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5 dicas para comprar games pela internet

Desde o início da pandemia de covid-19, as vendas de games cresceram de forma considerável, e a tendência é que continuem a aumentar ao longo de 2022. Segundo a pesquisa Game Brasil 2021, 72% – ou cerca de 7 em cada 10 – brasileiros consomem jogos eletrônicos com frequência.

Em decorrência do isolamento social, 75,8% dos gamers dizem que passaram a jogar mais. Além disso, mais da metade dos brasileiros (51,5%) participaram de mais partidas online com os amigos, 60,9% consumiram mais conteúdo ligado a jogos e 42,4% afirmaram ter gastado mais dinheiro em games.

Mas será que comprar games pela internet é mais vantajoso que adquiri-los no varejo físico? Que cuidados o comprador deve tomar na hora de procurar um jogo na web? Rodrigo Garcia, CEO da Petina Soluções Digitais, responde essas e outros questões envolvendo o tema.

1. Compare preços
Comprar games pela internet, em geral, é mais barato do que adquiri-lo em uma loja física. Ainda assim, nunca deixe de pesquisar e comparar preços entre diferentes sites, para ter certeza de conseguir a melhor condição.

“Uma dica que sempre dou é optar por comprar via marketplaces, como Mercado Livre e KaBuM!, em vez de ir diretamente em um site de vendas. Isso porque, além do valor diferenciado, o marketplace dá mais garantias de que o produto chegará à sua casa em bom estado, além da segurança em caso de extravio ou outro problema”, avalia o executivo.

2. Fique ligado nos produtos falsos
Fique atento ao site em que for realizar a compra. Sempre busque as avaliações para se certificar de que o produto será mesmo entregue. E mais: que não seja falsificado.

“Em se tratando de games, a procedência torna-se um quesito ainda mais relevante, pois é um segmento em que as falsificações são muito comuns. Por isso, é fundamental checar as informações e a reputação antes de adquirir o produto, para não ter dor de cabeça depois”, alerta Rodrigo.
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3. Opte pelos jogos digitais
Comprar jogos digitais é a melhor opção, já que eles têm um custo-benefício melhor, em comparação aos modelos físicos. “Diversos marketplaces oferecem essa versão para venda. Além de mais baratos, outra vantagem é não precisar esperar o produto chegar em casa. O consumidor adquire e já pode jogar de imediato, sem atrasos ou demora no recebimento”, diz o profissional.

4. Cuidado com os lançamentos
Quando um jogo acaba de ser lançado, geralmente o preço costuma ser elevado, já que é um item cobiçado. “Por isso, sempre convém esperar algumas semanas após a estreia. Desta forma, existe a possibilidade de adquirir o produto com um valor mais acessível”, ensina Rodrigo.

5. Busque promoções e cupons de desconto
Nos marketplaces, há sempre uma grande variedade de cupons, que podem oferecer um desconto muito bom na hora da finalização da compra. “Por isso, é válido monitorar as promoções do produto que deseja adquirir”, recomenda Rodrigo.

(Fonte: 33Giga) - 26/04/2022
Quase 50% dos donos de criptomoedas compraram o ativo pela 1ª vez em 2021, diz pesquisa

Quase metade de todos os donos de criptomoedas nos Estados Unidos, América Latina e região Ásia-Pacífico compraram o ativo pela primeira vez em 2021, de acordo com uma nova pesquisa da corretora de criptomoedas norte-americana Gemini.

A pesquisa com quase 30 mil pessoas em 20 países, feita entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022, mostra que o ano passado foi de grande sucesso para as criptomoedas, à medida que a inflação impulsionou a adoção desses ativos em países que sofreram desvalorização das moedas, segundo o relatório.

Brasil e Indonésia lideraram o mundo na adoção de criptomoedas, segundo a Gemini, já que 41% das pessoas pesquisadas nesses países disseram possuírem esses ativos, em comparação com 20% nos Estados Unidos e 18% no Reino Unido.

A Gemini descobriu que 79% das pessoas que disseram ter criptomoedas no ano passado o fizeram pelo potencial de investimento de longo prazo.

A chance de pessoas que hoje não possuem criptomoedas e vivem em países que sofreram desvalorização cambial planejar comprar criptomoedas como proteção contra a inflação é mais de cinco vezes maior, segundo a pesquisa.

Apenas 16% dos entrevistados nos EUA e 15% na Europa concordaram que as criptomoedas protegem contra a inflação, em comparação com 64% na Indonésia e na Índia, por exemplo.

