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WhatsApp vai parar. Mas só em aparelhos antigos

O Whatsapp vai parar de funcionar já em 2020, entretanto somente em versões muito antigas dos sistemas operacionais.

O WhatsApp possui nada menos que 1,5 bilhão de usuários em todo mundo. Aliás, aqui no Brasil sua popularidade é impressionante: 98% dos usuários de smartphones têm o aplicativo de mensagens instantâneas. Por isso, quando surge notícia de que o WhatsApp vai parar de funcionar em alguns aparelhos em 2020, a preocupação é grande. Entretanto, seu nível de preocupação deve ser baixo. É que o desligamento só ocorre em sistemas operacionais muito antigos.

WhatsApp vai parar em celulares com Windows Phone
Já não é mais possível, desde 1º de janeiro, utilizar o WhatsApp em aparelhos com sistema operacional da Windows. Mas são poucos casos. Afinal, a última versão estável desse sistema que não agradou a ninguém é de outubro de 2013. Ou seja, há mais de seis anos. E quase ninguém mantém um smartphone por seis anos.



O WhatsApp vai parar em sistemas operacionais muito antigos.
Aliás, desde junho de 2019, o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, não autorizava mais a instalação do app em celulares com Windows Phone. E, em janeiro de 2020, ele parou de funcionar nos aparelhos com esse sistema operacional.

Lembra da interface do Windows Phone?
Contudo, o sistema operacional Windows Phone foi um dos raros fracassos comerciais da Microsoft. Eventualmente porque o lançamento foi tardio, quando iOS e Android já estavam consolidados. A própria empresa já fechou a loja de aplicativos para o Windows Phone. Lembra ainda como era sua interface, parecida com a do Windows de computador?



Celulares com o Windows Phone, se ainda estão em uso, não têm mais WhatsApp.
Whatsapp vai parar em aparelhos com Android?
De acordo com a empresa, o WhatsApp vai parar então em sistemas operacionais mais antigos, pois é muito difícil garantir a segurança nesses aparelhos.

Então, se você tem um celular com Android, deve se preocupar? É bem improvável: o WhatsApp vai parar em celulares com versão do Android até a 2.3.7 Gingerbread, que é de 2011. Ele continua funcionando normalmente a partir da versão 4.0.3 Ice Cream Sandwich, que veio logo a seguir.

Dessa maneira, somente perderão o WhatsApp aparelhos com Android fabricados até 2011 e que nunca tiveram qualquer atualização do sistema operacional. Será que existe algum? De acordo com o Google, fabricante do Android, é possível que, em todo o mundo, no máximo 0,3% dos usuários ainda utilizem o Android Gingerbread.

Dez anos sem atualizações
Para sua curiosidade, um aparelho lançado em 2010 foi o primeiro Galaxy S:



Samsung Galaxy S, o primeiro da linha.
Ele saiu de fábrica com o Android Gingerbread. Então, quem tiver um desses aparelhos e nunca tiver atualizado o sistema operacional vai ficar sem WhatpsApp em breve.

Android atualizado automaticamente
E isso é quase impossível, pois o Google e os fabricantes de celulares há anos atualizam automaticamente a versão do Android. Para ser atingido pela parada do app de mensagens, a pessoa deve ter mantido o mesmo aparelho desde 2010 e além disso ter ficado dez anos sem qualquer atualização.

Aliás, na Índia alguns celulares bem básicos utilizam o sistema operacional KaiOS, com versão 2.5.1 ou superior. Eles não serão atingidos pela parada do Whatsapp.

WhatsApp vai parar em iPhones…
E certamente vai mesmo, mas em um número muito reduzido. De fato, a medida atinge apenas os iPhones que rodam o iOS 8 ou versões mais antigas. Como a atualização do iOS é sempre automática, o WhatsApp vai parar afinal somente nos celulares que não tiveram condições de ser atualizados para o iOS 9 ou versões mais recentes. O iOS 8 é de 2014.

… mas só em 1% do total existente
E quais iPhones não tiveram atualização desde o iOS 8? O iPhone 4, o iPhone 3GS e versões ainda mais antigas. A Apple não informa o número de usuários desses aparelhos, mas estima-se que sejam menos de 1% do total de 900 milhões de iPhones em uso no mundo.



