870 algo mudou.



Os frutos da Revolução Industrial começaram a aparecer, grandes obras de saneamento, fartura econômica, mecanização da agricultura e acesso a alimentos mais baratos fizeram com que crianças, em seus primeiros anos, se alimentassem sem restrições.

E isso não foi só na Europa industrializada, no mundo inteiro o efeito foi sentido, os humanos como um todo são bem maiores hoje.



Essa tendência entretanto não está escrita em pedra, a Melhor Coréia vinha numa fase de crescimento desde o final do século XIX, mas as crises de falta de alimentos causadas pelo governo criaram um país de gente magra e mirrada, por subnutrição nos anos de formação os norte-coreanos são em média 8 cm menores que o pessoal da Pior Coréia, e isso em valores oficiais.



Na Zona Desmilitarizada, um soldado americano, um da Melhor Coréia e um sul-coreano.

Se a altura é uma característica que muda muito rápido de acordo com o meio-ambiente, uma mudança mais impressionante ainda aconteceu uns 3 milhões de anos atrás: um ancestral nosso especialmente esperto resolveu que salada não leva a nada e provou um bicho, provavelmente morto já que todos os proto-humanos até então eram vegetarianos e vegetariano em língua indígena significa "caçador ruim".

Quando mudamos nossa dieta para carne, nos tornando onívoros, passamos a ter uma fonte de proteína muito mais concentrada, podíamos comer e descansar, sem ter que ficar o dia inteiro literalmente pastando, como organismos que consomem vegetais.

Em muito pouco tempo crianças com cérebros maiores deixaram de morrer de fome, e como cérebro maior -a grosso modo- significa mais inteligência, essas crianças se tornaram adultos mais capazes, e bons reprodutores.

A abundância de energia provida pela carne era essencial: o cérebro pesa 2% do total do corpo humano, mas consome 25% da energia, não teríamos como manter esse bicho funcionando só com mato.

Um gorila pesa em média 150Kg, mas sua dieta é quase exclusivamente vegetariana, seu cérebro não pode se dar ao luxo de crescer muito, para tristeza do General Urko.



Conforme a pesquisa da Suzana Herculano mostrou, o tamanho do cérebro em si não significa nada, a relação mais importante é entre o tamanho do cérebro e a massa corporal, e em determinado momento algo mágico aconteceu. O cérebro primata desenvolveu consciência. Passou a perceber a si mesmo como indivíduo, deixou de ser uma caixa de instintos e controles de comportamento e começou a... abstrair.

Com o tempo livre que ganhamos ao não precisar procurar comida o tempo todo, nossos cérebros começaram a inventar ferramentas, modificar nosso ambiente.



O crescimento do cérebro nesses últimos milhões de anos foi quase exponencial, o ganho de inteligência compensou características que em outras espécies garantiriam a extinção: o longo e complicado trabalho de parto e o mais longo ainda período em que o infante é absolutamente inútil e indefeso, que na nossa espécie vai do nascimento até uns quatro anos depois do pimpolho terminar a faculdade.



Agora a parte confusa: o auge do tamanho do cérebro humano não veio com o Homo Sapiens Sapiens, mas com os... neandertais. A média do volume cerebral deles era de 1,6 cm3, contra 1,273 cm3 para humanos modernos.

Nos últimos 40 mil anos nossos cérebros vêm diminuindo. e mesmo os genes de neandertais que a maioria dos humanos carregam não reverteram essa tendência, que já reduziu o danado em 10%.

Aí você pergunta... mas Cardoso, se a relação volume cerebral/peso corporal é quase a mesma entre humanos e neandertais, isso não quer dizer que eles eram mais inteligentes que a gente? Como pudemos exterminá-los?

E eu respondo:

Inteligência é algo muito superestimado.



Claro que é útil você saber caçar, construir armas e repassar esse conhecimento para outros da tribo, mas biologicamente falando não é essa Coca-Cola toda ser extremamente inteligente, qualquer animal sobrevive bem melhor na floresta do que um humano, nossa inteligência ajuda quando tudo vai muito bem, quando rola qualquer crise maior, qualquer guerra mais séria, volta a valer a Lei do Mais Adaptado, antiga Lei do Mais Forte.

Isso por si só contribuiu para manter o nosso cérebro num tamanho razoável, instintivamente as fêmeas da espécie preferem o Jason Momoa ao Stephen Hawking, e como a Tina Fey bem falou, ela é coberta de elogios, mas na hora H os homens preferem a Jessica Simpson.

Uma hipótese adicional foi apresentada por Brian Hare, do Departamento de Antropologia evolucionária e Centro de Neurociência Cognitiva da Universidade Duke, no paper Survival of the Friendliest: Homo sapiens Evolved via Selection for Prosociality.

Ele defende que assim como gatos, humanos passaram por um processo de auto domesticação. Quando nos tornamos criaturas (mais) sociais, muito do que nos ajudou a sobreviver no mato deixou de ser vantajoso. Macacos grandes e raivosos não funcionam bem em bandos.

