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A falta de fiscalização prejudica o serviço prestado por assistências técnicas.

A opinião é de Sérgio Rodrigues de Sousa, presidente do Secaeesp (Sindicato das Empresas de Conservação e Assistência Técnica de Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Similares do Estado de São Paulo).
Representante de empresas que fazem assistência técnica e eletrônica, o sindicato conta com 3.672 cadastradas. "O mercado está dividido entre microempresas, outras que prestam serviço para marcas de terceiros e aquelas que atendem a marcas específicas."
Em tempos de crise econômica, o setor já começa a enfrentar dificuldades. "Há muitas empresas não credenciadas, que não representam nenhuma marca, nem ninguém. Elas configuram o mercado pirata", diz.
"Como não há fiscalização, isso prejudica o mercado. O serviço é de má qualidade, as peças trocadas não são originais... Isso tudo afasta o consumidor."