WhatsApp vai parar no iPhone 4.
O iPhone 4 é um clássico e um aparelho respeitável. Entretanto, é improvável que ainda esteja em uso, porque suas características técnicas são bem diferentes dos modelos atuais. Só para exemplificar, a tela é de 3,5 polegadas e a câmera traseira tem 5 MP. Além disso, não possui câmera para selfie. Ele foi afinal lançado em 2010 com o iOS 5, e atualizado até a versão 8.

Muito mais sobre o WhatsApp
Portanto, se seu celular não é assim tão antigo, relaxe. Todavia, se você é um dos raros casos de pessoas que ainda utilizam aparelhos de 2010, com os sistemas operacionais que não serão mais atendidos pelo WhatsApp, e nem suportam atualizações, as alternativas são apenas duas: abandonar o app de mensagens instantâneas ou comprar um aparelho mais recente.

(Fonte: Por Angela Rahde) - 20/1/2020
A Huawei tem a solução pro Google Maps que não pode usar: TomTom

A TomTom manja dos paranauês de mapas e não é americana (perfeito pra Huawei)

A holandesa TomTom é a salvação da Huawei pra ter algum serviço de mapas, já que ela não pode utilizar o Google Maps – nem sua API. Um acordo entre os dois lados foi firmado (ainda não de forma oficial) e agora a marca chinesa pode ficar mais livre da dependência do Google.

A Huawei sofreu bastante com a guerra comercial que Trump iniciou com a China, com reflexos até mesmo na operação da marca no Brasil – percebeu que ela parou de lançar celulares, depois do P30 e P30 Lite? Ela não pode utilizar serviços de empresas americanas e isso inclui até mesmo o Google Maps, que é o maior serviço de localização que está no Android. Seja por vir instalado por padrão em quase qualquer smartphone vendido aqui, ou pelas parcerias que faz.

O lado chinês desta guerra vem procurando saídas pra ficar menos dependente dos americanos do Google e a TomTom, que é holandesa, é a solução do momento. A escolha da Huawei pode parecer antiquada, mas convenhamos que a TomTom sabe bem como lidar com mapas, já faz isso há mais de 20 anos e é provedora pra outras soluções, como os mapas da Apple, dados cartográficos pra Microsoft, sistemas de navegação de alguns carros de marcas como Subaru, Nissan, Alfa Romeo, Volkswagen e aqueles antigos aparelhos de GPS que ficavam grudados no carro e que não dependem de internet pra funcionar.

A empresa chinesa vem substituindo alguns serviços do Google por outros, além de ter criado o Huawei Mobile Services que é o substituto oficial pro Google Mobile Services GMS pros íntimos. Ele teve o lançamento atrasado e deve dar nihao pro mundo todo já junto do P40, que deve ser lançado em março deste ano.

(Fonte: André Fogaça - Reuters) - 20/1/2020
O próximo desafio das TVs é ficarem invisíveis

Para esta nova década, fabricantes terão a tarefa de fazer as televisões ocuparam menos espaço dentro das casas

Em uma década marcada pela explosão do mercado de smartphones, alguns apostaram que o futuro seria das telas pequenas. As televisões, entretanto, vem provando que a tela grande ainda mantém sua força: em 2020, a expectativa é de que sejam vendidas 12,5 milhões de TVs, um crescimento acima de 5% em relação a 2019, segundo dados da GfK. O desafio dos fabricantes, porém, para a próxima década é fazer a TV desaparecer, mesmo com o apreço dos consumidores por telas gigantes.

Segundo especialistas, os lançamentos de TVs devem caminhar para resolver um problema do setor: as televisões de alta tecnologia são grandes, e ocupam muito espaço dentro da casa. "Existe a tendência de a televisão poder ficar invisível na sala. A LG já anunciou uma TV que, quando não está em uso, pode ser enrolada e guardada em uma caixa, por exemplo", explica Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS, em referência à televisão LG Signature R, apresentada na feira de tecnologia Consumer Experience Show (CES) no ano passado, nos Estados Unidos. Para este ano, a fabricante coreana já projeta uma tela que se enrola em direção ao teto, como se fosse um painel de projetor.

