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SEO e Google: no que empreendedores devem pensar para 2020

A líder de marketing da ferramenta SEMrush, Anna Lebedeva, conversou com o Terra sobre o mercado de produção de conteúdo em empresas

A produção de conteúdo tem se tornado uma das estratégias para que empresas ganhem e conquistem novos clientes. Segundo pesquisa da Rock Content, 82% das 4.700 companhias entrevistadas admitiram ter usado a tática de criação de textos, vídeos e podcasts no último ano. Para a líder de marketing da ferramenta de SEO (Otimização para Mecanismos de Busca, em inglês) SEMrush, Anna Lebedeva, os negócios precisam pensar .



SEO e Google: no que empreendedores devem pensar para 2020
Foto: Divulgação

O Terra conversou com a especialista com exclusividade na Conferência Anual de Empreendedorismo e Startups (CASE) 2019, nesta sexta-feira (29). Confira alguns destaques da conversa:

Terra: O SEMrush é uma ferramenta que ajuda muitos empreendedores a aparecerem na primeira página do Google. Essa é a vocação da ferramenta?

Anna Lebedeva (AL): Eu acho que a ideia da plataforma, pelo menos na concepção de seus criadores, é de dar mais tempo livre para as equipes de marketing digital. Queremos ajudar na automatização de tarefas técnicas que te ajudam a performar bem no Google para você gastar mais tempo com a parte criatividade do marketing.

Terra: É possível ser menos técnico quando o Google, por exemplo, exige que você cumpra certos parâmetros para você aparecer na primeira ou segunda página de uma busca?

AL: O Google precisa dessas regras para definir qual site é bom, traz um conteúdo positivo para o público, e qual não é bom. Para isso, eles precisam de mais pontos objetivos e não subjetivos. É por isso que eles têm esses fatores de ranqueamento para sites.

Terra: Na sua opinião, qual é o fator mais importante para os empreendedores que querem conquistar mais clientes por meio do SEO?

AL: O SEO é uma estratégia de longo prazo. Você não verá resultados imediatos. Se você quiser resultados em um espaço curto de tempo, é melhor fazer anúncios online. Mas a grande vantagem do SEO é que ele é uma tática gratuita. Eu penso que você pode misturar as táticas: começar com anúncios online e ir construindo uma reputação dentro dos buscadores, como o Google.

Terra: Qual é a importância de produzir conteúdo dentro desse contexto?

AL: O Google é muito inteligente. Hoje, ele consegue identificar se o seu conteúdo é realmente relevante para a audiência ou não. A leitura deles vai além de meros aspectos técnicos. Algumas estratégias, como apenas usar palavras-chave e colocar links, não funcionam tão bem quanto funcionaram alguns anos atrás. De certa modo, agora, eles querem que você entenda o seu público e produza
conteúdo que seja relevante.

Terra: Às vezes, sites com informações falsas conseguem se posicionar bem no Google. O que você pensa sobre esse outro lado da moeda?

AL: Não sei como é aqui no Brasil, mas, nos EUA, o Google consegue identificar muito bem se um site é autoridade ou não em determinado assunto. Acredito que, pelo menos nos EUA, o Google não tem muito problema com desinformação. Vejo que o problema das fake news é maior nas redes sociais, como o Facebook, por exemplo. O Google tem tecnologia, dinheiro e pessoal para identificar sites que apresentam má conduta na internet.

Terra: Quais são as tendências que empreendedores precisarão seguir em 2020 para ter um site bem posicionado no Google?

AL: Os novos negócios precisarão criar bom conteúdo, aquele texto, vídeo ou podcast que ajude o seu cliente a entender e conhecer melhor a solução que você apresenta para a dor que eles estão sentindo.

Big Tech, Big Data, Big Money

As gigantes conquistaram uma vantagem competitiva estando presentes em toda a vida do consumidor - e agora querem usar isso para conquistar novos territórios

O setor bancário que se cuide. Porque o poder das "big techs" está vindo com força total. A briga agora é grande. Estamos falando de trilhões de dólares, bilhões de usuários e dados pelo mundo. Há potencial de inovação que pode abalar, em pouco tempo, impérios construídos há décadas. Mas por que empresas de tecnologia querem entrar no mercado financeiro?

