O iPod (reprodutor de músicas da Apple), o Kindle (leitor de livros eletrônicos da Amazon), o Game Boy (da Nintendo) marcaram presença na lista dos melhores gadgets criados desde 1923 feita pela revista "Time".
Outros três produtos da Apple estavam presentes: o iPhone e o iPad. Confira a lista completa aqui
De acordo com a revista, a escolha de alguns aparelhos foi simplesmente pelo fato de terem sido pioneiros em suas áreas --e não os realmente melhores.
Quem definiu os nomes foi o editor de tecnologia da revista, Peter Ha.
Fazer com que a bateria de um celular dure dez vezes mais é a primeira meta de um grande projeto de pesquisa que a IBM, Infineon e algumas universidades europeias revelaram na quarta-feira.
O novo projeto de pesquisa, conhecido como Steeper, também quer reduzir a necessidade de energia de outros aparelhos eletrônicos, tais como televisores ou supercomputadores, em até dez vezes quando estiverem ativos e praticamente eliminar o consumo de eletricidade quando estiverem em standby.
A vida de bateria curta é um problema cada vez mais grave para os consumidores que precisam recarregar seus celulares diariamente, e também para os grandes fabricantes de celulares inteligentes como Nokia, Apple e RIM.
"A tecnologia de baterias não acompanhou a crescente demanda de energia dos celulares inteligentes atuais. Portanto, a administração e eficiência energética é o maior desafio que os fabricantes de celulares inteligentes enfrentam para oferecer aos consumidores uma experiência simples e satisfatória de uso", disse Tim Shepherd, analista da Canalys.
Os aparelhos eletrônicos hoje respondem por 15% do consumo de energia de um domicÃlio, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), e sua necessidade de energia triplicará até 2030.
"Nossa visão é divulgar essa pesquisa de modo a permitir que fabricantes produzam o aparelho ideal da eletrônica, um computador que utilize pouquÃssima energia quando estiver em pausa, o que chamamos de PC zero watt", disse Adrian Ionescu, da École Polytechnique Féderale de Lausanne, coordenador do projeto.
Os cientistas aplicarão nanotecnologia para reduzir o consumo de energia, o custo e estender a duração da bateria dos aparelhos, com o objetivo de reduzir ao menos para a metade a voltagem operacional de que os transistores precisam para operar.
"Uma melhora de mil vezes no desempenho de um supercomputador significa a necessidade de mil vezes mais energia para que funcione. Seria preciso uma usina de energia ao lado da central de processamento de dados", disse Heike Riel, que comanda o grupo de nanotecnologia eletrônica no centro de pesquisa da IBM em Zurique.
Centrais de processamento de dados de empresas como o Google já utilizam mais de 1% da energia mundial, e sua demanda por energia vem subindo rapidamente devido à tendência de terceirização da computação.
O uso de energia em modo de espera já responde por 10% de consumo de eletricidade em residências e escritórios, estimou a União Europeia.
A Hewlett-Packard revelou seu primeiro produto para o crescente mercado de computadores tablet, um aparelho de US$ 799 acionado pelo Windows e dirigido a clientes empresariais.
O Slate 500 da HP tenta reproduzir a experiência dos computadores em forma de tablet, e representa contraste com relação a rivais que deram aos seus aparelhos uma cara mais parecida com a de um celular inteligente. O Slate 500 opera com a mesma versão do Windows 7 usada por muitas empresas em seus computadores convencionais.
O tablet tem preço superior ao de produtos concorrentes como o iPad, que deu inÃcio à mania dos tablets ao ser lançado, meses atrás.
O produto da HP tem tela de 8,9 polegadas e sistema multitoque, pesa 700 gramas e vem com 64 Gbytes de armazenagem e uma caneta especial. A bateria tem carga para cinco horas de uso.
O aparelho tem acesso Wi-Fi, mas não oferece capacidade integrada de conexão a redes de celulares de alta velocidade, ao contrário de rivais como o iPad, o Galaxy Tab, da Samsung Electronics, e o Dell Streak.