Humanos mais calmos e gentis eram bem-vistos e acabavam deixando mais descendentes, criamos o Homo Nice Gayus, somos todos descentes do Nick Ellis.

Essa predileção acabou favorecendo humanos menores, menos agressivos, com uma balança hormonal diferente, e isso afeta um monte de coisa, inclusive desenvolvimento cerebral. Acabamos trocando uma inteligência um pouco maior pela capacidade de viver em sociedade.

Um grupo de Homo Sapiens altamente comunicativos operando de forma cooperativa consegue vencer um grupo de Neandertais mais inteligentes, mas mais individualistas.

O que pode ser preocupante é se a tendência se mantiver. É o tipo de coisa complicada de se medir em poucas décadas, e não se sabe se essa redução, se ainda existir, chegará a um ponto de estabilidade. O universo não parece ter muito uso pra inteligência, mas ao mesmo tempo ela alterou completamente a seleção natural. Hoje gente que morreria sem nem pensar duas vezes, 200 anos atrás levam vidas normais, estamos vivendo mais e melhor.



Ou seja: Estamos num paradoxo onde tecnicamente nossos cérebros vêm ficando menores a cada ano, mas nosso sucesso como espécie só aumenta. Isso talvez justifique as utopias de ficção científica onde todas as sociedades perfeitas, sem crime, fome ou doenças, parecem meio lentinhas e ingênuas para o pessoal de fora.

(Fonte: Carlos Cardoso) - 22/4/2019
Quais os riscos de se navegar em Wi-Fi público?

Entenda porque é importante proteger seus dados

Quem nunca chegou em um restaurante, cafeteria, aeroporto ou clínica médica e perguntou ao pessoal do local: “Por favor, qual a senha do Wi-Fi?”. Hoje em dia se conectar a redes Wi-Fi públicas e gratuitas se tornou corriqueiro. Nós nem pensamos por um minuto se aquele servidor é seguro, apenas pedimos a senha e saímos navegando.



Foto: freepik / Divulgação

Cuidado! Essas redes públicas podem esconder riscos sérios para seus dispositivos.

Muitas redes públicas disponíveis por aí podem não ter a segurança da criptografia e ser facilmente invadida por cibercriminosos. Criptografia é um conjunto de regras que codifica a informação onde apenas o emissor e o receptor tem acesso. Sem essas regras, o roteador fica vulnerável.

Uma pesquisa da iPass mostra quem em 2017 profissionais americanos e europeus, que trabalham com dispositivos móveis, já eram dependentes do Wi-Fi.


Foto: McAfee Network Associates Inc.

(Fonte: McAfee Network Associates Inc.) - 15/4/2019
JBL lança duas caixas de som com Google Assistente no Brasil

As caixas de som tentam e conseguem ser o que o Google Home poderia ser

O Google organizou um evento na manhã (me fez acordar às 6 da manhã) desta segunda-feira (15) pra anunciar a liberação do Assistente em português do Brasil para outras coisas que não smartphones. A JBL aproveitou a oportunidade para trazer duas caixas de som sem fios, com bateria e que podem responder se Half-Life Episode 3 já foi lançado ou não. Elas têm o nome de Link 10 e 20.

Microsoft quer que Cortana faça amizade com outras assistentes virtuais

“Google Home” portátil

As duas são basicamente caixas de som como a várias opções da JBL que utilizam bateria interna. Elas tocam música via conexão Bluetooth, são potentes e contam com acabamento em tecido na saída de som, além de proteção IPX7 pra sobreviver ao som em chuva pesada. O que muda e difere estes modelos de tantos outros é a conexão Wi-Fi que faz ambas virarem o Google Home que o Google ainda não lançou no Brasil - e nem tem prazo pra isso, eu perguntei.

Neste recurso extra ambos os modelos funcionam exatamente como a caixa de som inteligente do Google, o que significa que você pode pedir pra reproduzir uma música, tocar um clipe em uma TV que tem o Chromecast plugado, ligar a luz inteligente, levantar cortinas, mandar o robô de limpeza tirar seu farelo cheetos derrubado de ontem ou até mesmo ligar uma tomada que tem um adaptador que responde ao comando.

O que muda entre o Link 10 e Link 20 é a potência de som e a bateria interna. O modelo mais simples é o Link 10, que tem dois falantes com 8 watts e uma bateria de 4.000 mAh. O Link 20 aumenta o som pra 10 watts e a bateria vem com 6.000 mAh, mantendo a mesma configuração de alto-falantes, mas dobrando a autonomia. Ela passa de cinco para 10 horas de som contínuo e com uma só carga.

O Google Assistente chega pelo Wi-Fi que trabalha até no padrão 802.11ac e se você quer apenas uma música offline, é só colocar algum aparelho que converse com Bluetooth 4.2 e aumentar o som pra estragar a praia ou qualquer rolê que aconteça em área pública. Se você for legal, vai fazer isso em casa ou local fechado...por razões óbvias, né?