A rupia indiana caiu 17,5% em relação ao dólar nos últimos cinco anos, enquanto a rupia indonésia desvalorizou-se 50% em relação ao dólar entre 2011 e 2020.

Apenas 17% dos europeus disseram ter ativos digitais em 2021 e apenas 7% daqueles que atualmente não possuem criptomoedas mostraram pretensão de comprar os ativos em algum momento.

A criptomoeda mais popular, o bitcoin, atingiu um nível histórico de mais de 68 mil dólares em novembro, ajudando a elevar o valor do mercado de criptomoedas para 3 trilhões de dólares, de acordo com a CoinGecko, mas o ativo vem sendo negociado na faixa de 34 mil a 44 mil dólares mais recentemente.

(Fonte: Hannah Lang Reuters) - 04/04/2022
A tecnologia foi pra nuvem e você precisa se adaptar a isso

João Mendes * Homework

Na era digital, viver e trabalhar na nuvem virou o “novo normal”. Os nossos dados e informações estão dentro de uma espécie de “servidor” que armazena arquivos e serviços diversos, como em um data center, com enorme capacidade de processamento e armazenamento de informações. O usuário não precisa mais ter esses serviços dentro da sua empresa fisicamente, nem se preocupar com a capacidade, espaço, segurança, backups e tudo mais.

Desde então, essa tecnologia já trouxe tantos impactos na vida e no comportamento que os usuários mal se lembram de como era a vida antes dela. Já se pode afirmar que a computação na nuvem é um caminho sem volta, principalmente após a crise sanitária provocada pela Covid-19, com a ampliação das necessidades digitais dos usuários em nível global.

Num cenário em que as mais recentes inovações tecnológicas, aceleradas pela transformação digital ― como 5G, IoT (Internet das Coisas) e uso de IA (Inteligência artificial) ― são rapidamente absorvidas, a digitalização no ambiente corporativo é questão de sobrevivência.



João Mendes, da GoContact
Foto: Divulgação

Se migrar para a nuvem já foi uma barreira, agora sua adoção representa um dos passos, até o mais importante, para a garantia do sucesso do negócio, ou seja, a adoção do serviço na nuvem é fato consumado.

O serviço na nuvem foi um dos principais fatores que proporcionou a realização do trabalho remoto, de qualquer lugar do mundo, quando todos nós fomos impedidos de ir e vir, devido ao advento da pandemia de Covid-19. A etapa foi decisiva para a aceleração do teletrabalho.

Um exemplo bem-sucedido potencializado durante este período foi a continuidade das atividades nos contact centers. Com as plataformas na cloud, as empresas conseguiram fazer a migração do atendimento ao cliente para o teletrabalho, adaptando-se de forma simples e rápida, permitindo escalabilidade e flexibilidade, que se traduzem em aumento na eficiência.

Agora, estamos diante de mais um ponto de atenção, onde a cloud associada ao mundo digital conectado ampliou o uso dos canais digitais e abriu caminho para a omnicanalidade, tornando mais rica e abundante a geração de dados e a conexão com o atendimento do consumidor.

A questão agora é como processar e transformar esses dados em informação para antecipar a necessidade do consumidor antes mesmo que ela exista.

É indiscutível que, com a explosão da internet e do comércio online, a medição dos dados é fundamental para qualquer tipo de operação. Ter uma boa análise, personalizada e de fácil interpretação, é imprescindível. No caso dos contact centers, é essencial ter uma plataforma única capaz de conectar todos os tipos de contato e histórico com o cliente, além de acompanhar, em tempo real, suas interações, seja por voz, e-mail, SMS, rede social, chat e WhatsApp, entre outros.

Colocar o cliente no centro da estratégia de negócios é o único caminho para um futuro cada vez mais acelerado. É necessário reduzir a complexidade tecnológica, eliminar as barreiras existentes entre as empresas que já utilizam a tecnologia e focar nos tópicos mais estratégicos para assegurar melhor qualidade e experiência dos seus negócios.

No final, o maior beneficiado por todo esse avanço tecnológico é, sem dúvida, o consumidor, que passa a ter seus hábitos de consumo e necessidades mais compreendidos pelas marcas. E estas, por sua vez, tornam a experiência do cliente muito mais agradável e eficiente ao oferecer produtos e serviços mais personalizados.

(*) João Mendes é Diretor Regional Brasil da GoContact.

Você sabia que o Wi-Fi nasceu durante a 2ª Guerra Mundial?