O Google anunciou no mês passado que entrará no ramo das finanças com sua própria conta corrente, em parceria com o Citibank e uma corporativa de crédito da Universidade de Stanford. É um passo já tomado pela Apple, com o cartão de crédito Apple Card, e pelo Facebook, que tem a criptomoeda Libra e o sistema de pagamentos Facebook Pay. Este último será usado em todas as redes sociais e apps da empresa, atendendo os microempreendedores que usam esses canais para suas vendas.

Outros gigantes já demonstraram interesse em entrar nesse segmento como o Uber e a Amazon. Atrelado a isso, vemos o mercado asiático bem adiantado nesse setor, com estratégias da Samsung e Alibaba.

A China hoje é a maior referência de pagamentos por smartphone. De acordo com a consultoria Big Data Research, em 2018, eles somaram US$ 23,2 trilhões em operações. Então, o que está acontecendo nesse mercado?

Esta é uma área com crescimento médio anual de 22,17% para os próximos cinco anos. E o mercado de fintechs deverá atingir a casa dos US$ 305,7 bilhões, em 2023, segundo o relatório Global Fintech Market. No Brasil, hoje um terço das contas correntes já são digitais, segundo dados recentes da consultoria Kantar. E segundo relatório do BID, o Brasil hoje lidera em fintechs na América Latina, com 504 empresas. O movimento da digitalização dos serviços exige que os bancos invistam em inovação.

O cerne dessa discussão vem novamente reafirmar a necessidade de diversificação dos serviços para trazer novas fontes de receita para as gigantes. A estratégia significa também mais acesso a dados dos clientes. E nisso as big techs possuem larga vantagem. Dados hoje são o novo petróleo. As gigantes conquistaram uma vantagem competitiva estando presentes em toda a vida do consumidor - e agora querem usar isso para conquistar novos territórios. Juntas, as cinco gigantes da Nova Economia - Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon e Facebook - valem em torno de US$ 4,6 trilhões. Além de estarem no topo, têm em comum o fato de terem negócios que focam em serviços de assinaturas - ou seja, receita recorrente.

Por terem mais acesso a dados dos usuários, as big techs estão mais próximas de seus clientes, identificando os gaps de mercado e transformando-os em oportunidades. Os modelos de negócios tradicionais e às formas de oferta de serviços financeiros terão que se adaptar aos novos tempos.

(Fonte: Camila Farani Estadão) - 11/12/2019
Tem brasileiro na lista da Apple de melhores apps do ano

Lista de melhores do ano inclui tendências que se destacaram e o app brasileiro está nesta parte

A Apple tem uma lista de apps que conseguiram se destacar dentro da App Store a cada ano, por diversos motivos. A empresa revelou ontem (2) de noite os nomes de 2019 e dentre os vencedores em várias categorias, temos um brasileiro e ele é um editor de vídeos chamado Filmr.

Se você já torceu o nariz por ser algo da Apple, que abocanha uma faixa pequena de usuários no Brasil, calma lá que nem todos os vencedores são exclusivos pros iPhones, iPads, iPods Touch ou Macs.

A lista principal de vencedores tem:

Spectre Camera, que venceu para iPhone e faz fotos de longa exposição. Ele é pago, custando R$ 10,90 e é exclusivo para iOS.

Flow by Moleskine, que venceu nos iPads e é exatamente o que você pensou do nome Moleskine: um app para tomar nota. Ele é gratuito e também é exclusivo para iOS.

Affinity Publisher, que venceu no Mac e também existe para Windows 10. Ele é uma espécie de diagramador para muita coisa (folheto, livro, revista…), além de ser pago e custar R$ 132,90.

The Explorers, que pegou o caneco para o Apple TV e é um repositório de conteúdo em espécie de documentário colaborativo. Não custa nada.

