SUA EMPRESA EM DESTAQUE

Anuncie no Portal

Conecte sua loja a quem procura tecnologia na Santa Ifigênia.

Código de verificação

Seus dados serão usados para responder à sua mensagem. Não envie senhas ou dados bancários.

PORTAL DA SANTA IFIGÊNIA

Como podemos ajudar?

Encontre o canal certo e fale com a nossa equipe.

Envie uma mensagem ao Portal

Sugestões, correções de cadastro ou dificuldades com o site.

Código de verificação

Usaremos seus dados para responder à sua solicitação. Não envie senhas ou dados bancários.

PLANEJE SUA VISITA

Como chegar à Santa Ifigênia

Eletrônicos, tecnologia e serviços no centro de São Paulo.

Região da Rua Santa Ifigênia

Santa Ifigênia · Centro · São Paulo, SP

Destino de referência

Use a localização da loja para uma rota mais precisa.

Traçar minha rota ↗
01

De metrô

As estações São Bento e Luz, na Linha 1–Azul, são referências para acessar a região. Escolha a melhor saída conforme o endereço da loja.

Consultar estações e acessos ↗
02

De carro ou aplicativo

Informe o endereço completo do estabelecimento. Antes de sair, verifique o trânsito, as restrições de circulação e as opções de estacionamento.

03

Antes de sair

Confirme o horário de funcionamento e a disponibilidade do produto. Guarde o nome, o número e o complemento do endereço da loja.

O mapa indica a região comercial, não um ponto de atendimento do Portal. O botão de rota abre o serviço de mapas em outra aba.
Portal da Santa IfigêniaConectando você à Santa Ifigênia

NOTÍCIAS DO PORTAL

Metaverso precisa evitar repetir os erros das redes sociais

Metaverso precisa evitar repetir os erros das redes sociais

Erros que datam desde os tempos do Orkut não podem se repetir.

O Metaverso se tornou o tema do momento quando se fala em tecnologia digital. Ele seria um mundo paralelo que alia realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial para simular interações do mundo físico, e as chamadas big techs como Facebook, Google, Amazon, Baidu, Yahoo, Rakuten etc., que pretendem avançar no uso do ambiente virtual para diferentes situações. Experimentar e comprar roupas em lojas, assistir a shows e até mesmo ter aulas da faculdade com atividades práticas onde todos poderão agir de forma simultânea e com precisão.

Esse cenário "mágico", no entanto, tem riscos. Riscos estes que o mercado parece ainda não ter trazido à luz de uma análise mais apurada: o Metaverso sob as lentes ESG. Que, entre outras coisas, traz a Governança como a temática que lidera e conduz os princípios de transparência e regras de negócio.

Há alguns anos, o Orkut se mostrou uma ferramenta bastante invasiva e com alto potencial de conflitos entre os aos usuários, quando permitia olhar e interagir nos perfis sem configurações existentes e registro de pessoas que visualizavam o seu perfil na rede e informações de contato sem qualquer tipo de permissão.

Hoje, o Facebook faz sempre ajustes de rotação, mas frequentemente vemos notícias sobre as quais podemos afirmar que: nem todos sabem ou entendem o que está por trás do conteúdo que recebe, ou seja, do algoritmo, além da questão da segurança de dados pessoais. O que ficou marcado e caracterizado como algo intrínseco às redes sociais? A influência nos movimentos sociais e no controle à desinformação (fake news), sobretudo nos períodos eleitorais, e também a relação à proteção dos dados e da privacidade dos usuários.

Como é possível observar, hoje, o modelo que temos de rede social é uma "fase anterior" para a evolução do metaverso, que já não vinha cumprindo com os temas conectados ao ESG. Sem uma Governança consciente há um potencial concreto para o metaverso já nascer com os vícios do modelo da rede social. Isso significa que estamos tendo uma oportunidade única de criação de uma plataforma mais consciente, olhar para as redes sociais, entender a matriz de riscos, e criar o metaverso com as lentes da boa governança que coloca o ser humano como centro.

Foto: Eugene Capon / Pixabay

A partir disso, não é difícil notar então, por que o metaverso pode ser um “perigo” para as práticas ESG. Podemos nomear algumas que chamam a atenção neste primeiro momento:

• Fakenews: um ambiente que simule com maior precisão a realidade possibilidade que as pessoas estejam mais suscetíveis à desinformação, sendo incapazes de discernir entre o que é real e o que não é.
• Insegurança digital: temos vivenciado o aumento de crimes virtuais e ciberataques, com roubo de dados pessoais e de empresas. Essa convergência de diferentes plataformas que temos nos dias atuais, facilita a ação criminosa Não é difícil conseguir informações do seu whatsapp pessoal, não é mesmo?
• Democracia: a popularização da internet fez com que grupos extremistas tivessem ascensão, nascidos de confusões e debates nas redes sociais e indispostos ao diálogo.
• Hegemonia midiática: o consumo de grandes corporações globais como Facebook e Google trará uma destinação de recursos ainda maior a estes grandes grupos, favorecendo a criação de oligopólios que engolirão as tradicionais empresas de mídia. Isso com conteúdo produzido pelos próprios usuários dessas ferramentas.
• Exclusão digital: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 40 milhões de brasileiros não têm acesso à internet, cerca de 20% da população do país. Oque significa que os mais pobres terão mais dificuldades em adquirir produtos, equipamentos e serviços, enquanto o acesso a determinadas tecnologias permitirá que quem possa pagar tenha mais acesso e exclusividade.
• Profissões obsoletas: profissões como vendedores, atendentes, comerciários, entre outros, devem ser substituídas. Se por um lado há a consequente mudança para as vendas virtuais, com a extinção da loja física reduzindo custos para a empresa, por outro lado, o comércio poderá deixar de empregar 10,4 milhões de pessoas.
• Saúde mental e física: distúrbios alimentares, insônia, doenças nos olhos e nas articulações, ansiedade e depressão, são algumas das doenças relacionadas ao uso excessivo de equipamentos e horas em frente a tela.

Neste sentido, a evolução das tecnologias não se traduz em uma evolução mais humana, mas mostra que precisamos debater e aprofundar as questões de ESG e Governança dentro deste novo ambiente virtual para que não estejamos caminhando para uma sociedade mais doente e endividada, cega por compartilhar pontos de vista duvidosos e nos distanciarmos da realidade.

É preciso, portanto, uma regulamentação. As empresas precisam entender o potencial positivo da plataforma, mas jamais perder de vista os vícios nascidos de uma ferramenta anterior que nasceu sem a regulamentação no passado e onde agora tentamos recolher os prejuízos presentes.

(*) Maria Silvia Monteiro é head de ESG na Bravo GRC.

← Todas as notícias

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.