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Google procura pilotos de teste para os projetos Asa e Titan

Postagens de emprego são sinais de que os projetos com as aeronaves progridem rapidamente
Google está à procura de pilotos de testes para o seu projeto de entrega e de acesso à internet usando drones, o Asa e o Titan, respectivamente.
As vagas de emprego, publicadas no site da companhia, são sinais adicionais do ritmo acelerado de pesquisa e desenvolvimento em automação aérea que vem acontecendo em Mountain View. Recentemente, a empresa disse que espera iniciar operações de entrega comerciais via drones já em 2017.
Para o Project Asa, O Google está procurando um piloto especialista no controle remoto de aviões, para atuar como piloto chefe que ajudará a equipe a realizar testes de campo.
"Construímos um protótipo para mostrar como esse sistema pode funcionar e desenvolver a próxima geração ultra confiável e pronta para entrar em operação", diz o anúncio de trabalho. A empresa precisa medir desempenho, autonomia, custos, segurança, confiabilidade, e acima de tudo, a segurança do sistema.
A atual legislação dos Estados Unidos restringe duramente o uso comercial de drones. Uma das determinações em todas as licenças de vôo dos pequenos aviões não tripulados é que um operador humano permaneça no controle do aparelho que deve estar o tempo todo dentro do seu campo de visão.
Os drones do Projeto Titan operam em altitudes superiores a das aeronaves comerciais e não estão vinculados a essas mesmas regras de operação por humanos, mas o Google também precisa de um piloto de teste de voo para os aparelhos.
Os candidatos devem ter "uma vasta experiência de voo em protótipos de veículos aéreos", incluindo aeronaves não tripuladas e elétricas, e podem acabar assumindo vários papéis, incluindo operador do veículo aéreo, piloto externo, observador e piloto perseguição, segundo o anúncio da vaga de emprego.
As duas ofertas de trabalho também expõem a diferença no nível tecnológico e de pesquisa dos dois projetos. Enquanto a vaga do projeto do drone de entrega é aberto a qualquer pessoa, o projeto Titan exige um certificado de segurança do governo "para acessar os dados técnicos e de defesa necessários para o trabalho" e é restrito a cidadãos americanos ou residentes permanentes.