Qualidade
Espera-se também que nos próximos anos a qualidade de imagem continue sendo aperfeiçoada - ao ponto de tornar invisível o painel. "As telas terão cada vez mais resolução. As pessoas ainda querem assistir em telas grandes, porque gostam da sensação de imersão: é um fenômeno antropológico", diz Marcelo Zuffo, professor da USP e membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE).

Em 2019, empresas como Samsung, LG, TCL e Sony lançaram no mercado TVs 8K, em que cada tela tem cerca de 33 milhões de pixels, quatro vezes mais que na tecnologia 4K - é como se oito telas Full HD fossem colocadas lado a lado. A tendência não deve parar por aí.

O 16K também já surge no horizonte. "Possivelmente devemos chegar no final da década com o 16K, porque já existem computadores e câmeras que conseguem processar essa resolução", diz Pellanda, da PUC-RS.

Projeção
Olhando mais à frente, há quem aposte que a televisão física talvez deixe de existir em algum momento, para ser substituída por óculos inteligentes, que projetariam imagens na frente do usuário, como uma tela de TV.

Parece um movimento contrário ao do gigantismo das telas, mas é o caminho possível para o movimento de imersão total.

Para Pellanda, essa realidade depende do desenvolvimento desses óculos, que seriam sucessores do Google Glass, dispositivo inteligente criado em 2012 que nunca foi lançado comercialmente. Aqui as dificuldades seriam outras: atingir um alto grau de resolução e superar o estranhamento das pessoas.

"Essa ideia, porém, ainda é exercício de ficção", afirma o professor. O jeito vai ser esperar sentado no sofá, assistindo à televisão convencional.

Após década dos smartphones, como serão os eletrônicos nos anos 2020?

Tecnologias como dispositivos vestíveis e telas dobráveis devem amadurecer nos próximos anos; segundo especialistas, o smartphone pode se tornar um hub de conexão entre vários dispositivos

Depois dos computadores nos anos 1990 e dos celulares "tijolões" no começo dos anos 2000, os últimos dez anos marcaram a era dos smartphones - passamos a carregar no bolso um aparelho que faz ligações, acessa internet e tira fotos em boa qualidade. O sucesso foi grande: entre 2009 e 2018, foram vendidos cerca de 9,7 bilhões de smartphones no mundo todo, segundo dados compilados pelo site Statista. Com a nova década batendo à porta, a expectativa é pelo dispositivo que marcará os anos 2020.

Para ter um gostinho do futuro, basta olhar para o que já acontece no mundo atual. Tecnologias que surgiram recentemente, como dispositivos vestíveis e telas dobráveis, devem passar por um processo de amadurecimento, ditando como serão os gadgets de amanhã. Foi assim com o smartphone: o conceito de um celular inteligente nasceu em 1994 com o aparelho Simon, da IBM, e só depois de alguns anos ganhou o mercado.

Na visão de Marcelo Zuffo, professor da USP e membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), a tendência é que os eletrônicos sejam mais integrados ao corpo humano. "Hoje todo mundo anda de cabeça baixa nas ruas, mexendo em smartphones. Há a ideia de que a tecnologia precisa ir na contramão disso para ser algo mais natural, quase invisível", afirma. "Os aparelhos tendem a ser mais vestíveis, controlados por voz".

O mercado de dispositivos vestíveis, que vai de relógios inteligentes a fones de ouvido Bluetooth, está em ascensão. De acordo com a consultoria IDC, no terceiro trimestre de 2019, cerca de 84,5 milhões de dispositivos do tipo foram vendidos no mundo: um aumento de 94,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

"Com impulsos como a inclusão de assistentes inteligentes, o mercado de vestíveis está no caminho de se tornar uma categoria de dispositivos de mercado de massa, em vez de uma voltada principalmente para a saúde e fitness", disse Jitesh Ubrani, analista da IDC, no comunicado de divulgação do estudo.