Em jogos o belíssimo Sky: Children of the Light venceu como jogo do ano para iPhone - ele será lançado pra Android, apenas não se sabe quando. Pro iPad o Hyper Light Drifter é o vencedor e ele pode ser jogado em um Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Steam. GRIS venceu no Mac, custa R$ 16,49 e também pode ser encontrado no Steam. Por fim, para Apple TV o Wonder Boy: The Dragons Trap levou o prêmio, custa R$ 29,90 e pode ser encontrado no Steam.

E o app brasileiro?
Além de vencedores, a Apple também criou uma lista de tendências e ela inclui diversos nomes famosos como Call of Duty: Mobile, Mario Kart Tour, Pokémon Masters e Assassins Creed Rebelion dentro de categoria "o renascimento dos sucessos", além de Anchor e Filmr (olha ele aí!) como dois representantes da categoria "aprenda a contar histórias".

Filmr é um editor de vídeos básico, que fez fama ao formatar vídeos na proporção e no tempo necessários pros stories do Instagram e de outras redes sociais, como TikTok e Snapchat. Ele oferece mais recursos do que apenas este que falei e é gratuito, com um pacote pago pra remover marca dágua e liberar mais ferramentas. Ele funciona no iPhone, iPad e é exclusivo do iOS.

Com informações: Apple.

(Fonte: André Fogaça ) - 4/12/2019
Conseguirá o Switch chegar a 100 milhões de unidades?

Analistas estimam que o Nintendo Switch poderá ter um ciclo de vida maior que o esperado e que o console poderá vender até mais que o Wii.

Tentar entender a indústria de videogames não é uma tarefa das mais fáceis e uma das principais responsáveis por isso é a Nintendo. De tempos em tempos a empresa japonesa é dada como morta por muita gente, para logo depois colocar um super-sucesso no mercado e se reerguer de maneira espetacular. Com o Switch foi exatamente assim.

Lançado em 2017 e tendo vendido mais de 42 milhões de unidades até o momento, o híbrido de console e portátil já pode ser considerado um grande acerto e dado o seu desempenho comercial, alguns analista começam a fazer previsões bastante empolgadas em relação ao aparelho que sucedeu um dos maiores fracassos da BigN, o Wii U.

Com a expectativa de vender 18 milhões de unidades no atual ano fiscal (que termina em março de 2020), isso faria com que o Nintendo Switch ultrapassasse o número de vendas do Super Nintendo (49,1 milhões) e se as estimativas se confirmarem, pode ser até que um maior tempo no mercado faça com que o videogame se torne um dos mais vendidos de todos os tempos.

“É normalmente quando as vendas começam a atingir o seu pico, mas parece que o Switch poderá ter um ciclo de vida mais longo,” afirmou Kazunori Ito, analista da Morningstar Investment Services.

“Com um console e um portátil em uma única máquina, a Nintendo possui uma plataforma muito eficiente para vender jogos.”

Já para o famigerado analista Michael Pachter, o Nintendo Switch poderá vender 20 milhões de unidades pelos próximos três anos, o que faria com que ele facilmente atingisse a tão emblemática marca de 100 milhões. Vale lembrar que o Wii vendeu pouco mais de 101 milhões de unidades e com o PlayStation 4 atualmente por volta de 102 milhões de unidades vendidas, será que o Switch terá fôlego para passar até o videogame da Sony?

Particularmente acho isso muito difícil, mesmo porque o PS4 ainda deverá vender bastante pelos próximos meses (e até anos), mas como em outro momento eu já tive dúvida em relação ao sucesso do Switch, não ficarei nada surpreso se o futuro mostrar mais uma vez que eu estava errado.

De qualquer forma, será interessante vermos por quanto tempo o híbrido continuará despertando o interesse nas pessoas, algo que até o momento parece bem longe de acabar. É importante notar que as vendas ainda poderão aumentar devido a vontade de algumas pessoas que já possuem o videogame e que desejam adquirir outra unidade, seja para compartilhar com membros da família, seja para aproveitar a característica mais portátil da versão Lite.