Tá caro, mas nem tanto

O complicado é o preço e o varejo parece ter percebido isso antes do lançamento. No evento a JBL disse que o Link 10 custa R$ 1.099 e o Link 20 sai por R$ 1.499. Em uma busca rápida em qualquer no Google mesmo, eu encontrei lojas grandes e bem famosas vendendo o modelo mais barato por algo perto dos R$ 500, com preço médio de R$ 800. Já o Link 20 foi encontrado por R$ 899, mas com menos opções de varejistas entregando este valor.

Pode parecer chamariz de produto pirata e a JBL sofre com isso em qualquer MercadoLivre ou OLX da vida, mas a solução é simples e basta importar. Na BestBuy, que é uma rede varejista famosa nos Estados Unidos, o Link 20 sai por US$ 100. Importando com os 60% de imposto de importação e uma margem de lucro pra quem vem com isso na mala, dá pra entender como é possível chegar no preço encontrado. Ela sairia uns R$ 800 e isso já cobre até imposto local no país do Trump.

Só que, como quase que qualquer produto importado, a garantia fica no país onde a caixa foi vendida. Então coloque isso na conta também. Se der problema, você precisa voltar lá e trocar, ou comprar outra.

Google Assistente em português pra todo lado

Além de trazer o lançamento da JBL, o Google mostrou que outros parceiros que utilizam a plataforma de assistente pessoal do gigantes das buscas também já conversam em português. Foram apresentadas TVs da Samsung, TCL e LG que contam com o Assistente em modelos que começam em R$ 1.899 para uma Full HD de 43 polegadas da TCL (43S6500) e vai até uma estratosférica OLED da LG de 65 polegadas (C8) e que custa R$ 14 mil.

A Sony mostrou um modelo (XBRA8F) que tem Android TV e já era esperado ter o Assistente - ela custa R$ 17,5 mil.




(Fonte: André Fogaça ) - 15/4/2019
Aquele Palm minúsculo agora é um smartphone independente

Microcelular não mais depende de outro aparelho; Palm será vendido por US$ 199 durante o mês de abril, com plano de dois anos

A Palm voltou em 2018, mas sem muita pompa e circunstância: a marca, licenciada pela TCL a uma startup americana, apresentou um curioso smartphone acessório, com uma tela de apenas 3,3 polegadas, voltado a fazer com que os usuários usassem menos o celular principal.

Como a estratégia não deu muito certo, a nova Palm está agora oferecendo uma versão independente do aparelhinho, com um desconto de US$ 150 por tempo limitado.

A Palm original foi uma empresa que viveu os altos e baixos do mercado mobile, desde os seus primórdios: por muito tempo, o nome se tornou um sinônimo para todos os PDAs, graças ao excelente PalmPilot, um marco em seu tempo; se tornou uma das primeiras a lançar smartphones, se valendo do peso de seu nome, e sobreviveu por um bom tempo, até perder espaço para Apple, Samsung e cia. ltda.

A Palm foi então comprada pela HP, que nunca soube o que fazer com ela, e foi posteriormente desmantelada: as patentes foram adquiridas pela Qualcomm, o webOS caiu nas mãos da LG, que hoje vive muito bem em todas as TVs da companhia sul-coreana, e a marca foi vendida para a TCL.

Esta apenas licenciou o nome para a companhia responsável pelo novo Palm, que inicialmente chama a atenção por suas dimensões: com apenas 50,6 × 96,6 × 7,4 mm e 62,5 g, ele seria um celular para realizar funções básicas, e funciona com um recurso da Verizon que espelha o chip do aparelho principal, transferindo ligações, mensagens e até dados de aplicativos.

A proposta, no entanto não foi muito bem aceita: o aparelho em si é bastante fraco, mesmo como um smartphone secundário principalmente por causa de sua bateria ridícula, de apenas 800 mAh; embora a Palm afirmasse que ela durava "o dia inteiro", testes mostraram que ela resiste a pouco mais de sete horas de uso moderado.

Além disso, as câmeras principal de 12 megapixels e selfie de 8 MP são bem fracas, o aparelho só funciona com a operadora Verizon, o uso redundante (um celular para usar menos o celular?), e o preço de US$ 349 é alto demais para o que oferece. Com tudo isso, era evidente que o Palm não venderia tanto assim. Em muitas situações, um smartwatch com 4G/LTE acaba sendo uma opção bem melhor.

A Palm está agora ajustando a estratégia do gadget: o aparelho recebeu atualizações de software com foco em uma melhor autonomia energética, e agora, ainda em parceria com a Verizon, está vendendo uma versão independente, que funciona sozinho e não depende do número de outro celular. Não obstante, a operadora o está oferecendo com um desconto de 43% apenas no mês de abril, dos originais US$ 349 por apenas US$ 199. Claro, com um plano de dois anos.

Ainda é cedo para saber se tal jogada alavancará as vendas do pequeno Palm, ou se a empresa lançará novas versões do aparelho no futuro, mas pelo menos agora, ele pode ser utilizado como um celular livre de amarras, ainda que seja bastante limitado.

(Fonte: Ronaldo Gogoni - Digital Trends) - 8/4/2019
Listando: 5 de 1028

Anuncie

Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.