Padrão de conexão que age de forma simultânea chegou ao Brasil em 2008. Veja algumas curiosidades sobre o Wi-Fi.

A Internet Wi-Fi virou um dos itens de maior destaque e uso na vida cotidiana. Com mais de 20 anos de criação, o principal padrão para conexões sem fio foi desenvolvido pelo Institute of Electrical and Eletronics Enginners (IEEE) e, desde seu surgimento, evoluiu em performance e estabilidade.

Depois de diversos anos de constante aprimoramento de seus recursos, hoje, a rede Wi-Fi, também conhecida como IEEE 802.11, se tornou a principal alternativa de conexão à internet, devido a facilidade e praticidade que proporciona.

Apesar da grande utilização, existem algumas informações desconhecidas por parte dos usuários, que precisam dessa tecnologia diariamente. Pensando nisso, a Mercusys, fabricante de dispositivos de rede, separou cinco curiosidades sobre o Wi-Fi e as formas mais eficazes de utilizar essa tecnologia. Confira:

1. Origem na Segunda Guerra Mundial
A primeira base para o Wi-Fi foi produzida durante a Segunda Guerra Mundial pela atriz Hedy Lamarr, que criou e patenteou uma espécie de torpedo guiado por rádio que impedia a detecção do sinal pelos inimigos. Conhecida como tecnologia de espectro alargado por salto de frequência, o recurso acabou dando origem ao primeiro padrão de conexão wireless anos mais tarde.

Quando o Wi-Fi começou a ser desenvolvido, em 1999, foi criado um consórcio entre empresas para definir os parâmetros que garantiriam a acessibilidade aos dispositivos de diferentes fabricantes. Ele se chamava Wireless Ethernet Compatibility Alliance (WECA).

O consórcio lançou um selo chamado Wireless Fidelity que era utilizado para representar quando um equipamento era compatível com a rede sem fio. Wi-Fi é uma abreviação do nome desse selo.

2. O Wi-Fi utiliza ondas de rádio
Vamos começar com o básico. Wi-Fi é uma tecnologia que usa ondas de rádio para transferir informações de um dispositivo eletrônico para outro. Possibilitando que computadores, celulares e outros aparelhos acessem a internet ― sem cabos, assim como acontece com a televisão e o rádio. Essas ondas são enviadas por meio de um adaptador, que recebe os sinais, decodifica e os emite a partir de uma antena. Eles podem chegar via cabo, linha telefônica ou rádio.

Segundo Alexandre Nogueira, Gerente Executivo de Vendas da Mercusys, para que um dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que esteja dentro do “hotspot”, ou seja, inserido em um determinado raio de ação.

“Por usar o mesmo protocolo de comunicação da internet, o Wi-Fi acaba sendo uma tecnologia robusta e estruturada, porque toda transmissão enviada e recebida depende de uma confirmação do destinatário de que os dados foram entregues com sucesso, o que ajuda a evitar problemas de conexão”, explica.

3. O compartilhamento do Wi-Fi é feito pelo roteador
Para o compartilhamento da internet é necessário utilizar um roteador Wi-Fi, que é um equipamento com a função básica de receber e direcionar pacotes de dados dentro de uma rede ou para outras redes.

Com características específicas, o aparelho formado por oscilações elétricas e ondas eletromagnéticas tem a missão de direcionar o sinal através de antenas, buscando as melhores rotas para enviar e receber dados, priorizando não só as transmissões mais curtas, como também as menos congestionadas.

Essas ondas são bastante suscetíveis a interferências, que podem ser provocadas por barreiras físicas, como paredes, espelhos e lajes, por exemplo. Além disso, a localização do roteador faz toda a diferença na atuação do sinal, visto que as ondas são transmitidas para todas as direções. Na hora de posicionar o aparelho, o ideal é colocá-lo em cima de um móvel mais alto e em um ambiente com menos objetos para que o sinal fique com menos obstáculos, podendo percorrer livremente pelo local.

4. Existem 5,2 bilhões de dispositivos conectados no Wi-Fi
Atualmente, 5,2 bilhões de dispositivos que usam a tecnologia estão ativos em todo o mundo, segundo dados do estudo "Fatos e Estatísticas", da World Wi-Fi Day. E uma nova onda de dispositivos Wi-Fi inteligentes está prestes a impulsionar a adoção de novos mecanismos até 2025, consolidando a Wireless como uma das principais tendências tecnológicas para os próximos anos.

O relatório aponta, ainda, o padrão Wi-Fi 6E como responsável por uma conectividade mais estável, garantindo maior performance entre dispositivos compatíveis.