Dentro desse cenário, especialistas apontam que devem aparecer no mercado novos tipos de vestíveis, como camisetas inteligentes, com sensores de monitoramento de dados como frequência cardíaca e temperatura corporal, e até lentes de contato futuristas. Na feira de tecnologia Consumer Experience Show (CES), que acontece a partir da próxima terça-feira (7), em Las Vegas, nos EUA, deverão ser feitos anúncios nesse segmento.

As telas dobráveis, que começam a aparecer em smartphones, prometem ser destaque. Os painéis flexíveis poderão adaptar eletrônicos para o corpo das pessoas. A IBM, por exemplo, tem um conceito de um relógio conectado de tela dobrável - o visor (que é praticamente um tablet), ao ser dobrado, encaixa-se em um tamanho adequado para a pulseira.

O smartphone morrerá?
Há quem acredite que o smartphone possa perder espaço com a ascensão de novas tecnologias, mas é cedo para cantar a sua morte. "É possível que aconteça uma metamorfose do smartphone: ele pode ser um hub de conexão do nosso mundo digital", diz Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS. Em muitos casos, já não é mais preciso tirar o telefone da mochila ou do bolso para realizar tarefas ou consumir conteúdo, graças aos aparelhos vestíveis.

Nos últimos anos, o crescimento das telas e, posteriormente, o surgimento de materiais flexíveis, não quebrou radicalmente com a ideia do que é um smartphone. São movimentos de evolução e não revolução. "Com a tecnologia flexível, o smartphone poderá se transformar até em um tablet ou em um mini laptop", diz Pellanda.

Nada que possa assustar quem passou os últimos anos utilizando gadgets do tipo. Afinal, a velocidade dos ciclos evolutivos mudou, o que permite o consumidor experimentar mais rapidamente as evoluções tecnológicas. "Na última década houve um amadurecimento do varejo. Quando uma tecnologia começa a aparecer, já tem gente investindo para lançá-la. Os consumidores experimentam os novos produtos rapidamente", explica Franzin, da USP.

Exemplo disso é o Motorola Razr, o celular dobrável da Motorola. Depois de uma etapa de desenvolvimento de três anos, o aparelho foi anunciado globalmente em novembro e a previsão, segundo a empresa, é que ele chegue no Brasil neste mês. Um tempo atrás isso não era comum: o primeiro iPhone sequer foi lançado no País.

Presença
Para Renato Franzin, também professor da USP, a grande revolução dos eletrônicos estará na estrutura ao redor deles. "Com a evolução do 5G e da inteligência artificial, os gadgets vão acabar se tornando mais efêmeros e desprezíveis. Os serviços vão ser mais importantes", diz. Segundo especialistas, a conexão de quinta geração será a peça fundamental para o funcionamento dos eletrônicos do futuro.

Entre os beneficiados pelas conexões mais velozes estão dispositivos de realidade virtual, que inserem o usuário em ambiente virtual, e de realidade aumentada, que combina elementos virtuais em cenários reais - é a tecnologia que ficou famosa com o jogo do Pokémon.

É nessa área que está um dos principais planos de Mark Zuckerberg para o futuro da sua empresa, o Facebook. m 2014, a rede social comprou por US$ 2 bilhões a empresa de realidade virtual Oculus, e desde então vem lançando alguns dispositivos. Em entrevista exclusiva ao Estado em setembro, Zuckerberg disse que a realidade virtual é uma parte importante dentro do plano do Facebook de ajudar as pessoas a se conectar e a se unir em uma comunidade. "Estamos prontos para a próxima experiência: será uma combinação de óculos de realidade virtual com óculos de realidade aumentada", disse o executivo. "A principal característica dessa geração será a presença: a sensação de que você está no mesmo lugar que outra pessoa."

Há rumores de que a Apple também está trabalhando em um modelo de óculos de realidade aumentada. Uma possível aplicação desse tipo de aparelho é na visualização de mapas: o usuário poderia apontar o smartphone para um lugar e por meio dos óculos ver qual é o caminho que deve percorrer.

O analista Ming-Chi-Kuo, da KGI Securities, um dos que mais acertam nas previsões sobre a Apple, prevê que os óculos da Apple podem ser lançados no segundo trimestre de 2020.

