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Ultrabook X1 Carbon, da Lenovo, tem ótimo design e faz jus à marca ThinkPadQ

Visual preto, construção sólida e resistente, linhas sóbrias, discretas e elegantes, teclado eficiente. O ultrabook X1 Carbon junta essas características tradicionais dos laptops da linha ThinkPad em um formato moderno, com baixa espessura e pouco peso.
O design é ótimo, mas a oferta de conexões deixa um pouco a desejar --das duas portas USB, apenas uma é do padrão 3.0, mais atual e veloz. Alguns modelos incluem entrada para chip SIM, o que permite a conexão a redes 3G sem a necessidade de espetar um modem.
A variedade de configurações, aliás, é uma vantagem do laptop -muitos concorrentes, como o Acer Aspire S5, são vendidos no Brasil sem opcionais.
O teclado oferece uma digitação rápida e precisa, mas está longe de ser perfeito. O posicionamento de algumas teclas é estranho: Fn e Ctrl continuam invertidas em relação ao que se usa na maioria dos laptops, o que incomoda quem não é usuário de longa data de modelos ThinkPad; Print Screen está entre Alt e Ctrl do lado direito, no lugar da tecla de menu (que desapareceu); Page Up e Page Down estão ao lado das setas, em vez de agrupados com Home, End e Delete (como nos modelos mais antigos da marca).
Entre as teclas G, H e B fica o eficiente TrackPoint, tipo de joystick que substitui o mouse, outro componente típico de ThinkPad.
O touchpad é um dos melhores, se não o melhor, que já experimentei em um laptop --perde apenas para os da Apple. Seu software inclui boas opções de configuração, mas não é possível configurar o toque com dois dedos para funcionar como o clique com botão direito do mouse.
A tela de 14 polegadas e resolução de 1.600 pixels x 900 pixels tem acabamento fosco e alto nível de brilho, características que permitem uma visibilidade melhor sob a luz solar. Os ângulos de visão são medianos, dentro do que se espera de um painel TN (o tipo mais popular em laptops).
O que mais perturba na tela são os pixels visíveis, um problema comum em diversos notebooks, mas que não deveria existir em um produto tão caro.
Em desempenho, o ThinkPad X1 Carbon não apresenta novidades em relação a outros ultrabooks --com processador Intel Core i5 (há opção de configuração com Core i7), fica um pouco acima do Samsung Série 9, em um nível próximo ao do Acer Aspire S5.
O poder de processamento é ótimo para tarefas básicas (edição de documentos, navegação na web, consumo de mídia) e suficiente para algumas mais avançadas. Como todo ultrabook, ele não é recomendável para games com gráficos 3D complexos.
A reprodução de áudio é mediana, com forte distorção em volume alto.
A duração da bateria varia bastante conforme o uso. Nos meus testes, ela aguentou cerca de cinco horas de uso moderado.
O laptop esquenta demais quando é muito exigido por um certo período, ao ponto de dificultar bastante o uso no colo. As ventoinhas de refrigeração, por outro lado, operam com baixo nível de ruído.
Como quase todo laptop com Windows, o X1 Carbon vem carregado de software pré-instalado. A seleção da Lenovo não é tão ruim quanto a dos rivais, mas incomoda de qualquer maneira e inclui um programa bem curioso, o SimpleTap --basicamente, uma interface de uso com ícones grandes, amigáveis ao toque, como a de um tablet. Só que o X1 Carbon não tem tela sensível ao toque.
Seguindo a tradição da linha ThinkPad, o X1 Carbon é um ótimo laptop e grande candidato a melhor ultrabook do mercado. Seu grande problema é o preço --a configuração mais básica no Brasil custa R$ 6.999, muito acima dos R$ 4.999 de um MacBook Air e dos R$ 4.449 de um Aspire S5, que têm especificações semelhantes.
O X1 Carbon, novo ultrabook da Lenovo, junta essas características tradicionais da linha ThinkPad em um formato moderno, com baixa espessura e pouco peso.
O design é ótimo, mas a ofertade conexões deixa a desejar --das duas portas USB, apenas uma é do padrão 3.0, mais veloz. Um diferencial interessante é a entrada (opcional) para chip SIM, que permite conectar-se a redes 3G sem espetar um modem.
O teclado oferece uma digitação rápida e precisa, mas está longe de ser perfeito. O posicionamento de algumas teclas é estranho: Fn e Ctrl continuam invertidas em relação ao layout da maioria dos laptops, o que incomoda quem não é usuário de longa data de Think Pad; PrintScreen está entre Alt e Ctrl do lado direito, no lugar da tecla de menu (que desapareceu); Page Up e Page Down estão ao lado das setas, em vez de agrupados com Home e End (como nos modelos mais antigos).
Entre as teclas G, H e B fica o eficiente e tradicional TrackPoint, tipo de joystick que substitui o mouse.
O touchpad é um dos melhores que já usei -- perde apenas para os da Apple.
Seu software oferece boas opções, mas não é possível configurar o toque com dois dedos para funcionar como o clique com botão direito do mouse.
A tela de 14 polegadas e 1.600 pixels x 900 pixels tem acabamento fosco e alto nível de brilho, o que permite uma visibilidade melhor sob a luz solar, mas apresenta pixels visíveis demais --um problema que, apesar de comum em notebooks, não deveria existir em um produto tão caro.