Carol Hess-Nickels, diretora de marketing de notebooks para empresas na HP, enfatizou as utilidades para negócios do Slate. Ela antecipa que companhias de varejo, saúde e seguros, entre outras, criem aplicativos especiais para aproveitar a portabilidade do aparelho.
"É como um computador com funções plenas, e opera com o Windows; ele executa os aplicativos a que o usuário está acostumado, mas o faz em forma de tablet", disse Hess-Nickels.
O Slate 500 tem processador Intel Atom, usado normalmente em netbooks. Os tablets rivais operam com chips padrão ARM, utilizados em celulares inteligentes.
O aparelho vem equipado com câmera frontal e câmera traseira, permitindo videoconferências, e com uma porta USB; é vendido com um estojo e uma estação de acoplagem.
O HP Slate 500 já está disponÃvel on-line, e a empresa o venderá a outras companhias por meio de sua equipe de vendas diretas.
O preço de US$ 799 o torna mais caro que o iPad com acesso Wi-Fi, cujos preços vão de US$ 499 a US$ 699. Os preços do iPad 3G começam em US$ 629.
Em um celular de dimensões reduzidas como o Xperia Mini, um teclado fÃsico é evolução mais do que bem-vinda.
Essa é a única diferença entre os irmãos Mini e Mini Pro, filhotes do Xperia X10, o celular da Sony Ericsson com tela de quatro polegadas.
O Mini Pro, apesar de um pouco mais pesadinho que sua primeira versão --32 gramas, precisamente--, cabe na palma da mão.
O teclado QWERTY resolve a ruim experiência de escrever numa tela touchscreen de 2,6 polegadas.
De resto, o sistema operacional é o mesmo: Android 1.6, versão defasada do sistema do Google para celulares --a atual já é a 2.2. A Sony promete atualização até o fim do ano.
O processador Qualcomm de 600 MHz e a interface para integrar mensagens e redes sociais, chamada Timescape, também não mudam em relação ao mini.
A câmera tem 5 Mpixels e o aparelho também tem conectividade Wi-Fi.
O preço, claro, também ganhou um upgrade: o Mini Pro custa R$ 99 a mais que o irmão mais novo custava no lançamento: R$ 999.
O valor pode ser reduzido com os descontos oferecidos pelas operadoras.
ra uma questão de tempo para que o efeito 3D começasse a dispensar o uso dos desconfortáveis óculos. Ao que parece, a Toshiba conseguiu o feito --e acabou se tornando um dos destaques da CeaÂtec: a fila para ver a rápida demonstração durava mais que 30 minutos.
Confira a galeria de fotos da Ceatec
Foram exibidos dois modelos de TVs 3D sem óculos, um deles de 12 polegaÂdas e outro de 20 --eles esÂtarão à venda no Japão em dezembro. A tela de 12 poÂlegadas, por exemplo, deÂve sair por algo em torno de 120 mil ienes (cerca de R$ 2.436).
A empresa também mostrou um protótipo de 56 polegadas, ainda sem data de lançamento.
A demonstração foi feita em um ambiente totalÂmente controlado, mas o efeito final foi bastante bom. As imagens eram exiÂbidas em camadas que paÂreciam se soltar da tela. A empresa parece ter conseÂguido --a próxima etapa é chegar à produção em séÂrie de telas maiores.
Segundo a Toshiba, o efeito é obtido pela junção de um sistema de imagens e uma camada perpendiÂcular lenticular --composÂta por lentes que transmiÂtem as imagens em um plano horizontal.
Esses dois fatores são combinados com a tecnoÂlogia de processamento de imagens da Toshiba e forÂmam-se nove imagens paÂralelas a partir do conteúÂdo original. Ainda segunÂdo a empresa, o painel de LCD com backlight LED exibe quatro vezes o núÂmero de pixels de um paiÂnel padrão de Full HD.
A jornalista AMANDA DEMETRIO viajou a convite da Panasonic