Com os avanços velozes em realidade virtual, dispositivos vestíveis, telas flexíveis e conectividade veloz, o caminho dos gadgets do futuro parece pronto para ser trilhado. Apertem os cintos, pois a viagem promete.

Fones de ouvido sem fio: o teste das principais marcas

Teste compara os earbuds de Apple, Samsung, Huawei e Xiaomi; confira o resultado

Eles estão nos ouvidos dos jovens nas grandes cidades. Pequenos e práticos, começam a gair no gosto dos brasileiros - segundo a GfK, as vendas dos fones de ouvido sem fio (ou earbuds, como são chamados de forma descolada) cresceram 23 vezes entre janeiro e outubro de 2019, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Há mais de sessenta marcas disponíveis no País, afirma a consultoria.

Mas quais delas se destacam? Para responder a essa pergunta, a equipe do Link passou as últimas semanas ouvindo música, podcasts e até mesmo áudios do WhatsApp com quatro fones disponíveis no mercado nacional - de marcas como Apple, Samsung, Xiaomi e Huawei. Abaixo, confira o resultado.

AirPods (Apple, a partir de R$ 1.349)

AirPods são os fones de ouvido sem fio da Apple


Os AirPods já foram motivo de estranhamento, piadas e críticas à época do lançamento pela Apple em 2016. Hoje é difícil pensar em na vida com fios porque os AirPods cumprem os requisitos mínimos de um bom fone de ouvido sem fio.

Bateria? Dura as 5 horas prometidas e, com 45 minutinhos no estojo, os fones já voltam a ter 100% de carga. Qualidade de som? Mediana, similar aos fones anteriores da maçã. E o pareamento é perfeito com os outros produtos da marca.

Os contras estão na dificuldade de limpeza e na usabilidade em exercícios. Se há muito suor em uma corrida, por exemplo, eles ficam escorregadios e podem cair. E, claro, o preço é bem salgado, acima dos concorrentes da mesma categoria. / G.G.

Galaxy Buds (Samsung, R$ 999)

Galaxy Buds, os fones de ouvido da Samsung

Fã dos fones grandalhões, que cobrem os ouvidos demorei a me acostumar com os Galaxy Buds. Hoje, após perder bons aparelhos durante anos por conta de fios rompidos, levo os earbuds da Samsung para todo canto.

A qualidade de som é regular, com volume baixo nos graves. A praticidade, porém, compensa. A bateria tem boa duração, estimada em 5 horas de reprodução. Mas o ponto forte dos Buds é o isolamento acústico - ou não: para ouvir alguém falar, é preciso tirar o aparelho do ouvido. / B. C.

Redmi Airdots (Xiaomi, R$ 200)

Redmi Airdots, os fones de ouvido sem fio da Xiaomi


Na primeira vez que coloquei os Redmi AirDots no ouvido, foi estranho: parecia que ele poderia cair a qualquer momento. Mas bastam algumas tentativas para descobrir que o aparelho tem um encaixe certo na orelha, com conforto e segurança.

É uma opção decente para quem quer ficar "sem fios" a um preço baixo. A qualidade de som não é das melhores, mas condiz com o custo do aparelho. Já o isolamento de ruído é um diferencial.

Os botões físicos, por sua vez, podem ser usados para pausar as músicas. A bateria dura até 4 horas, enquanto o estojo de carregamento aumenta a capacidade de energia para cerca de 12 horas. / G.W.

FreeBuds Lite (Huawei, R$ 799)

Redmi Airdots, os fones de ouvido sem fio da Xiaomi

O design dos fones da Huawei é seu maior diferencial: similares aos AirPods, os acessórios têm uma borrachinha que os prende bem na orelha.

Com ajuda de uma superfície sensível ao toque, é possível parar a reprodução de som apenas tocando o aparelho com o dedo, sem precisar apertar botões. Eles também se desligam automaticamente ao saírem da orelha.

Mas há problemas: em locais movimentados, a transmissão dos fones falha por conta de interferências. A bateria também é um ponto fraco: uma única carga dura apenas 3 horas. / G.W.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.