“O Wi-Fi 6E é uma evolução do Wi-Fi 6, e a principal diferença é a adição de frequências de 6 GHz. Dessa forma, as características gerais são as mesmas entre as duas tecnologias, sobretudo no que diz respeito a eficiência das conexões e ganhos de velocidade”, afirma Alexandre.

5. A sigla é uma abreviação de Wireless Fidelity
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o nome Wi-Fi não tem um significado específico. A sigla é uma abreviação de Wireless Fidelity, que significa fidelidade sem fio, em português e foi criada pela agência de marketing Interbrand, encarregada pelo lançamento da marca.

O termo também é uma mistura do conceito de Wireless com Hi-Fi, que abrevia High Fidelity ou Alta-fidelidade, isso porque a escolha do nome buscava anunciar um tipo de conexão que garantia a fidelidade da comunicação, mesmo sem a utilização de cabos.

(Fonte: Redação Homework *) - 28/03/2022
E-commerce dentro do Metaverso: a novidade já é realidade

E-commerce se prepara para abraçar Metaverso e oferecer novas experiências aos consumidores.

O Brasil tem mais de 80 milhões de consumidores online, que movimentam quase R$ 90 bilhões por ano, segundo pesquisa da Ebit / Nielsen. Os números do e-commerce no país crescem e empreendedores do setor devem ficar atentos às inovações e tendências que podem ser aplicadas aos negócios, para aproveitar as oportunidades e esse amplo público.

É o caso do Metaverso, espaço virtual em 3D onde as pessoas podem imergir e interagir por meio de recursos como a realidade aumentada. Anunciada recentemente, a tecnologia vem repercutindo bastante e já foi abraçada por grandes marcas, que estão apostando em lojas e provadores virtuais e também na comercialização de produtos 100% virtuais.

A expectativa é que o Metaverso movimente bilhões de dólares nos próximos anos, segundo a consultoria Ernst & Young, e revolucione a jornada do consumidor.

“O e-commerce que incluir o Metaverso como um novo canal de interação e compra proporcionará novas experiências aos clientes. Será possível, por exemplo, entrar em uma loja virtual com um avatar, provar diversas camisetas e comprar somente a que ficar melhor. O consumidor terá uma experiência muito próxima de uma atividade que realizaria no mundo físico, podendo testar produtos e serviços de maneira muito realista”, explica Eric Vieira, head E-commerce do Grupo FCamara, consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital.

Adesão exige preparo e infraestrutura adequada
Grandes empresas no país já estão se aventurando com a nova tecnologia. É o caso da Tim e da Lacta, que inauguraram lojas recentemente no Metaverso. Vieira aponta que negócios de diferentes portes poderão aproveitar as novas possibilidades, mas para isso o empreendedor deverá estar atento aos aspectos inerentes à implantação de um novo canal de vendas.

“A inauguração de um novo canal é sempre um desafio, tanto em relação à preocupação de manter uma boa experiência do usuário, quanto às questões técnicas de implementação de uma infraestrutura adequada. No Metaverso, isso não será diferente. O varejo online terá que disponibilizar uma boa experiência de compra, considerando que o cliente ainda não estará ambientado ao novo canal. Por isso, será preciso minimizar os riscos de rejeição”, esclarece o executivo.

Nesse sentido, a arquitetura de infraestrutura pode impactar de forma significativa o sucesso desse tipo de iniciativa. É necessário implementar um ambiente adequado ao volume de acessos e interações e nessa hora pode-se esbarrar em outro desafio, que é a disponibilidade de profissionais qualificados.

Por isso, para que isso aconteça, é necessário que haja incentivo e projetos para formar especialistas no negócio e-commerce aliado a novas tecnologias, para que essas pessoas sejam capazes de tornar essas experiências excelentes, já que ainda é considerado que atualmente o número de profissionais da área seja escasso se comparado ao crescimento do setor.

“Além dessa necessidade cada vez maior de profissionais especializados em negócios e comércio digitais, haverá poucas pessoas com conhecimento técnico em Metaverso no mercado. Todos esses pontos devem ser considerados e quem antecipar sua preparação para ingressar no novo universo de possibilidades, estará em vantagem. Um e-commerce que possui presença forte com website, aplicativo e marketplace, ao aderir ao Metaverso alcançará uma posição de mais destaque em relação aos concorrentes”, conclui Vieira.

(Fonte: Redação Homework *) - 28/03/2022
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.