A Nintendo por sua vez tem tentado capitalizar o máximo possível em cima do sucesso do Switch, com o presidente Shuntaro Furukawa tendo dito a investidores que a empresa não pretende reduzir o preço cobrado pelo videogame e que essa estratégia será mantida pelo maior tempo possível.

Curiosamente, essa posição se dá alguns meses após a companhia ter reduzido a sua previsão de vendas para o atual ano fiscal e um dos motivos para eles terem optado por manter o preço do Switch pode ter sido justamente o lançamento de uma versão mais barata, permitindo assim que eles atingissem a maior quantidade possível de consumidores.

(Fonte: Dori Prata - Bloomberg.) - 4/12/2019
5G PODE CHEGAR A 2,6 BILHÕES DE ASSINATURAS EM SEIS ANOS

Previsão do Ericsson Mobility Report também aponta para tráfego médio mensal de dados por smartphone passando de 7,2 Gb para 24 GB o que permitiria 30 minutos de vídeo HD

O número global de assinaturas 5G poderá chegar a 2,6 bilhões nos próximos seis anos, impulsionado por um forte momento e um ecossistema 5G em rápido desenvolvimento. A previsão consta na edição de novembro de 2019 do Ericsson Mobility Report (EMR) que ainda aponta para a expansão do tráfego médio mensal de dados por smartphone que, de acordo com a estimativa, aumentará do valor atual de 7,2

GB para 24 GB até o final de 2025. Isso ocorrerá em parte pelo novo comportamento do consumidor, como o streaming de realidade virtual (VR). Com 7,2 GB por mês, é possível transmitir 21 minutos de vídeo HD (1280 x 720) diariamente, enquanto 24 GB permitiriam transmitir 30 minutos de vídeo HD com seis minutos adicionais de VR por dia.

O EMR também projeta que o 5G cobrirá até 65% da população global até o final de 2025 e lidará com 45% do tráfego global de dados móveis. 2019 é o ano em que os principais fornecedores de serviços de comunicações na Ásia, Austrália, Europa, Oriente Médio e América do Norte implementaram suas redes 5G. A Coreia do Sul já viu uma grande aceitação do 5G desde seu lançamento em abril de 2019.

Mais de três milhões de assinaturas foram registradas coletivamente pelos prestadores de serviços do país até o final de setembro de 2019.

O lançamento do 5G na China no final de outubro também levou a uma atualização das assinaturas estimadas para o final de 2019, que passou de 10 milhões para 13 milhões. Dado o momento atual, espera-se que a aceitação de assinaturas 5G seja significativamente mais rápida que a do LTE. A adoção mais rápida é esperada na América do Norte, com previsão de 74% de assinaturas móveis de 5G até o final de 2025. O Nordeste da Ásia deve seguir em 56%, e a Europa em 55%.

Outras previsões incluem: número total de conexões IoT previstas em cinco bilhões no final de 2025, ante 1,3 bilhão no final de 2019 – uma taxa de crescimento anual composta de 25%. Estima-se que as tecnologias NB-IoT e Cat-M representem 52% dessas conexões IoT em 2025.

O crescimento anual do tráfego no terceiro trimestre de 2019 chegou em 68%, impulsionado pelo crescente número de assinaturas de smartphones na Índia, o aumento do tráfego mensal de dados por smartphone na China, melhores recursos dos dispositivos, um aumento no uso intensivo de dados conteúdo e planos de dados mais acessíveis.

“É encorajador ver que o 5G agora tem amplo suporte de quase todos os fabricantes de dispositivos. Em 2020, os dispositivos compatíveis com 5G entrarão com força no mercado, o que aumentará a adoção do 5G. A questão não é mais se, mas com que rapidez podemos converter casos de uso em aplicações relevantes para consumidores e empresas. Com o 4G permanecendo um forte facilitador de conectividade em muitas partes do mundo, a modernização de redes também é essencial para essa mudança tecnológica pela qual estamos passando. ”, observou Fredrik Jejdling, Vice-Presidente Executivo e Chefe de Redes da Ericsson.

(Fonte: Da Redação Terra) - 25/11/2019
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